Certas
palavras e expressões, encerram em si estruturas energéticas contrários aos
estados sublimes de consciência e às leis superiores do cosmos. São vibrações
típicas de ego acomodados ao estado no qual se encontram. Alguns exemplos: impossível, não posso, não me deixam
fazer, estou cansado, etc. Também os pronomes possessivos, tais como: meu, minha, teu, tua, seu, sua, etc.,
sem os quais o homem da superfície não consegue exprimir-se, são vibrações
retrogradas do ponto de vista da vida interior.
Figueira.
Pois bem, o texto pede uma mudança de postura naquilo que é básico
na vida cotidiana.
De certa maneira, expressa o que temos conversado nas reuniões
sobre não ser automático, mas “pensar sempre” antes de agir, de expressar-se,
de se manifestar.
Temos virado o botão para o
automático e vivido com estas limitações de expressões comuns, usuais,
mas completamente retrogradas sob o ponto de vista evolutivo.
O homem se acomoda e ali fica. De vez enquanto muda algo face a
“opinião pública”, ou seja, mantem-se sob a hipnose coletiva da grande ilusão,
do grande Maya.
Quando há lucidez, reflexões continuas manifestaram-se com uma
tendência de encaixarmos estas manifestações dentro dos novos conceitos que
foram absorvidos no decorrer dos ensinamentos ministrados. Por isso que a Busca
tem de ser contínua, constante, onde não se pode esmorecer e nunca mais abaixar
a guarda com relação ao ego.
Neste processo que se, contínuo e constante, a mente acaba se
acostumando a exercer este novo esforço, tornando-o parte do processo mental. A
margem de erros diminui, a paz fica mais próxima.
Alcançado certo equilíbrio mental e isto se dá no alinhamento com
a alma, as manifestações tendem a ser sempre adequadas e elevadas, melhorando o
nível do ambiente em que se encontra.
No entanto, o reverso é verdadeiro, pois o desequilíbrio mental,
ou seja, o desalinhamento com a alma, torna o ambiente nefasto, agressivo e
perigoso.
O texto cita os pronomes possessivos, tais como meu, minha, teu
tua, seu, sua, etc., que são expressões incoerentes com a realidade maior, pois
tudo o que temos usado, inclusive nosso corpo pertence neste momento à Terra,
mas num momento seguinte poderá pertencer a Júpiter, a Vênus, ao Sol ou
planetas de outros sistemas solares neste vasto universo.
De fato, não temos nada, pois somos uma centelha divina, no
universo imaterial.
É preciso ser mais coerente com os ensinamentos adquiridos. Temos
tido uma vida dupla, com comportamentos inadequados, mas em sintonia com a
“opinião pública”, o que é um desastre. Temos medo de ser diferentes, mesmo que
esta diferença seja essencial para mudanças necessárias na vida de todos no
planeta.
Tem se mantido uma ordem, uma postura e uma educação completamente
destrambelhada com os novos tempos e a nova Terra.
Somos capazes de atender uma ideia desvairada e recusar um pedido
de Deus.
Enfim, o individuo que quer entrar em Serviço, alinhar-se com a
vida infinita e dar continuidade ao seu real e verdadeiro caminho, precisa
definitivamente, pensar com o lado direito do cérebro antes de manifestar-se.
Não deve se alinhar com a “opinião pública”
Deve ter ciência que normalmente será incompreendido, mas deverá
seguir seus impulsos internos.
Hilton
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