A
chamada “opinião pública”, que tem grande poder de atuação em determinada
nações, é na realidade uma entidade que hoje vaga ao sabor das forças
involutivas. Sob a ação desta entidade “opinião pública” muitos seres agem,
pensam e sentem de maneira diversa aquela que lhes seria ditada pela sua
própria consciência interior.
Somente
concentrando a própria energia no centro do ser, sem buscar nada para si e
doando-se (não apenas em intenção, mas também em ação externa), é que o ser
resguarda da influência das entidades coletivas e das atuais forças
desintegradoras. Grande é o impulso dado àqueles que assim se conduzem, pois
quanto maior o caos externo, maior a oportunidade de contato com leis
suprafísicas.
Figueira.
Pois bem, temos falado em conversas anteriores sobre o conceito
das “formas-pensamento”.
“Opinião pública” são formas-pensamento com alto poder de indução para
influenciar pessoas. Quanto mais fracas (pessoas alheias aos seus corpos
internos e estrutura evolutiva), mais influenciadas se tornam, podendo cometer
sérios erros de julgamentos.
De forma geral, somos altamente influenciáveis, cometendo vários
erros e muitos vezes atrocidades sem fim.
As guerras, sejam elas físicas, politicas, sociais, conceituais, agregam
indivíduos fracos que se deixam levar pela “opinião pública”, sem questionar
suas origens, fatos e acontecimentos.
A “opinião pública” é uma forma de promiscuidade que vai se
acentuando na medida que o indivíduo se deixa levar sem considerar fatores
internos, do seu coração, que o aquietaria para que pudesse formar uma opinião
própria a respeito.
A “opinião pública”, quebra de cara princípios básicos da Lei da
Vida, pois classifica indivíduos, situações, contextos, de forma superficial e
altamente tendenciosa.
Todos nós temos tomado decisões em cima de “opiniões públicas”.
Temos cometidos erros de julgamento e adotados medidas agressivas, na forma verbal,
física e com pensamentos.
Quando se pede silencio, pede-se o afastamento das “opiniões
públicas” para que determinados fatos, acidentes ou acontecimentos possam ser
refletidos com muita retidão, e impulsos internos, oriundos da alma, possam se
manifestar
Após isto, quando uma manifestação vem à tona ela é suave, não nos
altera e nos dá o livre arbítrio, para que no equilíbrio, possamos decidir.
As forças involutivas, neste final de ciclo, estão soltas,
desesperadas, pois estão no limite do derradeiro, portanto, a mentira, a fofoca,
a ilusão o engodo, tem sido fomentado com o intuito de trazer a
intranquilidade, o ódio, a raiva, a agressão.
Desta forma:
Precisamos ficar atentos;
Pensar e refletir sempre, antes de agir;
Tomar decisões baseadas em impulsos internos, portanto em equilíbrio;
Deixar de lado a estrutura da vingança e da agressividade;
Exercer grande tolerância e finalmente acreditar que nada está
desorganizado, mas evoluindo segundo critérios escolhidos pelos próprios
seres humanos.
Exercer plenamente a fé e a entrega.
Hilton
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