sexta-feira, 8 de fevereiro de 2019

Passos Atuais - 41a Parte. "opinião pública"


A chamada “opinião pública”, que tem grande poder de atuação em determinada nações, é na realidade uma entidade que hoje vaga ao sabor das forças involutivas. Sob a ação desta entidade “opinião pública” muitos seres agem, pensam e sentem de maneira diversa aquela que lhes seria ditada pela sua própria consciência interior.
Somente concentrando a própria energia no centro do ser, sem buscar nada para si e doando-se (não apenas em intenção, mas também em ação externa), é que o ser resguarda da influência das entidades coletivas e das atuais forças desintegradoras. Grande é o impulso dado àqueles que assim se conduzem, pois quanto maior o caos externo, maior a oportunidade de contato com leis suprafísicas.
Figueira.

Pois bem, temos falado em conversas anteriores sobre o conceito das “formas-pensamento”.
“Opinião pública” são formas-pensamento com alto poder de indução para influenciar pessoas. Quanto mais fracas (pessoas alheias aos seus corpos internos e estrutura evolutiva), mais influenciadas se tornam, podendo cometer sérios erros de julgamentos.
De forma geral, somos altamente influenciáveis, cometendo vários erros e muitos vezes atrocidades sem fim.
As guerras, sejam elas físicas, politicas, sociais, conceituais, agregam indivíduos fracos que se deixam levar pela “opinião pública”, sem questionar suas origens, fatos e acontecimentos.
A “opinião pública” é uma forma de promiscuidade que vai se acentuando na medida que o indivíduo se deixa levar sem considerar fatores internos, do seu coração, que o aquietaria para que pudesse formar uma opinião própria a respeito.
A “opinião pública”, quebra de cara princípios básicos da Lei da Vida, pois classifica indivíduos, situações, contextos, de forma superficial e altamente tendenciosa.
Todos nós temos tomado decisões em cima de “opiniões públicas”. Temos cometidos erros de julgamento e adotados medidas agressivas, na forma verbal, física e com pensamentos.
Quando se pede silencio, pede-se o afastamento das “opiniões públicas” para que determinados fatos, acidentes ou acontecimentos possam ser refletidos com muita retidão, e impulsos internos, oriundos da alma, possam se manifestar
Após isto, quando uma manifestação vem à tona ela é suave, não nos altera e nos dá o livre arbítrio, para que no equilíbrio, possamos decidir.

As forças involutivas, neste final de ciclo, estão soltas, desesperadas, pois estão no limite do derradeiro, portanto, a mentira, a fofoca, a ilusão o engodo, tem sido fomentado com o intuito de trazer a intranquilidade, o ódio, a raiva, a agressão.
Desta forma:
Precisamos ficar atentos;
Pensar e refletir sempre, antes de agir;
Tomar decisões baseadas em impulsos internos, portanto em equilíbrio;
Deixar de lado a estrutura da vingança e da agressividade;
Exercer grande tolerância e finalmente acreditar que nada está desorganizado, mas evoluindo segundo critérios escolhidos pelos próprios seres humanos.

Exercer plenamente a fé e a entrega.
Hilton

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