Pensamento
do dia, domingo, 27 de março de 2016
"O
servo de Deus é alguma coisa, o escravo de Deus é maior."
Sri
Aurobindo.
Pois
bem, queremos ser servos ou escravos?
Se
analisarmos esta conotação de servo ou escravo, no âmbito terreno, isto muda,
pois aqui escravo serve com humilhação.
O
servo, de certa forma questiona certos atos de seu patrão, pois usa seu nível
de consciência, analiticamente, portanto, julga.
No
Plano Maior, podemos dizer que as consciências ali existentes, como as
hierarquias, são “escravas” de Deus, obviamente, sem esta conotação de
humilhação, pois servem ao Onisciente, Onipresente e Onipotente.
Aqui
na Terra não queremos ser servos e muito menos escravos, pois subestimamos os
níveis elevados com os níveis da consciência terrena.
Parece
que em todo lugar do universo, o que predomina são os parâmetros que
conhecemos. Santa ignorância.
Parágrafo
1: Extraterrestres são invasores, intraterrenos esquisitos cheios de terra que
moram entre as pedras, a maldade predomina, os interesses acima do bem comum,
morrer é o “fim”, viver é sacrifício, doar só se tiver a reciproca, religião
define guerras, competir é a meta do aprendizado, plano astral é o plano dos
fantasmas para nos assustar, o corpo físico é único, o espirito é para alguns
doidos, o que vale sempre é ter mais e ser mais, quem tem manda, quem não tem
obedece.
Enfim,
a maioria vive em cima de conceitos e preconceitos que são os mesmos após
séculos da nossa existência e do nosso desenvolvimento material, onde pouca
coisa mudou e o que mudou piorou.
Quando
nos conscientizarmos da magnitude de Deus, talvez possamos mudar algumas
coisas, mas por enquanto, Deus é algo estranho que criou tudo o que sei e
conheço, mas tá sempre distante e se aparecer vou morrer de medo.
Nesta
visão tão distante e tão retrograda, para os tempos atuais, da “imagem” de
Deus, temos nos distanciado justamente no momento que deveríamos nos aproximar,
pois o incompreensível vem batendo à nossa porta, para se apresentar e o
conhecermos, mas ainda temos receio de “abrir as portas”.
Com
isto temos nos mantido nos tempos medievais, onde muitos viravam bruxos no
momento em que contrariavam “certos postulados”, definidos por pessoas com
interesses escusos e mesquinhos.
Isto
mudou? Pouca coisa.
Estamos
no limiar das grandes mudanças na Terra e muitos ainda se focam essencialmente
no seu quintal.
Ah!,
mas muitos podem alegar que não sentem isto. Claro, ficaram tão distantes por
tanto tempo que se convenceram das definições do parágrafo 1, como forma de
compararmos o baixo nível espiritual que nos encontramos.
No
entanto, não será pela raça humana que a Terra deixará de manter a sequência do
seu padrão evolutivo, pois como sabemos os mundos seguem níveis evolutivos na
sua linhagem de evolução, coordenados pelos Logos Planetário (espécie de alma
do planeta).
A
raça humana tem pela sua definição, um ser superior. Com alma individualizada
possui a oportunidade de aproveitar ou não este momento importante da virada
evolucionária da Terra, mas como tem sido, será no livre arbítrio que cada um
decidirá pelo seu continuísmo ou saltará para o novo formato de se viver.
Mães,
pais, famílias, sempre desejam o melhor para seus filhos, mas poucas mães,
poucos pais e poucas famílias chegam a este nível de informação e prosseguem
exercendo os preparatórios de seus filhos, fazendo-os integrarem o corpo com a
alma.
Deixá-los
bonitinhos e sadios, fisicamente, além do limite das burras instruções
escolares, tem sido o limite das preocupações.
Temos
perdido inúmeras gerações que ficam no âmbito da baixíssima consciência no
planeta, sem conseguirem perceber, num simples olhar para o céu, da
grandiosidade que vivemos.
Hoje
falamos em sofrimento, mas o maior dos sofrimentos é a ignorância e este
sofrimento tem sido uma constante no planeta, onde formamos pessoas
inconsequentes e distantes daquilo que são, na realidade.
Que
Deus nos ajude.
Hilton
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