Pensamento
do dia 26 de março de 16.
O
amor de Deus, a caridade para com os homens, são o primeiro passo em direção à
sabedoria perfeita.
Sri
Aurobindo.
Pois
bem, estamos num momento em que somente a sabedoria elevada irá nos orientar.
Esta
sabedoria virá de fora da Terra, trazida por seres extraterrestes que, após as
transformações globais, irão nos ajudar a reconstruir um novo conceito de
morada, de convivência, de evolução.
Tudo
o que conhecemos terá pouco aproveitamento neste futuro tão próximo, mas é
preciso considerar que ganhamos a base e as forças iniciais para esta nova
etapa.
Podemos
dizer que aprendemos o que não se deve e não se pode fazer, para que nesta
próxima etapa, aprender o que se deve e o que se pode fazer, em alinhamento com
as forças universais.
Nosso
aprendizado no negativismo e na negação da Luz, foi extenso, doloroso,
sofrido, mas entraremos rapidamente na fase da superação e do correto uso da
vida que nos tem sido fornecida pela Terra.
Decaimos
a níveis impressionantes, mesmo para Aqueles que vinham nos avaliando e
acompanhando, pois ao optarmos pelo livre arbítrio, pela liberdade de escolha,
não tivemos a mínima disciplina e o respeito sob o ponto de vista da
convivência mútua no planeta.
Podemos
dizer que a experiência da raça humana no planeta Terra foi um fracasso.
Usamos
todas as alternativas em termos de “tempo e lugar” para atitudes de
recuperação, mas todas elas vingaram por “tempos” relativamente curtos e
isolados, com pequenos movimentos de ascenção e grandes movimentos de quedas.
Nenhum
pais, sociedade ou lugar, conseguiu manter-se digno aos princípios básicos da
Lei do Amor.
Hoje
podemos dizer que nenhum local do planeta possui a capacidade necessária de
sobreviver ao caos.
Sri
Aurobindo nos chama para os momentos do “último suspiro” desde que uma
possibilidade de despertamento possa ocorrer, individual e isolada, no tocante
ao aspecto de acolhermos este amor de Deus, absorve-Lo, refletir sobre Ele e
dar as últimas respostas de forma positiva para as únicas coisas que ainda
estão ao nosso alcance, a caridade com nosso semelhante.
Cabe
entender que a palavra semelhante se aplica aos demais reinos, também.
A
separatividade, a indiferença e o orgulho tem sido os principais sentimentos
que tem assediado as famílias em geral.
A
competitividade, a vaidade, o orgulho, a mesquinhez e a prepotência nos levou
para ampla derrocada, onde trocamos os valores de Deus pelos valores da Besta.
Estamos
num largo e veloz processo de desagregação, agravado pelas dificuldades que
todos vem enfrentado e que está se acelerando a cada dia que passa.
Hoje,
estima-se em quase 60 milhões de refugiados no mundo. Este número irá crescer
substancialmente na medida que os movimentos telúricos começarem a
manifestar-se.
Será
o momento em que a caridade deverá tocar no coração dos homens, mas creio que
esta energia será repelida pela dureza e pela solidez que temos mantido nos
nossos corações, aumentando o isolamento e a insensibilidade.
Não
podemos esquecer que será somente uma questão de tempo para que todos os seres
humanos da Terra, estarem em circunstancias semelhantes.
Enfim
o quadro é drástico, mas lampejos de Luz e Amor não param de colidir em nossos
corações. É preciso abrir-se, expor-se, implorar, orar profundamente para
rompermos a dureza que envolvemos nosso coração e nossa alma.
Superar
as diferenças, os desatinos, a insensatez, o orgulho, não é mais uma opção, mas
uma real necessidade para sermos assistidos, orientados e quem sabe conduzidos.
Reflitam.
Hilton
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