No
atual momento planetário, o uso de grandes quantidades de medicamentos acarreta
um desgaste acentuado, pois o relacionamento puro, como teria sido necessário,
não pôde estabelecer-se entre curador e paciente; na realidade, é preciso uma
interação interna, acima de fatores materiais, entre a consciência do curador e
o ser interno do paciente. De fato, quando esse relacionamento não é observado,
os medicamentos podem causar desequilíbrios nas redes sutis que envolvem o
corpo físico do homem.
Todo
um grupo de futuros curadores já está sendo preparado pela Hierarquia, para que
o correto Serviço se instale na próxima etapa da vida de superfície terrestre.
Figueira.
Pois bem, é notório como somos fãs de medicamentos.
Quanto maiores forem as reações, temos a ilusão de que melhores
são.
Na realidade as reações estão causando, com ampla possibilidade, os
desequilíbrios nas redes sutis que envolvem o corpo físico do homem.
Também de nada adianta não tomar remédios e achar que a natureza
por si só irá nos curar. É preciso que movimentos internos, que a luz interna, produzam
os efeitos necessários para que o corpo volte-se para sua harmonia.
O mental e o emocional, altamente influenciáveis pelas circunstancias
do nosso meio ambiente deplorável, não tem conseguido organizar-se para que esta
luz interna, também chamada de fogo interno, manifeste-se, reagindo contra os
fatores do desequilíbrio em nosso corpo físico.
O curador no futuro terá amplas facilidades para exercer o ato de
curar, mas a situação atual é critica e desfavorável, pois o paciente recebe o
tempo todo informações contraditórias.
A doença é a manifestação física do desequilíbrio. Um carma em exercício,
manifestado por uma doença, realiza as compensações necessárias, no processo da
purificação. Nem sempre poderá ser compensado ou curado, na fase atual que
vivemos, pois não há tempo para que a encarnação em andamento possa realizar
novas compensações, desta forma, a doença precisa prosseguir e concluir.
A cura exercida pelo curador, nem sempre visa a doença em
desenvolvimento no paciente, mas visa seu equilíbrio interno, via manifestações
de luz que irão ocorrer no processo de saneamento que a doença vem exercendo.
O curador não cura, mas acende a centelha, gera a faísca que irá
acender o fogo interno de cada paciente para que o que foi previsto pelo
destino se realize da melhor forma possível.
De certa forma e em linhas gerais, o paciente precisa buscar a
harmonia e a paz interna, possivelmente através do curador. Este por sua vez
tenta canalizar ações que possam amenizar, aliviar ou quem sabe sanear de vez a
desarmonia em evidencia.
É uma luta titânica, pois nos encontramos num planeta cármico,
onde a desarmonia é o objetivo básico das forças involutivas.
Nossas deficiências físicas, mentais e espirituais, estão sendo
colocadas em evidencia. Não exsite o conceito do castigo ou da punição, mas
estas manifestações nada mais são do que uma forma de percebermos nossas deficiências
para que possamos ter a chance de supri-las.
Nada nos acontece sem nosso consentimento, concordância e sem que
a mereçamos, portanto extrair aspectos positivos do que se está passando é importantíssimo.
O curador tem esta função, no intuito de
ajudar para que esta percepção ocorra.
No grupo desenvolvemos a figura do tutor, ou seja, aquele que
tutela alguém que consentiu seu “tratamento”, a um grupo de cura.
O tutor é a presença física do curador e das energias curativas
que poderá envolver o paciente em questão. Sua função é essencial e primordial,
pois ajudara duplamente: as energias manifestadas, bem como deverá acentuar a
capacidade de compreensão do paciente que se submete ao “tratamento”.
Curador e tutor em vários momentos tornam-se um só, tornam-se o
canal que conduz à “Fonte” para que a fogo interno se manifeste e atue sobre o
paciente.
A responsabilidade do curador e do tutor são grandes. Ambos
precisam ter muita compreensão, conhecer os assuntos sobre cura e a arte de
curar, além manterem-se em constante equilíbrio.
Enfim este assunto é bem extenso. Aos poucos iremos conhece-lo para
melhor “trabalharmos”.
Caso tenham perguntas especificas, estamos à disposição.
Hilton
Nenhum comentário:
Postar um comentário