Pensamento
do dia 01.05.16
Esta
é a primeira coisa necessária: aspiração pelo Divino.
A
Mãe.
Pois
bem, aspirar o Divino, podemos dizer que a grosso modo são uma série de
procedimentos que nos leva a esta busca.
Isto
ainda não é natural na gente. Perdemos ao longo das eras esta possibilidade que
encontra-se no âmago do nosso ser, pois ao nos depararmos com tanta ilusão e
tantos sentimentos negativos, isto foi encoberto e hoje está desaparecido.
Imaginamos
o Divino lá em cima e nós aqui em embaixo, quando na realidade esta relação de
“cima e embaixo”, não existe, portanto é mais uma das armadilhas da ilusão.
O
Divino está intrinsicamente dentro de nós.
A
busca não precisa ser externa e muito menos material, pois quando nós voltarmos
para dentro, ele se anuncia, aparece e exalta as coisas mais elevadas que
possuímos.
No
entanto, hoje buscamos o Divino nos templos, nas igrejas, nas doutrinas e
“barganhamos” sua presença.
Ainda
assim é lícita estas alternativas, mas aos poucos o homem precisa se
desvincular destas rotinas e buscar em si próprio, aquilo que sempre esteve em
si mesmo.
Obvio
que ao mantermos as estruturas ilusórias da vida, não sobra espaço mental para
absorvemos novas possibilidades.
A
ilusão da vida, onde nos envolvemos com estados de sofrimento e euforias
passageiras, tem nos acorrentado ao longo das vidas, numa luta insana,
completamente repetitiva e sempre para as mesmas coisas, ou seja, a mordomia
material.
A
aspiração acontece quando começamos a promover, por iniciativa própria, estes
rompimentos com a ilusão, das “necessidades materiais”.
Este
primeiro passo é o mais difícil e o mais desgastante, pois iremos nesta
empreitada, contra nossos princípios que por eras, vidas, assimilamos,
incorporamos e lutamos para mantê-los. Esta luta foi cruel, pois matamos,
dilaceramos, trucidamos pessoas, estruturas, reinos para conquistar e manter o
que sempre “escorreu pelos nossos dedos” como água.
No
entanto, já nos primeiros lampejos do Divino, sentiremos a nova e única
realidade que existe e as ilusões começam a se dissolver e desaparecer como
fumaça.
Infelizmente
poucos creem nisso e pouquíssimos estão dispostos a mudar certas regras,
posturas, procedimentos, posições para pelo menos tentar este outro lado da vida,
a vida real.
O
medo aprisiona, detona e tolhe as poucas iniciativas que com alguns “insights”,
somos estimulados.
Em
seguida vem a soberba, o orgulho e o egoísmo que acabam por detonar tais
iniciativas, no entanto, quem consegue resistir e insistir jamais se
arrependerá e será amplamente estimulado a seguir em frente.
Como
temos dito, a partir da nossa pequena e envergonhada iniciativa, forças
poderosas, licitas e recheadas de amor, acercam-se de nós, pois sabem que nossa
resistência é muito pequena e muito frágil para suportar grandes embates e
desafios, então somos incentivados a continuarmos e se dermos a mínima
correspondência, somos reforçados em nossa defesas.
É
preciso, nestes tempos finais do ciclo planetário, posturas completamente
diferentes das que temos manifestado nesta e nas anteriores, pois os
tempos e os movimentos são anormais.
Vamos
refletir e se nos interessarmos pois esta sugestão, abraça-la com muita força e
muita boa vontade. A partir do primeiro, passo para os demais tudo ficará
simples.
Hilton
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