segunda-feira, 29 de janeiro de 2018

Os Reinos - 4a Parte - Reino Vegetal

O Reino Vegetal

Os seres do Reino vegetal aprimoram sua doação e irradiação de amor em nível sensorial, porém de forma pura e imaculada: nutrem, sustentam e curam os membros de outros Reinos, exalam aromas harmonizadores, buscam incessantemente a luz e expressam elevados padrões de beleza.
O bom relacionamento entre os homens e as plantas expande os dons tanto do Reino humano quanto do vegetal. Neste começam a despertar núcleos que se ativarão quando entrarem na escala de evolução seguinte, a animal. Se a atitude dos homens diante das plantas estiver livre de vibrações grosseiras, estimulará essa consciência futura e ajudará na formação de instinto impregnado do sagrado, sem os traços agressivos existentes no Reino animal de hoje. Sob essa estimulação sutil, a vida vegetal passará à animal manifestando docilidade e nobreza maiores do que as até agora vistas.
Atualmente a expressão do Reino vegetal é uma das mais puras encontradas na superfície da Terra. E o Reino que mais cumpre o propósito de sua existência neste planeta, e só não chegou a maior plenitude por causa da densidade do psiquismo terrestre.
Todavia, no Reino vegetal há espécies que se afastaram da meta evolutiva, tais como o tabaco e a papoula, entre outras que propiciam a corrupção de seres humanos. Tais espécies deixarão de existir, por não corresponderem ao propósito do planeta. Essa seleção de espécies é feita ciclicamente em todos os Reinos, para que estes possam desenvolver qualidades superiores.
Figueira.

Pois bem, a interatividade entre os Reinos é amplo, imprescindível e inexorável.
O reino humano são os deuses dos demais reinos, face sua posição superior nesta escala evolutiva, de onde deveria vir o exemplo e a colaboração para a expansão destes reinos. Infelizmente não é assim, temos sido os principais predadores que destroem espécies e esperanças no continuísmo que estes reinos deveriam ter no seu processo evolutivo.

A interatividade do homem com o reino vegetal, reino que se oferta expontaneamente para suprir nossas necessidades básicas de reposição energética, tem sido alvo de muita destruição ao longo do tempo. Depreciamos nosso próprio meio ambiente e nossa subsistência.
A manipulação genética que tem ocorrido, sem a devida contrapartida espiritual, vem transformando nossos alimentos em nossas principais doenças. O foco se concentra na exploração comercial, somente, pois deixamos de lado fatores prioritários para esta expansão, que deveriam conjugar-se com conceitos divinos e as Leis da Criação.
Não atingimos nem 10% do potencial que o reino vegetal poderia nos proporcionar. A contrapartida tem sido o grande desconforto e a sucessão de doenças que vem se desenvolvendo entre nós.
O ser humano está enfrentando e irá enfrentar grandes epidemias de doenças que estão retornando com outro status, muito mais fortes e agressivas, face ao desequilíbrio gerado no meio ambiente. As grandes epidemias do passado, que dizimaram milhares de pessoas, deverá dizimar numa escala muito mais ampla, atingindo a escala do bilhão. O panorama não é nada bom e ficará pior.
Na física, toda ação gera uma reação contraria com a mesma intensidade. Dá para deduzir o que nos espera.

Desta forma, aqueles que acreditam e possuem certa sensibilidade a respeito devem mudar. Devem ter uma vida mais alinhada e mais suscetível a estas informações, colaborando de alguma forma com a harmonia necessária.
Rever os conceitos, a postura, os procedimentos, a forma de ser e de interagir faz parte do processo da evolução. Podemos até ter este impulso mas se não praticarmos este se esvai e só retornará em outra vida. As oportunidades são infinitas, mas vem para uma vida. Se repetirá na seguinte, pois não existe escala de tempo no infinito, portanto caberá a cada um decidir o que fará com o impulso no momento da sua manifestação.

Fiquem atentos. Tais impulsos são sutis e exigem atenção.
Hilton

Imagem: Nova Acrópole - Portugal - Coimbra

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