segunda-feira, 1 de fevereiro de 2021

Passos Atuais 247a Parte. Diversidade de mundos.

Afinidades além da Terra. 

 Pois bem, vivemos num eterno aprendizado e ontem mais uma importante informação foi consolidada, que compartilho.

Há uma correlação entre povos, entre mundos, entre povos de outros mundos com a Terra e da Terra com povos em outros mundos.

Tínhamos uma noção mais aproximada destas afinidades entre os encarnados com os desencarnados. Na união familiar constituída, apesar de ser totalmente cármica, em que um deve algo para o outro, na passagem de alguém para o mundo astral, o vínculo se mantem e se desdobra face aos apegos ou ódios que foram constituídos na vivencia no mundo material.

É comum o apego manter-se e a saudades acabava por reforçar este vinculo.

Digamos que o mundo astral fica bem perto do mundo material, não em distância, mas em sentimentos.

Dado os vínculos cármicos e os desenvolvimentos evolutivos, esta relação entre vivos e mortos pode se tornar amena ou intensa, positivamente ou negativamente. A condição de ser amena é a melhor de todas para manter-se o grau de liberdade que cada um precisa para se desenvolver.

É comum a reencarnação de pessoas que já se relacionaram uma vez ou até muitas vezes, para consolidar vínculos de amor e não de ódio. Isto tem motivado o reaparecimento de cada um em diversas formas de relacionamento, ora como pai, como mãe, como irmãos, como parentes, como sócios, como vizinhos e assim vai se distanciando, enfim vínculos formados, sejam quais forem, precisam consolidar uma relação de amor e superação do ódio.

No entanto percebeu-se que esta relação é muito mais abrangente, ultrapassando o mundo astral e entrando por mundos diversos por todo o universo material.

Parece ser relativamente comum um ser humano da Terra manter uma relação espiritual com um ser de outro mundo, em outro sistema, em outra galáxia. É possível uma familia terrena manter inúmeras afinidades com outra família de outro mundo.

Para esta escala de aproximação imagina-se que os níveis espirituais de ambos precisam ser relativamente próximos, mesmo que intelectualmente haja disparidades. Sendo assim digamos que a partir do corpo etérico pra frente, no que envolve a alma e a mônada estas afinidades fiquem próximas e com isto o vinculo acaba por estimular e aumentar a capacidade de ambos na intuição, nos sentimentos, nas sensações e na solução de conflitos.

Digamos que um irmão do planeta A (planeta em evolução), mantem uma afinidade com uma irmã na Terra (planeta cármico). A irmã terá mais dificuldades que o irmão, mas juntos adquirem novas capacidades de desenvolvimento. Esta simbiose passa a ser favorável aos dois.

Enquanto criança, esta possibilidade é muito mais intensa, próxima e acontece com regularidade, entre a irmã e o irmão, em nosso exemplo, mantendo vínculos espirituais com reflexos intelectuais e assim um ajuda o outro.

Quando adultos, cristalizamos e afastamos, na maioria da vezes, esta possibilidade, dada a fraca educação que recebemos, onde a dúvida sobre mundos habitados, vida além da Terra, espiritualidade e amor são afastados ou ridicularizados e, taxativamente, elimina-se estes aspectos das nossas crianças. Procura-se compensar esta postura torta e desvirtuada com bens materiais reforçando a posse, o domínio e a ilusão sobre as conquistas materiais, tornando irrelevante  a evolução espiritual. Separa-se assim o que deveria ser acentuado.

Os mundos externos são cheios de vida, alguns possuem certa semelhança com a vida na Terra, outros possuem condições de sobrevivência muito melhor e outros muito pior (são os planetas de expiação em fase mais preliminar) e outros são quase imateriais, em dimensões acima da 5ª, cujo desenvolvimento é muito elevado e sutil, onde o material serve totalmente o espiritual.

Certos humanos da Terra mantem vínculos com seres destes planetas elevados e sutis e daí surgem as possibilidades para o desenvolvimento da raça humana, seja no plano material como no espiritual. Na contrapartida  outros humanos mantem vínculos com seres de baixo nível espiritual, acentuando as distorções das Leis em curso. Infelizmente o predomínio tem sido do 2º caso, onde a ganancia e egoísmo alinham-se com as forças involutivas presentes.

 Enfim é importante saber que nossos relacionamentos vão muito além do mundo astral, vão muito além dos mortos, e em cada etapa do processo evolutivo isto se sutiliza e passa para mundos incorpóreos.

Manter um estilo abrangente de educação em nossas crianças, onde a diversidade de mundos e a espiritualidade recebam sua atenção, irá permitir que estas não percam as oportunidades que se oferecem.

 Temos de ser abrangentes e incluir no rol de possibilidades, o que está além da Terra. Mesmo que não seja visto com os olhos físicos, o coração percebe e recebe as emanações de outro “irmão” que mantem certa afinidade. Não há limites, não há barreiras, não há espaço e tempo, o que existe são somente preconceitos que precisam ser superados.











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