Pensamento do dia 01 de setembro
de 2015.
Voltem-se sempre, com inocência,
para o Amor, para o Amor que ama todas as coisas.
Dorothy Maclean.
Dorothy
Maclean: escritora
e educadora do Canadá em assuntos espirituais, sendo um dos três elementos
fundadores da Findhorn Foundation, no norte da Escócia. Obteve um bacharelato,
de três anos, em Artes na Universidade de Western Ontario.
Nascimento:
1920, Guelph, Canadá
Educação:
University of Western Ontario
Obra: A
comunicação com os anjos e os devas: uma forma mais profunda de comunicação com
os princípios criadores da Natureza
Organização
Fundada: Fundação Findhorn
Pois
bem, temos um importante recado desta pessoa, que começou sua vida pública e profissional no MI6 – serviço secreto britânico,
derivando-se totalmente para atividades pacificas e isentas de qualquer tipo de
envolvimento, a não ser a pratica do amor.
Fez um
trabalho riquíssimo, em função de inúmeros contatos com os Devas – Anjos da
Natureza, aprendendo e nos transmitindo como a Mãe Natureza age na evolução dos
reinos.
Pouco
conhecemos sobre os Devas, pois não são humanos, possuem uma linha evolutiva própria,
completamente distinta da nossa e seguem outros padrões.
Tem como
objetivo a manipulação de substancias, não se influenciam com impulsos retrógrados,
mas seguem os princípios das energias criadoras, construindo ou descontruindo
imagens, formas e estruturas, plasmando os moldes etéricos, ou seja a base do
que existe no mundo manifestado (mundo material).
Permitem
assim que padrões arquétipos (formas originais na criação) se exteriorizem.
São essencialmente
espíritos construtores e transformadores dos níveis de consciência, podendo,
para isso, destruir estruturas ultrapassadas.
Não
possuem corpos físicos densos e contatos desta natureza exige um aprofundamento
grande na pureza e no amor para contata-los.
Não tem
mente como a humana, portanto seu processo criativo não se baseia e em pensamentos,
raciocínios e inteligência como a conhecemos.
Não se
submetem ao tempo que conhecemos, portanto, vivem um eterno presente e nele
desempenham suas tarefas.
Um ser
humano que se submete a desenvolver Tarefas Evolutivas, torna-se imprescindível
que estabeleça ligações internas corretas com o reino dévico.
A
Hierarquia dévica não foi atingida pela desordem externa que vivemos.
Participam da transformação do planeta, para torna-se sagrado, podendo
canalizar para isto, energias de polaridade positiva, negativa ou neutra.
Sua evolução
é isenta do livre arbítrio e do envolvimento com as forças involutivas; são
mensageiros, artífices, transformadores, construtores, destruidores, da manifestação
da vida em todos os planos de consciência.
Estão
sempre presente, quando um novo indivíduo, na procriação, seja vegetal, animal
ou humana, se manifesta. Sem eles não haveria manifestação das formas. Sem eles
não teríamos filhos.
São
confundidos com Anjos, mas possuem funções distintas.
Infelizmente
o que eles constroem, nos destruímos, desrespeitando o princípio básico da vida
como um todo.
Referência
para leitura: Glossário Esotérico – página 114 – DEVA.
É
importante observar como vivemos alienados a inúmeras estruturas de reinos, de
vidas, de seres, que não temos a menor ideia, ou quem sabe pouquíssimas informações
a respeito. Usamos e abusamos do planeta, como se fossemos exclusivos, únicos,
posseiros de uma superfície que pertence e interage universalmente.
Não
temos o menor respeito com a universalidade da vida, dentro e fora da Terra,
achando inclusive que somos “proprietários” de algo. Nem o próprio corpo físico
temos como preserva-lo para sempre, imagine o restante.
O recado
é explicito, direto, pois a base da vida é amor.
A inocência,
como foi citado, é imprescindível para o Amor.
Quando nos
tornamos adultos, temos nos tornados cristalizados, endurecidos, rígidos, como se
isto fosse a postura que obrigatoriamente temos de ter para sermos adultos.
Esta ignorância
nos corrói, pois ao perdermos a inocência, perdemos o senso da vida real,
evolutiva, da base do amor e da misericórdia.
Nós, adultos,
temos muito que reaprender com nossas crianças, mas não temos tempo.
Somos por demais ocupados para prestar atenção na inocência, na liberdade e na
sinceridade de uma criança. Por isso mentimos tanto e por isso desencaminhamos
nossos filhos para terem os mesmo defeitos que apresentamos.
Infelizmente,
somos um “espelho” embaçado, torto, distorcendo as imagens reais que deveríamos
transparecer para nossos filhos. E estes, sem opção, seguem a mesma distorção.
O
trabalho desta senhora com o reino vegetal, em especial, a levou para o reino
dévico, pois ao ressaltar seu amor inocente, expôs-se ao Amor que ama todas as
coisas.
Vamos
refletir.
Hilton
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