Pensamento
do dia, segunda-feira, 8 de fevereiro de 2016
"Devemos
estar desapegados até mesmo da necessidade de confirmações externas. "
Trigueirinho.
Pois
bem, o desapego é algo que incomoda muito.
Somos
por demais apegados em qualquer coisa que aparenta ser nosso, como se
pudéssemos ter alguma coisa na escalada da vida reencarnatória e evolutiva.
Outro
aspecto que tem sido notório é a necessidade das confirmações.
Duvida-se
de tudo e para isto a repetição gera as confirmações e estas acabam por nos dar
a possibilidade de aceitarmos. Isto é absurdamente ultrapassado.
Isto
acontece pelo fato de vivermos na mentira.
Ninguém
confia em ninguém. Isto é fato.
Neste
final de ciclo terreno, se nos apegarmos às necessidades das confirmações,
sejam elas internas ou externas, corremos o risco de perder as possibilidades
positivas do que vem ocorrendo.
É
precioso muita atenção em tudo que nos envolvemos ou somos envolvidos,
independente de sermos ou não voluntários daquela situação, pois entramos num
ritmo alucinante, frenético de movimentos, energias e contatos.
Temos
conversado em nossas reuniões sobre a necessidade da extrema atenção para os
recados e as informações que temos recebido, pois nelas podem vir guardado
níveis de informações mais sutis e mais elevadas que muitas vezes exige
providencias que ao cumprirmos, seremos assistidos e contatados.
Muito
bem, e porque tais informações não chegam até nós de forma mais explicita,
direta, sem tanto “lero lero”.
Isto
ocorre de acordo com a lei soberana aqui na Terra, a do livre arbítrio. Na
medida que me esforço para perceber e deduzir a possibilidade de realizar
certas Tarefas, ou dar certo empenho em tais informações, libero-me no livre
arbítrio da possibilidade de realizar algo acima da minha capacidade normal
(matéria) e alocar energias espirituais para poder cumprir algo a mais, algo
acima das minhas limitadas possibilidades no plano físico.
Somos
sistematicamente observados, testados e na medida das nossas repostas,
amplia-se nossa capacidade de Trabalho.
Parece
que muitos não se dão conta desta sutileza. Mesmo aqueles que estão no Grupo,
onde de certa maneira deveriam estar focados neste algo a mais, acabam por
caírem na vala comum e realizam exclusivamente o essencial.
Não
persistem, não aderem, não refletem, distraem-se com qualquer merrequinha, ou
prendem-se a detalhes insignificantes, perdendo a possibilidade de aproximar-se
cada vez mais Daqueles que nos assistem.
A
ausência de reflexão e de concentração nas informações, nos faz, como
integrantes de um Grupo, tarefeiros comuns, que realizam certas tarefas sem
perceberem a extensão das suas ações dos seus desdobramentos.
Esta
falta de atenção e de, principalmente, reflexão antes de nos movimentarmos,
digamos, que tem a possibilidade de eliminar mais de 80% do potencial de uma
informação ou de um contato. Provavelmente com os 20% restantes, sejamos
incapazes de nos desdobrarmos à altura do que foi informado ou solicitado,
gastando-se energias sutilíssimas para nada.
Nosso
grau de precisão é por demais grosseiro e rudimentar.
Bom,
estamos evoluindo e nos aperfeiçoando. Isto é fato, mas não precisaria ser neste
ritmo tão lento e ineficaz.
A
desatenção, a sonolência, a preguiça, os adiamentos, a falta de persistência, a
ausência da busca, entre outras coisas, aniquila boa parte das nossas
conquistas realizadas, pelo simples fato de não usarmos ou utilizarmos incorretamente,
nosso potencial.
Estamos
em vias dos grandes movimentos, mas absolutamente despreparados.
Não
se fala aqui de preparações materiais, mas sim de adaptações espirituais que
aumentariam as probabilidades dos afloramentos intuitivos, das percepções
extra-sensoriais, nos colocando como pessoas a Serviço do bem maior.
Nossa
infantilidade e nosso excessivo materialismo, nos tem tornado pessoas
completamente fora do contexto atual desta transição planetária.
Enfim,
não há o que fazer, pois cada um escolhe seu caminho e a forma de percorre-lo.
Que
assim seja.
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