Pensamento
do dia 09.02.2016
Grandes
são as provas nas ocasiões em que peças- chave de um grupo decidem tomar outros
caminhos.
Trigueirinho
Olá
Grupo.
Estamos
trabalhando por amor?
Estamos
Trabalhando?
Por
amor a si próprio?
Por
amor aos demais?
Cabe
certas reflexões a este respeito, para quem se considera integrante do Grupo ou
de um Grupo.
Pois
bem, as provas serão cada vez mais intensas e cada vez mais sutis.
Isto
é necessário, pois estamos na reta final de uma grande jornada no livre
arbítrio, onde por um ciclo inteiro vivemos com a liberdade necessária para
manifestarmos o que temos de melhor ou pior.
As
provas superadas com êxito mostra que nos qualificamos para dar o passo
seguinte. Neste caso o passo seguinte será gigantesco, pois mudaremos de plano
e de Leis. A outra possibilidade será refazermos todas as lições que ocorreram
ao longo das eras no ciclo porque passamos.
Todo
Grupo submete-se a provas e nosso Grupo já se encontra sob estas circunstancias.
Quando
elementos chave de um Grupo alçam voos mais longos e intensos, o Grupo pode
estancar e pode regredir, mas se seus elementos reagirem a contento, retoma sua
jornada de forma mais amadurecida e mais forte para enfrentar novos desafios,
pois portais foram abertos.
As
perguntas iniciais, são cruciais para que cada um responda, analisando com
ampla honestidade e sensatez sua real posição neste contexto.
Vamos
lembrar que para as coisas do espirito só tem uma verdade. Não existe o talvez,
é possível, quem sabe, acho que sim, to fazendo o que posso, vai com calma, e
coisas do gênero onde procuramos nitidamente “enrolar”.
A
humanidade caminha para um grande e monumental descontrole. Será de tudo e
todos irão sofrer, pois fomos doutrinados a depender do “estado”, de uma
“sociedade” viciada e estagnada em dominar seus cidadãos, dando a eles as mínimas
coisas necessárias.
Neste
descontrole veremos como nossas carências são impressionantes, pois de certa
forma, temos nos contentado em ser conduzidos, só que para verdadeiros “becos
sem saída”.
A
maioria não se deu conta e muitos nem se darão. Estão tão entusiasmados com
algumas quirelas, que concentram-se em catar do chão e não atentam para o alto
ou percebem os grandes movimentos das nuvens e das tempestades se aproximando.
Trabalhar.
Interpretamos esta palavra como sendo única e exclusivamente o ato de nos
sustentarmos.
Trabalhar
é doar-se, voluntariar-se, elevar-se, evoluir espiritualmente para que possamos
dar nossa estrita e ampla contribuição na ascenção espiritual de todo o
planeta.
A
maioria não faz isto. A maioria trabalha em causa própria, pelo próprio
benefício, ou única e exclusivamente pela remuneração.
Outros
vieram a este mundo de expiação para fazer turismo, para conhecer as belezas
deste planeta azul, deliciar-se com as iguarias à mesa, desfrutar das
riquíssimas paisagens de nosso belo planeta sem aperceberem-se que todos os
cidadão que aqui encarnam vem para aprender e para resgatar atividades
espirituais comunitárias e individuais que fracassaram em outras eras e outros
mundos.
Só
que Deus para nos aliviar, nos deu um ambiente muito bonito e rico em seus
reinos, como forma de nos motivarmos e aliviarmos o cumprimento de Tarefas
extenuantes.
Demos
a contrapartida, se assim podemos dizer, pois os 7 bilhões de cidadãos, matam e
consumem 56 bilhões de animais para sustentar nossas inusitadas iguarias.
Vivemos
um dia a dia focado nas obrigações do cotidiano. A sustentação tem nos deixado
obesos, moles e lentos, atingindo não só o corpo como a mente.
O
excesso e a falta convivem lado a lado. Uns tem muito mais do que precisam,
enquanto outros não tem nada do que precisam.
Um
Grupo acaba se enquadrando nestas mesmas condicionantes, quando se acomoda,
quando deixa de elevar-se na velocidade necessária e que tem sido cada vez mais
rápida devido ao final do ciclo, de produzir o que foi capacitado, instruído e
orientado por “ondas de energias”, “apoios”, “Seres”, “sistemas”,
“ferramentas”, lhes foi cedido para serem usadas e não guardadas para
enferrujar.
Muitos
acabam se prendendo em processos cármicos próprios ou de terceiros, processos
estes que seguem seu próprio ritmo, pois todo processo cármico não pode ser
interrompido, onde acompanhar sem interferir é o que resta a fazer. Mas
debruçam como se fossem a “corda da salvação”, quando a única corda que poderá
vir será por intermédio da própria alma do indivíduo. Com esta atitude param,
deixam de ser proativos, participativos, afastam-se e se confundem entre o que
é assistir e o que é interferir.
Misturam
alivio cármico com sofrimento, entram em queda livre sobre suas atividades sem
perceberem que muitos outros os aguardam.
O
Grupo sofre o baque, pois a perda de um tem efeitos importantes em todos.
Esta
recuperação retarda, atrasa e atividades em andamento podem sofrer
interrupções.
Entramos
na fase da maturidade seguida de grande responsabilidade. Não há mais tempo.
Pensar
no conjunto precisa ser a tônica do processo.
O
indivíduo, a individualidade será fruto das suas próprias condicionantes
cármicas, que poderá ser beneficiado se o conjunto funciona.
O
conjunto funcionando todos se beneficiam.
Não
temos como um cuidar do outro. Quem cuida é Deus, pois desconhecemos as pessoas
e suas reais necessidades. Mas, podemos assisti-las, orienta-las, desde que nos
esforcemos para sermos imparciais. Todo o resto é fantasia.
Enfim,
maturidade é a palavra chave do momento. Imparcialidade é a postura chave do
momento. Equilíbrio é o único movimento útil do momento.
Grupo
maduro, imparcial e equilibrado tem condições de Trabalho. Sem estas
qualidades, só interfere.
Hilton
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