Pensamento
do dia 12.02.2016
Não
há conflito, comparação ou competição quando se vive segundo novos padrões.
Trigueirinho.
Pois
bem, o pensamento deixa claro que os novos padrões trabalha intensamente a
harmonia.
No
mundo “civilizado” atual, o conflito, a disputa, a competição ditam as “regras
de mercado” da vida de todos os cidadãos da Terra.
Disputa-se
até no quesito diversões, onde tudo virou uma competição acirrada, séria e
acima de tudo conflituosa.
Hoje
pouco se diverte, mas muito se compete.
A
comparação é algo que não deveria existir, pois não existe duas pessoas iguais
ou em condições de serem iguais no universo. Cada um possui diversas
singularidades que nos torna único nos universos a serem percorridos.
Níveis
de consciência, padrões atômicos, almas distintas, mentes únicas, destino
exclusivo, formações especificas, enfim cada um é um mundo à parte e cada um
irá percorrer um caminho exclusivo, mesmo que em determinadas circunstancias,
como no momento atual da Terra, iremos viver de forma concomitante, um final de
ciclo que a todos envolverá.
Mas
para cada um, situações especificas acontecerão neste ciclo que se encerra,
portanto cada indivíduo viverá este caos(organizado) de forma única e
exclusiva.
No
entanto, quanto mais pudermos aprender e absorver as regras gerais da vida, da
evolução e da nossa origem espiritual, mais iremos aceitar e compartilhar,
positivamente, estas inusitadas situações.
Para
alguns o escuro apavora, para outros é, simplesmente, um local sem luz.
Para
alguns o sol bronzeia a pele, para outras é a fonte da vida.
Para
alguns a fé é careta e para os carolas, para outros regula a vida e o
conhecimento.
Temos
divergências incríveis e tais divergências acentuam os conflitos, as
comparações e a competição.
Viver
novos padrões é adequar-se ao que virá, ao novo, ao desconhecido, não em sua
totalidade, mas é reconhecer que estes padrões irão regular a vida no futuro.
Isto
hoje é possível devido a intersecção das Leis atuais com as novas Leis que irão
regular o planeta. Digamos que, ou você coloca os pés lá ou fica com os pés cá.
Ontem
estive numa festa infantil. Adoro crianças, pois me sinto muito bem ao lado
delas e sinto uma simbiose de energias limpas, puras, autenticas, onde a
verdade predomina e o autêntico se expressa.
Isto
é altamente motivador, neste mundo tão desanimador, pois nestas crianças vê-se
a mão de Jesus sustentando nossos aspectos positivos e iluminados, aqueles que
todos tem quando somos recém encarnados, onde o amor e a verdade ainda
predomina.
Estas
novas gerações vem nos mostrar que a esperança e a continuidade, em processo de
elevação, é um fato, existe e se renova a cada instante.
Precisamos
de um mundo novo para elas e graças a Deus isto também é um fato, pois assim
foi prometido e assim será.
Olhando-as
brincando, soltas, leves, alegres, gargalhando de forma espontânea e
maravilhosamente lindo, vi a esperança do mundo novo e dos novos argumentos
divinos que o Plano Maior já nos reservou.
Milagrosamente
não havia parafernália eletrônica. Acreditem, não havia, alias foi a opção da
aniversariante.
Isto
fez com que elas ficassem soltas e unidas ao mesmo tempo, em cima de
várias atividades conjuntas, interagiram independente do sexo, da classe
social, e do poder eventual que suas famílias poderiam ter ou não, pois ali
predominava o básico das coisas sadias, a alegria e a igualdade.
Foi
impressionante como a aura destas crianças brilhavam. Claro que algumas se
destacaram pois temos hoje inúmeras crianças índigo e cristal que vem
preparando o nosso mundo, mas no geral a Luz no ambiente se intensificou.
Marisa
faz um comentário bonito, onde seu filho num parque público brinca com
gravetinhos, folhas, água e pedras, evoluindo a imaginação para mundos
perfeitos, assim como descobriu como foi interessante que pequenas formigas
andassem por sua mão. A simplicidade acentua a riqueza dos ambientes e da
natureza.
A
integração humana com os demais reinos é algo que será muito bem aproveitado na
Terra futura.
Enfim
são situações como estas, simples e absolutamente normais, que podemos
enriquecer nosso conhecimento, ganharmos motivação, sentirmos que não estamos
sozinhos, que nossos anjos e tutores nos olham com carinho, amor e compreensão,
pois ainda estamos numa fase extremamente infantil da nossa evolução.
São
estes olhos que precisamos ter nesta fase final do ciclo planetário, onde a
renovação para algo substancialmente melhor é um fato.
Viver
estes momentos precisa fazer parte da nossa alma, ressaltando nosso lado
criança, infantil e inocente, onde são os aspectos positivos e renovadores que
interessa.
Para
perceber a Luz precisa estar iluminado, pois a escuridão pode absorve-la e você
não a verá.
A
tristeza, os medos, a insegurança e principalmente a falta de confiança, ou
digamos de fé, é o que vem encobrindo nosso lado criança, nosso lado alegre,
nossa exuberância.
Vamos
refletir.
Obs.:
seria tão bom se todas a festa fossem infantis!
Hilton
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