terça-feira, 28 de fevereiro de 2017

Indiferença, uma atitude que nos exclue.



Pensamento do dia 28 de fevereiro de 2017

Vive no eterno.
Mabel Collins.

Pois bem, viver no eterno é viver com aquilo que não é perecível.
Um sentimento negativo uma hora se esvai, some, desparece assim que perdoarmos. Portanto, um sentimento negativo é perecível.
Amar, verdadeiramente e altruisticamente, não é perecível, pois quando amarmos jamais deixaremos de amar, portanto não se esvai.
Sendo assim, a forma que amamos, o jeito que manifestamos nosso amor é perecível, pois em certas ocasiões trocamos o amor pelo ódio, pela vingança, pela indiferença.

Creio que um dos sentimentos mais cruéis é a indiferença, ainda mais quando temos uma certa importância num contexto, pois esta indiferença poderá bloquear a evolução de alguém ou de muitas pessoas.
A manifestação da indiferença se dá de várias formas e se torna muito ruim quando se transforma numa vingança, no “troco”  de uma manifestação que nos julgamos injustiçado, ou de uma exposição que “julgamos” errônea.
A indiferença tem muito egoísmo, pois manterá uma concentração de forças que deveriam fluir, trocar, seguir.

Uma pessoa, um país, um continente pode se tornar indiferente às necessidades dos demais. Destas atitudes deriva-se carmas pesados, incisivos que virão de forma violenta e agressiva, pois a indiferença pode machucar o corpo físico, emocional, mental e o coração, ou seja, compromete de forma radical as ligações entre duas ou mais pessoas.
A indiferença de um continente, por exemplo, compromete todos os seus habitantes, pois torna-se carma coletivo.
A indiferença de um instrutor compromete o lado de cá como o lado de lá, pois impede os fluxos de energias e forças que deveriam fluir naturalmente.

Graças a Deus, usando um termo que todos compreendem, nossos irmãos extraterrestres e intraterrenos não são indiferentes conosco, mesmo que nossas atitudes para com eles possam ser extremamente agressivas e preconceituosas, pois levam em conta nosso elevado grau de ignorância para com as Leis que regem o Universo. Mesmo assim, são muitos prudentes pois se fossem se manifestar ostensivamente, ao se defenderem, poderiam nos machucar e isto é inconcebível da parte deles.
Criamos dificuldades até em sermos ajudados, pois nossa indiferença para com as criaturas de Deus são imensas.

Claro que muitos não pensam assim, pois mantem como  solução as tremendamente explosivas, porque contam com uma prepotência elevadíssima.

Enfim, equilíbrio não leva em conta a indiferença, mas também não leva em conta a interferência e entre estas duas posturas há um tênue diferença que os mais sábios distinguem com sua sabedoria.
Temos de nos tornar sábios para compreendermos as Leis que regem a vida e a Vida e assim caminharmos dentro dos seus parâmetros e alcançarmos seus objetivos.
Hilton

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