quinta-feira, 2 de junho de 2016

Prioridades?


Pensamento do dia 02 de junho de 2016.

A clareza emergirá do interior de cada um, pois lá está o núcleo que corresponde à Fonte de Luz do universo inteiro.
Trigueirinho.

Pois bem, vivemos momentos de muitas dúvidas, dúvidas excepcionais, pois tudo está em transição.
Não tem sido fácil para ninguém e não será.
Estamos perdendo nossos parâmetros, paradigmas e nossas referencias e dá para dizer que muitas são as que usamos em várias reencarnações, ou seja, nos acostumamos tanto com elas que podemos nos sentir “sem chão”, quando todas não servirem mais.
No entanto, dizem que o homem e muito criativo, mas nossa criatividade provem sempre de experiências passadas, ou seja, em algum momento vivemos situações semelhantes.
Neste final de ciclo, isto não acontece, ou seja viveremos situações inusitadas, onde nossa larga criatividade dificilmente será exercida pela falta de vivencias anteriores.
Isto, por um lado pode ser desesperador, mas por outro lado, pode ser alentador para os que permitirem serem conduzidos.
Em situações inusitadas, onde a mente não consegue raciocinar alternativas, é preciso usar corretamente a fé, onde a entrega, a humildade e a misericórdia, serão as energias que predominaram sobre os indivíduos conscientes da sua incapacidade em conduzir-se.
Estamos nas vias de fato destes argumentos, pois forças telúricas incríveis estão sendo liberados pela Mãe Natureza, na contrapartida de muito que fizemos e do que não fizemos para os reinos envolvidos, além de estarmos vivendo um ciclo de transformação do Planeta que trata-se do seu próprio processo evolutivo, independente dos reinos que abriga.

Desta forma, temos um sucessão de fatos e procedimentos dos quais o ser humano não tem e nem poderia ter controle sobre isto.
Mesmo assim, vê-se pessoas vivendo como se nada disso tivesse algum significado, fizesse algum sentido, pois deixaram de analisar o contexto, a universalidade do nosso planeta em troca das suas ilusórias necessidades imediatas.
É interessante como o contexto planetário não tem interessado a maioria, onde significativos alertas são transmitidos por cientistas, pela própria Mãe Natureza e pessoas coligadas a estes consideradas “estranhas” informações.

Na medida que o tempo passa e este tem se acelerado continuamente, vemos inúmeras transformações nos céus, nos oceanos, no processo climático, batendo recordes sobre as medidas existentes, como uma coisa corriqueira, sem importância, que não merece maiores atenções.
Nas aparições de Maria, de Jesus e em eventos desta natureza, os alertas são contínuos, exaustivos, tentando nos sensibilizar para que reformulemos nosso critérios de prioridades na vida, exercendo maior atividade espiritual do que as físicas.

Deveríamos estar vivendo de outra forma, completamente diferente da atual, nos preparando para as mudanças e para as imensas oportunidades que já estão entre nós. O que temos visto é pura apatia, insensibilidade, imensa capacidade de distração, foco somente nos aspectos físicos e ilusórios da vida material, intensas disputas de toda ordem, intensas competições, indisciplina, desequilíbrio, tentando inutilmente, administrar o agravamento das doenças, o agravamento das contaminações, impurezas de toda ordem, guerras nos lares, nas empresas, nas instituições, nos países, enfim estamos vivendo o apocalipse que nos mesmos construímos, que se somará ao apocalipse de reforma da superfície terrestre.

Temos de escutar a voz do coração, temos de contatar o nosso ser interno, temos de ter acesso a esta clareza interior que provem da Fonte de Luz.
Não temos mais como mensurarmos o que existe, imagina o que virá?
O homem tem de voltar-se para seu lado interno, para suas aspirações elevadas, para sua estrutura de fé.
Precisa reformular suas prioridades.
Precisa mudar seu estilo de vida.
Precisa ocupar-se com o intangível, num primeiro momento, pois este será tangível assim que sua clareza interior aflorar.

Enfim é preciso refletir, agir, reformular, buscar novas prioridades, pois as que temos buscado estão em quede livre.
 
Hilton

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