segunda-feira, 22 de setembro de 2014

Persistência.

Pensamento do dia 22 de setembro de 2014.

A fé só pode crescer pela vivência dela mesma.
Frei Luciano.

Pois bem,  vejam que sempre precisamos de persistência para realizar as coisas que desejamos ou precisamos.
Na vida material aplicamos esta persistência com relativa tranquilidade e de forma meio automática,  pois é o que desejamos quando nos focamos em um objetivo.
Na outra parte da vida, a espiritual, geralmente largamos, pois não estamos acostumados a vive-la como vivemos na vida material.   
Este erro é comum, gravíssimo e nos impede de viver na plenitude da vida, uma vez que não há vida material sem a vida espiritual. Aliás a única vida real e verdadeira é a espiritual, uma vez que a material oscila,  muda e em cada reencarnação se altera momento a momento em função do nosso humor, da nossa vontade, do nosso empenho,  do nosso desempenho, das nossas quedas, etc.
Poucos se atentam para seu lado espiritual, pois "não temos tempo" para este lado desconhecido e meio obscuro face a forma infantil e irresponsável que vivemos.
Fomos educados para sermos imediatos, imediatistas e irresponsáveis com nossas futuras gerações,  mesmo que de certa forma seremos estas futuras gerações.
Desta forma, o indivíduo que não vive sua fé,  que não ora, que não amplia sua capacidade mental para compreender este lado subjetivo da vida, torna-se um indivíduo inútil para ele mesmo e para a sociedade que bem ou mal, o acolheu.
A fé é um ato de entrega, de aceitação, de submissão, de reverencia, num primeiro momento, até alcançarmos a devida inteligência e a capacidade de compreender o conhecimento que nos foi enviado pelas lições na vida material.
Vejam como somos críticos,  pois normalmente só usamos as referencias que temos devido às experiência pessoais. Não consideramos quando criticamos, aspectos internos que a Vida Maior está se utilizando para lapidar o indivíduo e para que este alcance um conhecimento maior.

Enfim na fé somos capazes de superar quaisquer obstáculos,  barreiras, dificuldades além de ampliarmos as possibilidades de compreendermos o imponderável.
Poucos tentam esta possibilidade, este atributo e com isto a maioria se vê sempre às voltas com seus problemas "insolúveis".
Temos muito que aprender.
Hilton



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