domingo, 20 de dezembro de 2020

Passos Atuais 238a Parte. Atributo original.

 

És portador da chama que deve espargir o Bem.

Figueira.

 Pois bem, eis uma afirmação que devemos incorporar como parte dos nossos atributos.

Fomos educados e convencidos que não somos merecedores de atributos divinos. As religiões e a sociedade em geral, negam que o homem tem acesso a tais possibilidades.

Este grave erro nos condicionou a esquecer inúmeras percepções que tínhamos no “princípio”, da qual se utilizados com frequência e continuidade, poderiam abrir o único caminho que temos de percorrer, o da evolução espiritual.  

Perdemos ao longo do tempo, pela falta de fé, pela falta de uso, pelo ceticismo e descrença, de que compomos a divindade e temos a capacidade de utilizar seus atributos. Isto provocou inúmeras tendências negativas, separatividade, comportamentos distorcidos das Leis e o pior, a capacidade de compreender a vida como ela realmente é. O mundo da ilusão veio e preencheu esta lacuna.

Este espaço vazio foi ocupado pelo egoísmo, provocando a ganancia, a competitividade e acentuando os sentimentos negativos como a agonia, a desilusão, a mágoa, a covardia, entre tantos outros, despedaçando a integridade do homem em “mil pedaços”, que agora precisam ser juntados para nos recompormos e evidenciarmos a divindade que habita o coração de cada um.

 É um esforço grande, mas não é impossível e pode ser feito, mas exigirá uma auto renovação de conceitos, de princípios, de pensamentos e atitudes que, após dado o primeiro passo, será amplamente estimulado por impulsos da Origem.

Portanto, somos todos portadores da chama que deve espargir o Bem, e o Bem será exercido de acordo com a necessidade.

O homem atual faz uso do seu intelecto e se considera astuto e esperto por exercer este procedimento. No entanto, não percebe quão pobre e pequenas são as atitudes manifestadas pelo intelecto sob a influencia da personalidade. Somente a dúvida em admitir a vida cósmica, nos coloca aquém da base dos princípios primordiais da existência.

Por isso de tantas divergências, opiniões, contradições, inconclusões e atitudes irresponsáveis, pois o fato de nos distanciarmos dos impulsos divinos nos mantem desatualizados e à mercê de forças involutivas. Estas se alimentam das nossas divergências, dos nossos conflitos, dos nossos medos, sendo assim temos oferecido um verdadeiro banquete pelo tanto de energias conflituosas e por tantos desafetos que se formou na convivência social entre pessoas, entre povos e nações.

 Possuímos toda a divindade, todos os aspectos da Criação e do seu Criador. Isto é fato, fomos criados à imagem e semelhança de Deus. Mas, entre tê-los e usá-los há uma enorme distância.

É preciso, em primeiro lugar, nos convencermos de que possuímos este lado divino, e depois procurar compreende-los, para em seguida utilizá-los.

Nos convencermos deste lado divino é a parte mais difícil. Fomos por eras, por encarnações, convencidos do contrário. Vejam, é muito comum nos centros religiosos, seja de qual for a religião, as divindades estarem representadas no alto, distante, de forma quase inacessível, quando na realidade “as” temos ao nosso lado, ofertando-se sempre para disponibilizar aquilo que poderemos utilizar se mostrarmos a devida sabedoria e equilíbrio para isso.

 A auto renovação é a base para descobrir o modo correto de se viver e isto exige um realinhamento de ideias, princípios, conceitos e muita disposição. Incialmente a coragem de mudar, em seguida colocar em pratica o que acredita e assim criar um novo estilo de vida. Com o tempo esta nova postura “tocará o coração”, daí em diante seremos conduzidos e assim manifestaremos a chama do Bem.

Todos tem esse direito e todos, mais cedo ou mais tarde seguirão este caminho, pois ele é único, portanto,  em algum momento isto irá começar.

 Sedes portadores da Luz e não mais conduzireis, sereis conduzidos. (mensagem de Jesus para este texto)    


 









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