quarta-feira, 14 de fevereiro de 2018

Os Reinos - 8a Parte - Reino Dévico.


O Reino Dévico
Seres, consciências e Hierarquias de elevado grau de pureza integram o Reino dévico, cuja tarefa é propiciar a manifestação da Vida. Vasto é seu campo de ação: vai desde a concepção dos padrões ideais para tudo o que é tangível, até a plasmação dos moldes que correspondem a tais modelos. Trabalha com vibrações e representa a consciência do corpo de energias da grande Entidade regente do planeta.
A circulação da energia em um universo é acompanhada pelos devas, que atuam nos sistemas de comunicação, interligação, controle e irradiação de energias do cosmos — sistemas chamados Espelhos do Cosmos.
Como os demais Reinos que vivem sob a Lei da Hierarquia, os devas organizam-se de forma escalonada, encarregando-se de tarefas distintas e complementares. Assim, captam e transmitem ideias arquetípicas, constroem moldes etéricos para a sua concretização, ajustam o padrão criado ao modelo original, destroem formas ultrapassadas, entre outras funções que vamos reconhecendo à medida que penetramos as realidades internas.
Os devas não têm mente concreta nem livre-arbítrio, e por isso evoluem de forma diferente da nossa. Desenvolvem-se pelo perfeito cumprimento do propósito que lhes é dado conhecer, e não pela experiência adquirida na sucessão das vivências. Essa característica permite que, ao interagirem conosco, nos estimulem e capacitem a perceber o universo como um todo. Mas nem sempre temos consciência dessa interação.
A verdadeira comunicação com os devas é, em princípio, interior, e seus reflexos na vida externa podem nem ser notados. Contudo, a humanidade inteira chegará a relacionar-se conscientemente com eles em tempos vindouros, e assim poderá colaborar de maneira mais profunda no Plano Evolutivo. Esse relacionamento se fará por meio de corações puros.
Os devas trabalham sem buscar resultados. São seres de grande pureza, cujo campo de consciência não inclui vínculos, apegos nem envolvimentos.

Entre os seres do Reino dévico, os anjos são dos mais próximos a nós. Recebemos sua ajuda e a de grandes arcanjos, luzes protetoras da humanidade. Ocupam-se de orientar os espíritos encarnados no Reino humano para o destino transcendente e imaterial que os aguarda.
Um dos serviços mais intensos que grupos de devas menores prestam nestes tempos é a revitalização do nível etérico-físico do planeta. Eles introduzem energias puras na matéria, ajudando desse modo na sua sutilização e na comunicação entre todos os Reinos.

O Reino dévico acolhe e irradia as energias de certo núcleo cósmico, a fonte que dá alento a diversos mundos. É um núcleo cristalino e radiante, que remodela os seres por meio do amor, sem imposições, mas com firmeza e decisão. Os devas são permeados por qualidades semelhantes às desse núcleo cósmico e, assim, para nós se afiguram perfeitos.
A interação interna com o Reino dévico pode refletir-se na vida externa do ser humano como harmonia, e alguns fatores favorecem isso: o sentido de cooperação e fraternidade, o despertar para as leis espirituais, a expressão da energia da ordem e a receptividade à evolução grupal.
Figueira.

Pois bem, pouco compreendido, o Reino Dévico tem uma atuação na formação e evolução dos mundos, no Universo material, que o caracteriza como fiéis executores do Plano de Deus.
Trabalha com vibrações, outro aspecto que tem fugido das nossas observações e sensações pelo fato de termos nos tornados mais grosseiros e rudes ao lidarmos quase que essencialmente com a matéria.

Representam os Espelhos Cósmicos, refletindo as energias cósmicas para o progresso evolutivo do multiverso.
Atuam com grande amplitude na nossa formação, desde a procriação até o organização da nossa prole, ou seja, todo nascimento provem da interferência dévica.
Estamos perigosamente tentando manipular a concepção, sem levar em conta todos os aspectos que um Deva leva ao conceber uma encarnação. Isto ainda ocorre com certo controle e tem sido permitido, como forma de aprendermos, mas está se tornando uma condicionante cármica muito intensa que toda a humanidade terá de compensar em algum momento.
Estão nascendo crianças que não pertencem às ligações cármicas e evolutivas de seus progenitores.
Estamos brincando de Deus e ao mesmo tempo, assumindo as responsabilidades de tais manipulações.

O novo homem na nova Terra terá um formato diferenciado do atual, com outra dinâmica e outros padrões de energias para poder dar vazão aos novos anseios das almas que irão reencarnar, portanto mudanças no arquétipo atual já estão formatadas pelos Devas. O novo homem, fisicamente, será sadio e viverá 3 a 5 vezes mais que o atual, podendo, o mesmo corpo, receber duas ou três almas, numa sucessão continua. Cada alma assumirá uma etapa da vida, ou seja, uma irá nascer, a outra viverá a adolescência, a outra a fase adulta e a velhice, pois nem todas precisam reencarnar como se faz na etapa atual, da concepção até a desencarnação.

O texto cita os anjos como atuantes do Reino Dévico mais próximos de nós. Outro aspecto que tem sido muito bem trabalhado pelas forças involutivas para que sejam desacreditados. De certa forma muitos perderam a sensação angelical desta proteção, pois nos afastamos.
Para estas forças, quanto mais solidão sentimos, mais frágeis e submissos ficamos, originado uma situação onde a manipulação se torna quase total. Por isso da descrença nas religiões, na desagregação familiar, no aumento da competividade e do individualismo nocivo. A indefinição de gêneros, o fortalecimento de grupos menores, e a presença massiva dos meios de comunicação, acabam por imputar opiniões que contrariam determinadas bases da vida que aceleram esta desagregação para desunir o que estava unido, mesmo que precariamente. A ausência do amor entre nós, promove com muita facilidade estas concepções nocivas, deixando os indivíduos descrentes e confusos.
 A interação interna com o Reino dévico pode refletir-se na vida externa do ser humano como harmonia, e alguns fatores favorecem isso: o sentido de cooperação e fraternidade, o despertar para as leis espirituais, a expressão da energia da ordem e a receptividade à evolução grupal.: Tais aspectos são importantes de observarmos, pois ao nos sentirmos mais fraternos, cooperativos, organizados e dispostos a evoluir, podemos nos sentir mais próximos do Reino Dévico. Poderemos atuar com mais segurança e não nos deixarmos influenciar por tantos elementos desagregadores. Teremos mais interesse na união, na reflexão, seguindo certas aspirações que elevam nosso  ser. Efetivamente seremos mais espiritualizados.

O ser humano precisa perceber que tudo é vida, que tudo está ao nosso alcance, que interagimos continuamente, que dependeremos sempre um dos outros, para que possa perceber a Lei do Amor e nela viver.
Hilton

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