Pensamento do dia 25 de janeiro de 2015.
Apenas no silêncio do ser interno podemos experimentar
toques sutis.
Frei Luciano.
Comentários:
Para aqueles que aderiram ao nosso Encontro “Grupo
H&F com Grupo Irmão”, instruções especificas serão passadas.
Pensamento:
Pois bem, vejam que o silencio tem uma importância muito
grande na relação do plano material com o plano espiritual, ou em outras
palavras podemos dizer do nosso corpo com nosso espirito.
Poucos de vocês se dedicam essencialmente na sua progressão
espiritual, de fato, a maioria continua vivendo a vida como se estivéssemos
condições normais para sobreviver.
No íntimo, fingimos que não sabemos que situações muito
adversas, muito difíceis e incontroláveis estão às portas de acontecer.
No entanto, estamos nessa, vamos "pagar pra
ver".
As pessoas ainda confiam e se sentem confiantes em
aceitar as "explicações" que tem mascarado a situação real do nosso
clima e suas consequências. Somado a isto ainda vivemos uma situação onde a paz
entre as nações tem sido contida não por nós e nem tampouco pela nossa
política, mas por estruturas divinas que tem mantido certa harmonia em face de
alguns poucos movimentos elevados que poucos de nós conseguem manifestar.
Isto não tem mudado ao longo dos anos e provavelmente não
vai mudar, nem mesmo com avanço das contingencias negativas que já estamos
começando a viver.
Destacamos nos pensamentos anteriores, como somos
barulhentos e como incomodamos Seres e estruturas sutis das ajudas que aqui se
manifestam.
É preciso atenção e convicção nas informações recebidas.
Tais informações não pode ser mais uma, como as que
estamos acostumados a receber diariamente.
É preciso alguma disciplina e seleção do que nos chega à
mente.
No bom senso de cada um, separar aquilo que não serve pra
nada daquilo que pode conter algo precioso. Obviamente, este é um critério
pessoal, mas deve levar em conta aquilo que nosso coração aceita, acata e
refere-se, por exemplo, no conceito da entrega e do servir.
As pessoas estão iludidas com as luzes da
superficialidade, do supérfluo, com o estomago, com aquilo que consideramos
descompromissado, apesar de que não existe nada que não gere um compromisso.
Mas no geral, estamos perdendo tempo e o pouco bom senso que nos resta, pois
temos nos comportado como uma manada conduzida ao bel prazer dos que nos
conduzem e estes sabem bem como fazer.
Vivemos no mundo das ilusões, onde a sequência da vida
tem sido ditada pelas nossas ações presentes e estas ações presentes são as
mesmas do passado, de um tempo que não mais condiz com a realidade da vida
planetária. Tudo isto ocorrendo num planeta em final de ciclo, na eminencia das
maiores transformações que a Terra passará desde o seu processo de criação e de
resfriamento.
Desde o evento da criação planetária, a Terra vem se
mantendo como planeta de expiação, cármico, portanto, teremos agora o primeiro
grande movimento que dará o principal impulso para tornar a Terra um planeta
sagrado onde abrigará uma população, seja no reino vegetal, animal e humano,
condizente com as novas regras, com as nova Leis provenientes deste novo
"status quo".
É preciso profundas mudanças internas e externas, em cada
cidadão deste planeta, para que possamos seguir este novo e poderoso advento
planetário.
Temos sido instruídos, neste curto espaço de tempo que
nos resta, para mudanças de conceitos, quebra de preconceitos, adaptações às
novas Leis já em movimento, enfim, alterações essenciais para o que o nos
espera.
Temos sido tratados de forma aberta, explicita, apesar
das perguntas inexistentes e até da própria curiosidade que cada tema poderia
trazer.
Até nisto vemos incrível passividade e pouca criatividade
em cada um.
A princípio isto retrata exatamente com temos sido em
nossa relação com as forças involutivas que tem nos conduzido, passivos,
absortos, inertes, catatônicos, pois reações deixaram de manifestar-se a muito
tempo.
Não falo aqui de nenhuma reação física, de nenhuma
revolução populacional mas falo de movimentos internos, de aceleração da Busca,
da fome do saber, das mudanças de certas posturas incoerentes com aquilo que se
acredita.
É preciso abraçar isto tudo como uma benção, um milagre e
nos concentrarmos nestas mudanças internas, absolutamente necessárias.
Temos muita dificuldade em mudar algo interno sem
exteriorizar, desta forma, além da coerência de uma nova postura do que
acreditamos, temos de nos esforçar para sermos uma nova pessoa, numa nova vida,
para superarmos as irregularidades da vida material em relação à vida
espiritual.
Quando a vida espiritual assume a prioridade, a
comparação diminui, o silencio se instala, a intuição aflora continuamente e o
Serviço vira algo prazeroso, pois quando compartilhamos movimentos, energias e
pensamentos com "coisas inusitadas", desconhecidas e oriundas de onde
não conhecemos, isto vira um exercício de aprendizado fantástico.
Ou isto, ou o medo.
Ou isto, ou a mesmice de sempre.
Ou isto, a ilusão de uma pseudo proteção que tem a mesma
resistência de uma tênue folha de papel.
Ou isto, ou a derrocada com o livre arbítrio.
Precisamos "crescer", amadurecer nas coisas do
espírito, criarmos a coragem de nos envolvermos no desconhecido, de romper os
grilhões das éticas sociais que nos prendem à mesmice de sempre.
A dinâmica do mundo espiritual acontece na velocidade da
luz, se quisermos usar um termo de comparação, mas ainda continuamos a viver
das estruturas mentais dos séculos passados.
Enfim meus amigos,
Fiquem Atentos!
Hilton