Pensamento
do dia 10 de junho de 2015.
Aprende
a dizer não ao que te desvia do caminho.
Trigueirinho.
Pois
bem, nosso estado emocional, invariavelmente carente, acaba muitas vezes
cedendo a situações que não nos agrada, que não nos acostumamos, ou via regra
nos imputa a fazer aquilo que a nossa sociedade aceita e acata como “bom”, o
que na maioria das vezes não é útil, além de ser impeditivo para seguir os
aspectos evolutivos da Vida.
Tais
situações podem ir contra aquilo que seu íntimo, seu interior, seu bom senso
mental e muitas vezes espiritual não concorda e não se alinha, mas por ser
“tendências sociais”, por ser “moda”, por ser “chique” você pratica.
Esta
violação que fazemos contra nossos princípios mais elevados, impõem sacríficos
e frustrações grandes, algumas muito complexas que fará com que vivamos o resto
dos nossos dias com a sensação de arrependimento diário. Isto tem levado muita
gente aos consultórios psiquiátricos, fazendo-as manterem-se com doses maciças
de remédios de efeitos colaterais terríveis.
Percebe-se
que no geral amar tem sido um sinônimo de fraqueza. Aliás isto provem das
origens humanas, onde masculinidade exigia uma posição firme, forte e
impiedosa.
Nos
primórdios da civilização, aonde estávamos ainda muito próximos da era
jurássica, isto convinha, pois a polaridade masculina precisava desta auto
afirmação, precisava na sua luta diária pela sobrevivência, pela manutenção da
prole, mas pouco evoluímos de lá para cá e temos mantido estes conceitos
jurássicos como uma forma de masculinidade, apesar de ser algo ilusório e
falso.
O
ser humano da Terra, está numa fase onde a polaridade feminina está
efetivamente em franca e profunda ascensão. Vivemos neste último ciclo a
polaridade masculina, onde as experiências exigiram forças, lutas, disputas,
sacrifícios, etc., mas agora estamos na eminencia do ciclo feminino, da
polaridade feminina, da docilidade, do sexto sentido, da maternidade, da
compatibilidade, da leveza, da sutileza positiva, das expressões de amor de
forma pura, limpa, transparente.
A
nova humanidade terá esta polaridade feminina como preponderante, por isso se
prevê uma humanidade completamente diferente da atual.
Isto
não tem nada ver com homossexualismo, mas tem a ver com características de
caráter, de personalidade e de expressões mais presentes e mais constantes da
nossa alma.
Estamos
na era de aquário, já deveríamos estar vivendo em ambientes pacíficos,
cordatos, dóceis, mas infelizmente continuamos invertendo as posições, lutando
contra todos os princípios desta era de aquário.
Daí
virá a transposição deste ciclo para o seguinte como num “romper de correntes”,
com violências em que a Mãe Natureza não poderá poupar ninguém, pois a agressão
que vem recebendo deverá ser carmicamente compensada.
No
entanto, comece a viver em você esta nova era de aquário, da polaridade
feminina, onde amar não é mais sinônimo de fraqueza mas de força interior, de
similaridade com as forças universais, de compatibilidade com os mundos
evoluídos, com as consciências maiores, com a sua contraparte angelical, com o
Plano Divino.
Vulgarizando,
seja “macho”(rsrsrs) para viver sob a influência da sua feminilidade elevada e
interior.
Hilton