Pensamento
do dia 18de janeiro de 2016.
É
tempo de prontidão e de fé.
Trigueirinho.
prontidão
pron.ti.dão
: 1. Qualidade do que é pronto. 2. Estado de preparado para agir sem demora,
conforme a ocasião exige. 3. Presteza, desembaraço, rapidez em decidir, agir,
cumprir as suas obrigações. 4. Estado de alerta, caracterizado pela
permanência, nos quartéis, dos componentes das respectivas corporações, sempre
que, a qualquer momento, possa haver necessidade de sua pronta intervenção. 5
Facilidade de compreensão ou de execução.
Pois
bem, o recado é claro, é tempo de prontidão e de fé.
Como
diz o dicionário, qualidade do que é pronto, estado de alerta, presteza,
desembaraço, rapidez em decidir e agir. Estar preparado para agir sem demora,
conforme a ocasião exige
Temos
então uma necessidade premente de estarmos prontos. Claro que no limite do
alcance de cada um.
Estamos?
Creio
que não, ainda não temos nos dedicado de forma suficiente e com a devida
atenção nos atos da preparação necessária.
É
preciso.
Cada
um de nós tem uma imensa responsabilidade perante o Plano Maior e perante
nossos irmãos.
Cada
um de nós tem Tarefas e ações imediatas muito bem definidas a serem cumpridas e
muitos irão depender destas Tarefas e destas ações. Isto é para agora, momento
atual, já, onde as carências são imensas e a confusão está deliberadamente
espalhada entre todos.
Já
notaram como estamos confusos?
Temos
sido pessoas cujo emocional tem nos dominado. A razão e não falamos da lógica
materialista, mas a razão elevada, aquela que vem da alma, tem sido desprezada
em troca da razão emocional, das carências, da superproteção, do afago, da
sustentação irracional, ou do ódio, da rejeição, da intolerância, do desprezo,
ou seja, sempre temos nos posicionado nos extremos.
Temos
de atender os anseios da alma e isto exige muita disciplina e muito equilíbrio.
É
muito comum nos envolvermos nos problemas dos outros e na maioria da vezes
temos um afã imenso em resolve-los. Ora, o Pai não se envolve em nossos
problemas para nos dar a chance de resolve-los, porque temos de fazer o oposto?
Temos
de ter muito discernimento e aprender a ajudar. Ajudar não é interferir.
Todos
irão colher o que plantaram ou estão plantando, portanto nossa assistência
poderá ser efetiva em muitos casos, mas silenciosamente.
A
fé é a força, é a energia, é a locomotiva que empurra o que precisa prosseguir.
A
fé sem discernimento, como se diz, é burra, ou não é um ato de fé. Neste caso
poderá mascarar eventuais soluções que o destino não irá aceitar, gerando
grande perda de tempo.
Os
tempos são de prontidão.
Sim,
estamos às portas de muitas situações confusas e perturbadoras, portanto,
praticarmos o equilíbrio com foco em situações adversas será o máximo que
poderemos fazer.
Nunca
as vivemos, portanto, não temos como saber, mas podemos treinar com tudo o que
vem ocorrendo ao nosso redor e podem ter certeza que oportunidades não irão
faltar.
Não
interfira, seja sempre neutro, procure aceitar as coisas como estão chegando
a você. Analise-as como se você fosse mero espectador e pudesse tomar
decisões sem se envolver.
Vamos
ser prudentes, sempre.
Nesta
etapa a aceitação é o melhor caminho. A rejeição irá nos colocar sob
circunstancias das quais não temos mais domínio. Este domínio, na fase atual,
está sob posse das poderosas forças involutivas.
Trabalhe
continuamente esta prontidão.
Instrua-se
o máximo possível, despreocupe-se com as perdas, pois estas estão ocorrendo com
todos, seja nos aspectos materiais, como nos emocionais.
Desapegue-se,
e para isto basta lembrar que esta transição irá mudar tudo o que conhecemos.
Enfim,
estamos num quartel às vésperas de um grande evento. Isto exige absoluta
prontidão.