terça-feira, 19 de janeiro de 2016

Só 30%?

Pensamento do dia 19.01.2016

A gratidão transforma-nos em tochas ardentes, irradiadoras de luz.
Trigueirinho.

Pois bem, a quem devemos agradecer?
Parece que nos deparamos com algo irreal.
Na realidade, ao encarnamos, nossa vida vem com um conjunto de oportunidades e obrigações. Podemos dizer que as obrigações são cármicas e dependendo de cada um, poderá ocupar 80%, 90%, 95% de uma vida inteira.
Podemos dizer que na média, 70% seria algo mais representativo, ou seja, nos restaria 30% em novas oportunidades.
Estes 30% serão optativos, ou seja, faço se quero.
Podemos dizer que a maioria abre mão desta opção e ocupa este período em “ser” mais e em “ter” mais.
Hora, “ser” mais e “ter” mais, com certeza irá gerar novas condicionantes cármicas, que poderão, inclusive, serem mais enfáticas, contundentes e enormes em relação ao previsto na vida em curso. Isto se deve ao livre arbítrio, onde poderemos optar o que faremos com nosso “tempo livre” (30%). 
Desta forma, temos tornado nossas vidas um desastre atrás do outro, pois temos usado incorretamente esse “tempo livre”.

A vida cármica de um indivíduo, em nosso exemplo de 70%, é repleta de oportunidades de aprendizado e de experiências que temos a obrigação de realiza-las a contento. Mas este aspecto tem sido outro desastre, pois temos fracassado inúmeras vezes as mesmas experiências, repetindo-as continuamente.

Porque? O grande entrave tem sido a ignorância, a falta de conhecimento de como funciona e de como preciso me comportar enquanto estou encarnado.
Parece que sei muito. Quando me sinto instruído, com excelente currículo, belo portfólio, julgo que será o suficiente para saber me conduzir. Normalmente a humildade, nestas condições, encontra-se bem distante, pois nos sentimos soberbos naquilo que somos. Na medida que nosso progresso material se expande, esta sensação de “ter” e de “ser” nos coloca num pedestal na areia fofa que na primeira chuva ou vento forte, desmonta.

O exercício da gratidão começa com atividades do servir, do serviço, de “arcar-se” para a caridade. Isto exigirá prostrar-se perante as necessidades alheias, perante terceiros, perante si próprio.
Olhar o mundo, ver as indiferenças, ajudar no que for possível e nem sempre esta ajuda precisará ser material, física, pois a oração é um grande ato de ajuda e nos fará pensar em coisas mais amplas e mais oportunas.

A maioria das pessoas foca-se somente nos seus problemas.
Parece que o mundo gira ou deve girar somente em torno de si.
Isto é uma evidencia clara do egocentrismo, o ego girando em torno de si próprio, onde nada mais interessa a não ser as necessidades de si próprio.
Neste aspecto, falar em gratidão e caridade é utopia.

Como devo me posicionar?  
Deixe de pensar em seus problemas. Pense e reflita sobre os problemas do mundo. Evidentemente seus problemas estarão aí dentro também, portanto, no mínimo você começará a pensar diferente. Iniciará uma expansão da tua consciência.
Depois o que devo fazer? Comece pela pratica da caridade sobre o que estiver ao teu alcance. Neste momento, pensar em usufruir ou beneficiar-se, ou vangloriar-se de algo é o mesmo que cuspir para cima e não tirar o rosto. 
Em seguida, aprenda a agradecer sempre. Pelas coisas boas, pelas coisas ruins, pelas coisas muito ruins, pois a vida estará somente corrigindo seu rumo para a estrada da evolução.
Vejam, já achamos uma possibilidade de agradecer.
A quem?
A Quem tudo regula, coordena e cria, que enfatizado pelo teu consentimento consciente, te colocará num novo manancial de novas possibilidades, novas oportunidades, novas informações.
Assim estaremos fazendo da forma inteligente, pois a pratica destas pequenas coisas iniciais, ampliou nossa consciência para receber o que antes não cabia.

Após estes momentos, a gratidão começa a dar seus primeiros sinais de “vida”. Até então não sentíamos esta coisa “estranha”.
De repente fico grato por algo ter me impedido de seguir adiante. Perceberei mais tarde, que se tivesse seguido adiante poderia estar numa situação muito difícil de resolver ou acompanhar.
Neste momento minha vida começa a fazer sentido. Meus medos diminuem sensivelmente e tenho uma agradável sensação de estar sempre amparado.
Pode se dizer que você é outra pessoa. Teu coração te adota e começa a manifestar-se no âmago da tua consciência, opinando sobre procedimentos, comportamentos, além do que você se torna mais sábio. De repente o que era impossível de ler fica absolutamente claro. Poderá ir muito mais além, porque você começa a assimilar a energia do texto, da informação, da figura, da foto, da pintura, da paisagem, do horizonte, dos movimentos, das estrelas, das naves, dos Seres, dos Anjos, da Luz Criadora, aí o céu é o infinito.

O esforço mais difícil é o inicial. A partir dos primeiros passos, os seguintes serão fáceis, mais fáceis, leves e chegarão a ser imperceptíveis.  

Neste momento, A gratidão transforma-nos em tochas ardentes, irradiadoras de luz.

Prontidão.

Pensamento do dia 18de janeiro de 2016.

É tempo de prontidão e de fé.
Trigueirinho.

prontidão
pron.ti.dão : 1. Qualidade do que é pronto. 2. Estado de preparado para agir sem demora, conforme a ocasião exige. 3. Presteza, desembaraço, rapidez em decidir, agir, cumprir as suas obrigações. 4. Estado de alerta, caracterizado pela permanência, nos quartéis, dos componentes das respectivas corporações, sempre que, a qualquer momento, possa haver necessidade de sua pronta intervenção. 5 Facilidade de compreensão ou de execução.

Pois bem, o recado é claro, é tempo de prontidão e de fé.
Como diz o dicionário, qualidade do que é pronto, estado de alerta, presteza, desembaraço, rapidez em decidir e agir. Estar preparado para agir sem demora, conforme a ocasião exige
Temos então uma necessidade premente de estarmos prontos. Claro que no limite do alcance de cada um.
Estamos?
Creio que não, ainda não temos nos dedicado de forma suficiente e com a devida atenção nos atos da preparação necessária.
É preciso.
Cada um de nós tem uma imensa responsabilidade perante o Plano Maior e perante nossos irmãos.
Cada um de nós tem Tarefas e ações imediatas muito bem definidas a serem cumpridas e muitos irão depender destas Tarefas e destas ações. Isto é para agora, momento atual, já, onde as carências são imensas e a confusão está deliberadamente espalhada entre todos.
Já notaram como estamos confusos?
Temos sido pessoas cujo emocional tem nos dominado. A razão e não falamos da lógica materialista, mas a razão elevada, aquela que vem da alma, tem sido desprezada em troca da razão emocional, das carências, da superproteção, do afago, da sustentação irracional, ou do ódio, da rejeição, da intolerância, do desprezo, ou seja, sempre temos nos posicionado nos extremos.
Temos de atender os anseios da alma e isto exige muita disciplina e muito equilíbrio.

É muito comum nos envolvermos nos problemas dos outros e na maioria da vezes temos um afã imenso em resolve-los. Ora, o Pai não se envolve em nossos problemas para nos dar a chance de resolve-los, porque temos de fazer o oposto?
Temos de ter muito discernimento e aprender a ajudar. Ajudar não é interferir.
Todos irão colher o que plantaram ou estão plantando, portanto nossa assistência poderá ser efetiva em muitos casos, mas silenciosamente.


A fé é a força, é a energia, é a locomotiva que empurra o que precisa prosseguir.
A fé sem discernimento, como se diz, é burra, ou não é um ato de fé. Neste caso poderá mascarar eventuais soluções que o destino não irá aceitar, gerando grande perda de tempo.

Os tempos são de prontidão.
Sim, estamos às portas de muitas situações confusas e perturbadoras, portanto, praticarmos o equilíbrio com foco em situações adversas será o máximo que poderemos fazer.
Nunca as vivemos, portanto, não temos como saber, mas podemos treinar com tudo o que vem ocorrendo ao nosso redor e podem ter certeza que oportunidades não irão faltar.
Não interfira, seja sempre neutro, procure aceitar as coisas como estão chegando a você. Analise-as como se você fosse mero espectador e pudesse tomar decisões sem se envolver.
Vamos ser prudentes, sempre.
Nesta etapa a aceitação é o melhor caminho. A rejeição irá nos colocar sob circunstancias das quais não temos mais domínio. Este domínio, na fase atual, está sob posse das poderosas forças involutivas.
Trabalhe continuamente esta prontidão.
Instrua-se o máximo possível, despreocupe-se com as perdas, pois estas estão ocorrendo com todos, seja nos aspectos materiais, como nos emocionais.
Desapegue-se, e para isto basta lembrar que esta transição irá mudar tudo o que conhecemos.


Enfim, estamos num quartel às vésperas de um grande evento. Isto exige absoluta prontidão.

sexta-feira, 15 de janeiro de 2016

Será que sou dono do meu "nariz".


Pensamento do dia, sexta-feira, 15 de janeiro de 2016

 

"Quando se chega a amar a dificuldade, recebe-se um toque do espírito. "
Trigueirinho.

Pois bem, amar a dificuldade é algo estranho para nós que buscamos arduamente a facilidade e os atalhos da vida.

Veja que de cara nos deparamos com algo, que a princípio, é um contra senso.
As dificuldades dão origem à criatividade e a ousadia. Sem as dificuldades seríamos pessoas sonsas, inertes, estáticas e confusas. Viveríamos num marasmo imenso.

Neste estágio da vida eterna que nos encontramos, a dificuldade é um benefício imprescindível. Na próxima fase não haverá dificuldades, pois o ser humano estará tão consciente das suas metas e colaborações, que não haverá obrigações e as dificuldades poderiam ser um entrave para o livre caminhar.

Vejam que em cada estágio que nos encontramos, uma soma de benefícios (inclusive as dificuldades) despontam para ajudar a meta evolutiva.

Na situação atual, vemos que há pessoas com mais e outras com menos dificuldades. Estas variações ocorrem tendo em vista os fatores que a levaram no processo evolutivo anterior.
Uma pessoa com grandes dificuldades, não vem exercendo corretamente o domínio que deveria ter sobre suas aspirações.
Uma pessoa com poucas dificuldades exerce de forma mais adequada o domínio sobre sua vida e aspirações.
Isto não irá significar lutas mais intensas ou menos intensas para ambos, mas sim um posicionamento sobre o desejo interno de progredir.

Alguns não tem tempo.
Alguns consideram suas obrigações no plano material por demais relevantes.
Alguns são escravos do trabalho, ou da família, ou das diversões, ou dos desejos sexuais, e certos indivíduos tornam-se escravos de tudo ao mesmo tempo.
Quando o estudante coloca uma meta superior como objetivo terá de enfrentar todas estas dificuldades e mais algumas para manter-se fiel a esta meta.
No momento em que cede uma vez, poderá ceder sempre e aí as forças involutivas descobrirão o que o faz fracassar e usarão, ardilosamente, este mesmo argumento sobre diversas roupagens.
Pronto, o estudante aprisiona-se das vontades que não são suas, mas dos interesses mesquinhos para os quais ele cedeu.
Esta situação é continua na vida de todos e estabelece ritmos das quais ou iremos percorrer amarrados e tristes ou soltos e felizes.

Então depende do que?
Da aspiração, da determinação, da ousadia, da persistência, da coragem de quem abraça a vontade de evoluir, de conhecer, de determinar o seu ritmo no mesmo ritmo do universo, ou seja, da fé.
Vemos pessoas prisioneiras de seus medos, das suas vergonhas, das suas pseudo incapacidades, pois somos todos capazes, mas que não conseguem sair do lugar comum. Detestam serem rotulados, esquisitas, diferentes e acham que levam uma vida normal, quando na realidade suas vidas estão absolutamente fora da normalidade e da realidade cósmica.

O tempo para o despertar está no finalzinho, no derradeiro, em vias de ter as portas fechadas. Imagino que nem tempo para pensar temos  mais. O que nos resta mal dará para ações nesta linha de raciocínio, portanto a hora é agora.

O pensamento cita que receberemos um toque do espirito. Sim, pois na vontade própria e com os recursos de que dispomos a chances são zero.
O estudante decidindo-se, seu espirito assume, pois foi dada a permissão de conduzi-lo para os altos níveis da consciência humana, nos padrões da energia crística.

 

Vamos refletir.

Hilton

quinta-feira, 14 de janeiro de 2016

O grande mergulho. Ou fique na beiradinha!

Pensamento do dia, quinta-feira, 14 de janeiro de 2016

"O mergulho há de ser dado. No sofrimento do ego está a libertação. "
Trigueirinho.

Pois bem, aonde, na piscina, no mar, na banheira?

O mergulho será na consciência. Incialmente toparemos com o ego/personalidade.
Estes dois tem comandado nossas vidas em quase todos os momentos.
Daí vem nosso baixo aproveitamento ou produtividade em termos evolutivos. Quando muito, evoluímos nos aspectos materiais da vida que terminam no final do exercício programado pelo destino.
Na sequência, ou vidas posteriores, repete-se continuamente a maioria das fases vividas anteriormente, como numa repetição chata e exaustiva de um mesmo filme.
Será que se eu assistir 1000 vezes o Titanic, o casal se salva e poderá viver aquela paixão explosiva pelo resto das suas vidas?
Parece absurdo falar assim, mas com certeza é isto que temos feito na sequência das vidas escolhidas. O que muda, na comparação com o Titanic é que navio deixa de ser a vela, passou a ser a vapor, é a diesel e será atômico, mas dramaticamente iremos viver as mesmas sensações, emoções, dramas, alegrias, paixões, explosões, etc., etc..
É muito chato.
Então porque temos, repetidamente, vivido as mesmas situações? Pelo simples fato de termos nos materializado de tal forma e em circunstancias tão bloqueadas que perdemos a percepção de sentir o imenso desejo e imensa necessidade de mudar a vida, mudar o filme.

Mergulhe em você e você sentirá o quanto esta ilusão tem sido real. Temos medos e estes medos nos tem travado de uma forma tão competente, que até acreditamos que estes medos existem.
Em mundos evoluídos a última preocupação de um indivíduo será para com a própria vida, pois este sabe que Quem a constitui e permitiu sua existência, definirá adequadamente sua real necessidade. De cara o indivíduo ficará livre deste “peso morto” que tem dominado excessivamente nossa maior preocupação.
Aqui tem gente que sofre pela desencarnação dos outros, como se pudesse ser responsável ou tivesse algum domínio sobre isto (falo das mortes naturais e não das provocadas pela ignorância humana). Temos vivido incríveis absurdos em nosso mundinho repetitivo que tem nos bloqueado num mesmo estágio da consciência.
Agora, tem gente que não tempo de aprender isto e ainda se julga dono da verdade. Imagino que se julgue um deus conhecedor da verdade e da vida, da mesma forma que uma ostra em seu casulo ao sabor das marés, conhece o oceano.

O sofrimento, inicialmente, liberta o estudante para a nova ciência da vida. Na sequência o estudante acabará despertando para tantas novidades, para tantos ritmos, para tanta informação que, aí sim, não terá tempo para perder com a materialidade da vida que neste momento o conduz e o domina. Falar em sofrimento, nesta nova etapa será algo tão ultrapassado que poderá no máximo, ter vagas lembranças.
Um novo céu, um novo horizonte, uma nova conjuntura o despertará. Haverá pouco cérebro para tanta novidade, mas com moderação irá perceber que tudo se adequa, tudo cabe pois tudo se expande.
A matéria terá nesta nova fase, sua real e verdadeira função, ou seja, a de te sustentar fisicamente para que a vida espiritual se aflore e se afirme como meta inexorável.
Assim o estudante irá se preparar para o que se tornará no futuro, um espiritualista (sem alusão a doutrinas e religiões) encarnado.

Reflita, seja um estudante, aflore sua coragem, elimine seus preconceitos, viva sem medo, realize seus sonhos mais elevados, defina o curso da sua vida e por fim seja dono do seu “nariz”, ou, viva covardemente, escondendo-se ou justificando sua ausência das oportunidades que a vida no curso da sua alma, anseia ardentemente.


Hilton

terça-feira, 12 de janeiro de 2016

É hora de discernir. É hora de ser colocado à prova.

Pensamento do dia 12 de janeiro de 2016.

Tudo o que discernimos é posto à prova.
Trigueirinho.

Pois bem, discernimento (critério, juízo, escolha) define as ações, a postura, o caminho que escolhemos trilhar.
Desta forma, como usamos o livre arbítrio em nossas escolhas, todas estas escolhas serão colocadas à prova.
Escolher bem, no momento oportuno, de forma equilibrada é a chave do sucesso destas escolhas.
É muito comum, o estudante que trilha o caminho espiritual, escolher Tarefas e responsabilidades das quais ainda não está devidamente preparado.
Na ânsia de produzir, de ofertar e de ajudar, opta por caminhos ainda perigosos, pois Servir ao Plano nos expõe tremendamente para o foco das forças involutivas.
Estas forças negativas podem atribuir cargas emocionais, cargas mentais e isolamentos que levam o estudante ao fracasso, ao desanimo, tornando-o fragilizado até para continuar o caminho que vinha percorrendo.
Na dúvida temos de consultar, buscar pessoas experientes e de confiança que possam nos ajudar nas decisões que pretendemos tomar.
Outro problema comum são as condicionantes cármicas que ainda nos envolvem e acabam por atrapalhar as decisões que pretendemos tomar. Digo que aí se encontra algo que está mais sob nosso domínio e nossa luta para vence-las, dominá-las e fazê-las trabalharem a nosso favor.
De forma geral temos cedidos facilmente a esta condicionantes cármicas e nos prostramos diante das suas exigências, nos tornando escravos do seu domínio. Obviamente pessoas que amamos estão envolvidas e são habilmente conduzidas para nos atrapalhar no progresso desejado. É uma armadilha comum, das quais emocionalmente temos sido escravos destes apelos retrógrados e inúteis para a evolução de todos os envolvidos.

Se participo de um Grupo e ainda não tenho o discernimento para decidir com clareza sobre as Tarefas que o Grupo sinalizou, não devo participar. Preciso antes da decisão analisar com cuidado até que ponto poderei me envolver e até que ponto isto será prioritário, pois numa Tarefa comum a todos a prioridade deverá ser do conjunto e não do indivíduo.

Em todos os momentos da vida somos colocados à prova, por isso a vida tem sido dura com todos. Não são as provas que são duras, mas é nossa absoluta falta de preparação e de conhecimento sobre a Vida, que tem nos levado a fracassos contínuos sobre o que temos decidido.
Ao reencarnamos participamos, parcialmente, das escolhas do destino da vida a ser vivida. Só que ao nascermos participaremos da fecunda ignorância que bloqueiam as pessoas ao nosso redor e nos aprofundaremos na mesma ignorância, desprezando as oportunidades do aprendizado e nos tornando pessoas obsoletas e ultrapassadas nos critérios de escolhas que o livre arbítrio nos permite realizar.
Normalmente temos escolhidos o lado errado, a postura incorreta, as ações prejudiciais, mesmo que estas estejam, ilusoriamente, carregadas de boas intenções. Aí, nos frustramos e ficamos angustiados, culpando a Deus pelos nossos insucessos.
Por isso da ampla insistência da Busca continua e constante sobre os aspectos evolutivos da forma de se viver. Ser informado, praticar as informações que soam como verdadeiras e continuar sem cessar a Busca tem de ser nosso principal objetivo

A vida nos dá oportunidades incríveis, de forma cíclica e continua, mas pouco fazemos sobre os atos preparatórios para viver os ciclos de forma gradual e ascendente.
Os medos e a soberba tem sido a causa da maioria das derrotas no campo evolutivo. O medo trava, parece insuperável, insuportável, nos sentimos acorrentados, mas com um pouquinho de fé, estas correntes viram água, e tudo se torna claro, límpido e transparente. A soberba, o orgulho, é mais difícil, pois teremos de ceder algo que contraria nossas decisões emocionais. Da mesma forma, a fé como ato de submissão, irá superar a soberba e o orgulho, ou então a vida, compulsoriamente, irá fazer com que as quedas aconteçam e a próxima sempre será mais intensa que a anterior.

Viver é um ato de muita reflexão e de inteligência. Jamais devemos pensar como uma única vida, como únicas oportunidades, mas no continuísmo de tudo que estamos realizando no “agora”, portanto se meu “agora” se apoia em atitudes de fé, inteligentes, com discernimento de escolhas, na neutralidade, no doar-se, podemos ter certeza de que o depois do “agora” será melhor.

O momento atual é riquíssimo de informações, de amparo, de acolhimento, portanto o que podemos fazer são pequenos esforços para buscar o que nosso coração clama, inclusive por momentos de paz interior, pois exteriormente isto já é impossível.

Não tenham medo de mudar, de serem outra pessoa, de superar o retrógado que existe em nós, de serem esquisitos perante os outros, pois só assim poderão fazer algo útil e evolutivo para todos.

E para concluir, o tempo. A falta de tempo, a ausência, outras prioridades, se ainda fazem sentido para você, significa que tua luta precisa se intensificar, pois você ainda se encontra presa ao seu quadro emocional desvirtuado da verdade eterna que seu coração e sua alma vem clamando por você.


Vamos refletir.
Hilton

segunda-feira, 11 de janeiro de 2016

A importância da fé.


Pensamento do dia 11 de janeiro de 2016.



A compaixão nasce no coração.

Trigueirinho.



Pois bem, ontem tivemos vastos comentários sobre a compaixão.

Temos falado muito sobre o coração.

Órgão de vital importância, impulsiona o fluido da vida em nosso corpo.

Tem sido encarado pela maioria como mais um órgão, entre os tantos existentes cuja atenção se prende somente ao seu ritmo e à sua regularidade de funcionamento.

Vejam, é muito comum no catolicismo e em outras doutrinas, destacar o coração nas imagens de santos e santas. É uma realidade pois tais Seres, evoluídos espiritualmente, trabalham intensamente com o coração.

Os seres humanos condicionaram a mente para que se coligue, efetivamente, a um único canal de informação que é a lógica e a racionalidade. Por diversas vezes explicamos que a lógica e o racional nos remete para as coisas do passado, para o campo das estatísticas (que é passado), para o que já se conhece. Daí vem os enormes preconceitos sobre o “novo”, as “novidades” e a dificuldade em compreender como a Vida é extensa e vai muito além do conhecido.

Outra especialidade do ser humano é o ato de comparar. Comparamos tudo e para comparar só poderemos usar o passado e o conhecido, portanto, mais uma vez nos remetemos para trás.

A fé veio como um importante Instrumento que nos remete a um tempo  presente adequado e consequentemente  a um futuro promissor, pois primeiro crer para depois compreender, tem demolido esta barreira das comparações, da lógica, do racional e do passado.

O instrumento da fé é essencial para o continuísmo da vida material útil e das realizações espirituais.

Sem fé, na atualidade que nos encontramos, não há evolução.

Futuramente, a fé será definitivamente incorporada ao nosso ser, como assim acontece nos Seres evoluídos e passará a nos conduzir no arrojo das descobertas no Universo.



É comum pessoas desprezarem a fé, erroneamente achando que é uma caretice, um retrocesso, anticientífico, quando na realidade é o cerne da evolução.

Enquanto não compreendermos a fé ficaremos estagnados num único estado de consciência, onde as variações serão sempre acompanhadas dos medos e dos preconceitos, além de não ultrapassarmos limites e fronteiras para adentrarmos no desconhecido.

Este cacoete, ou vicio, nos levou ao que somos hoje como raça humana, desacreditando de tudo e de todos.

A palavra perdeu sua importância. Hoje dependemos de leis, punições, cartórios, tribunais, advogados (sem generalizar), para nos defendermos e provarmos o tempo todo que existimos e somos reais.

Criamos leis com brechas para serem contornadas e aparentemente nos livrarmos das punições, mas sempre seremos submetidos às Leis do Criador e destas ninguém escapa.



Isto nos estagnou. Somos individuos (a maioria), de um único estagio evolutivos. Paramos no tempo e no espaço e nos aprofundamos na desconfiança, na ganancia e no egoísmo. Chegamos ao cúmulo de criarmos bombas (atômicas) que destroem a vida em geral, mas preservam as estruturas materiais aonde ela detonou. É o absurdo do contrassenso.

Isto nos colocou na irreversibilidade das transformações globais para o modo “violento” ao invés do modo “pacifico”, como ocorre em mundos adiantados.

A falta de fé ou a fé somente nas estruturas materiais e na competitividade, estagnou nossa evolução.



Somos uma raça doente e imensamente carente. Deixamos de usar o coração e passamos a usar somente a mente limitada aos seus aspectos lógicos e racionais.

É precioso retomar nossa origem, nosso potencial e a fé é o instrumento desta retomada.

Pedir a um indivíduo que use o coração e não a razão só é possível para o indivíduo com fé.

Com fé, o uso do coração é simples, digamos que automático, pois o coração nos coliga com a alma, e esta com a mônada, e esta com nossas origens primordiais.



Portanto precisamos ter fé. Com certeza iremos superar a maioria dos nossos problemas e dos nossos medos.



Vamos refletir.
Hilton

domingo, 10 de janeiro de 2016

Verdade e Compaixão. É preciso conquistá-los.

Pensamento dos dias 9 e 10 de janeiro de 2016

"O mais importante é a sua inteira e cristalina adesão à Verdade. "
Trigueirinho.

"Permita que a compaixão aflore em seu ser. "
Trigueirinho.                                                    

Obs. Iniciaremos as reuniões semanais neste próxima terça, 12/01, na casa da Rose.

Pois bem, temos neste dois pensamentos o cerne da transformação interior.
Adesão à Verdade exigirá a busca pela Verdade.
A compaixão precisa aflorar em teu seu.
Como foi dito, toda Verdade é uma verdade para o nível de consciência que me encontro. Num segundo momento, em um nível acima, a verdade poderá ser outra. Sendo assim a busca pela Verdade é eterna.
Me lembro de quando trabalhava num Centro Espirita, como os dogmas daquela doutrina foram verdadeiros, únicos e sagrados. Hoje os vejo de uma forma bem diferente, pois ao longo dos anos busquei informações que puderam me orientar para algo maior, mais completo, mais universal.
Neste compasso, os dogmas cresceram, tomaram outra forma, se tornaram mais completos e complexos.
Na realidade não foram “eles” que mudaram, mas fui eu que ao longo dos anos amadureci, cresci e compreendi melhor, com mais profundidade, com mais clareza o que na época aprendi.
Falamos sempre que a vida é um eterno vir a ser, pois a cada passo evolutivo que damos, mais detalhes com maior energia, ficamos capazes de receber, assimilar e de compreender.
Muitas coisas, aparentemente absurdas, hoje tornaram-se corriqueiras e imprescindíveis para compreender um pouco mais este Universo de Deus.
Sem a devida e saudável abertura, nada acontece. Podemos estacionar num estagio que rapidamente se torna obsoleto e deixa de explicar as novidades. Nesta toada, criamos os preconceitos e os tornamos imensas barreiras intelectuais que nos aprisionam num único estagio, num único nível que nos retem, fazendo com que rejeitemos as atualizações das Verdades que afloram na evolução de um individuo.

Muitos estão nesta condição. Retidos, insatisfeitos, carentes e confusos, lutam contra sem saber porque, ou pelo simples fato de manterem certas aparências socialmente aceitas por esta sociedade retrograda e doente.
A compaixão precisa ser exercida, primeiro consigo próprio, ou seja, precisamos nos acolher, admitindo a necessidade de buscar, de aceitar e de pesquisar de forma positiva o que nos chega à mão.
Quando aprendemos a ter compaixão de nós mesmos, poderemos exercer a compaixão com os outros.
A compaixão não é um sentimento de dó, de pena, como a temos entendido e exercido, mas um acolhimento para que novas e reais possibilidades possam aflorar.

Segundo Glossário Esotérico – Editora Irdin, pag 76,temos:
Compaixão: qualidade essencial para o ser humano atuar como prolongamento de energias espirituais e divinas. Surge da união da vontade interna com o amor universal e possibilita ao individuo nada buscar para si e dedicar-se por inteiro  à superação dos obstáculos à fluência da vida.
Quando o individuo é imbuído da essência da compaixão, passa a conhecer os semelhantes interiormente, e saber como de fato ajudá-los, segundo leis espirituais.

Temos exercido erros grosseiros de julgamento, no exercício dos sentimentos de dó, de pena, de ódio, de indiferença.
Para alguns somos excessivamente severos, privando-os do necessário.
Para outros assumimos a cruz (que todos precisam carregar), exercendo por eles o que deveriam fazer. Estes dois extremos são cruéis, pois tiramos as oportunidades que a vida, inteligentemente, coloca como barreiras a serem ultrapassadas.
Estes conceitos são muito amplos, mas temos de refletir sobre nossas ações, pois ao usarmos indevidamente a energia da compaixão, nos “amarramos” carmicamente como envolvidos, e todos são privados dos essenciais saltos evolutivos.
Vamos refletir muito bem sobre isto.
Aprender a ajudar, particularmente, considero a coisa mais difícil de ser feita.

A adesão à Verdade é uma máxima na vida de todos nós.

Cabe ressaltar que a Verdade não é única e hermética, ela se atualiza para cada nível de consciência que conquisto.

Hilton

sexta-feira, 8 de janeiro de 2016

O tempo é precioso.

Pensamento do dia 08 de janeiro de 2016

Coligue-se com os níveis mais internos de sua consciência. Essa ação silenciosa é eficaz e transformadora.
Trigueirinho.

Pois bem, externamente, no mundo externo, no mundo material, não há o que fazer, pois entramos na reta final de um processo que se tornou irreversível a partir de 1988, a mudança cíclica planetária, nas condições em que se dará.
Este final de ciclo segue um ritmo definido e rigoroso em relação ao novo posicionamento do planeta que irá tornar-se solo sagrado.
As possibilidades de alterar-se este ritmo, antecipá-lo por exemplo, está nas mãos dos homens.
Não temos datas, pois isto é imponderável face a imprevisibilidade das nossas ações. Somos os maiores predadores do Planeta, apesar de sermos menos numerosos, mas nossas ações conscientes tem depauperado todos os demais reinos.
Para vocês que tem encontrado sentido nas informações transmitidas, buscar o acolhimento interno é a única possibilidade, pois externamente tudo está contaminado e dominado por forças involutivas, poderosas e desesperadas pois pressentem o fim do seu reinado milenar sobre o planeta.
O ano de 2016 será caracterizado pela “perda do controle”.
Podemos falar em pequena escala, no campo individual e em larga escala no âmbito coletivo.
Os cidadãos, as sociedades, as políticas, as estruturas, os sistemas, sejam quais forem, estão perdendo o controle.
E  não há como recuperar pois as decisões hoje envolvem uma estrutura globalizada que foi nefastamente apoiada nos interesses mesquinhos e gananciosos de indivíduos dominados por esta forças negativas que se alimentam das nossas emoções negativas, dos sofrimentos e das angustias.
Vivemos uma anarquia ainda irreconhecível, mas aos poucos tomará vulto e será incontrolável, pois a perda do controle entrou no âmbito da vida planetária através de seus principais predadores.

Informação pesada, mas real. Analise com imparcialidade a crise mundial e facilmente chegará a esta conclusão.

O tempo é precioso e deverá ser utilizado com muita parcimônia e regularidade.
Coligue-se com os níveis mais internos de sua consciência. Essa ação silenciosa é eficaz e transformadora.
Este recado é importantíssimo pois nos direciona para os assuntos da alma, que pela intuição e pelas sensações irá mostrar a cada um o que é preciso fazer.
O mundo externo ainda nos prepara muitas decepções, portanto, precisamos de algo em que se apoiar para mantermos certa possibilidade de equilíbrio.
A oração, os estudos sobre os mundos suprafísicos, a despreocupação com relação às perdas materiais que fatalmente irá ocorrer com todos, serão fatores fundamentais para continuarmos  úteis ao Plano Maior.

Não se isole, não se abata, não SE CULPE e não CULPE os outros, pois estamos no mesmo “barco” que esta adernando. O momento é de muita solidariedade, amor carinho, compreensão e SUPERAÇÃO DAS DIFERENÇAS.
Mantenha seu ritmo, suas aspirações, inclusive as do plano material, enfim continue vivendo com o sentimento do progresso e da evolução, mas não se prende ao que não dá certo, ao que não deu certo, pois isto se tornará mais intenso.
Seja ponderado e descolado. Deu certo deu, não deu que fique para outro momento, ou quem sabe outro planeta.
Não se desalinhe e não se desespere. Estamos num ritmo tão intenso que já se tornou incontrolável.
Jamais desista de seus sonhos. Somente tenha cuidado para que estes não se tornem a razão do seu desequilíbrio.

Não seja escravo do tempo e das artimanhas e desequilíbrio dos outros.

Atentai muito para isto.

Hilton

A última curva.

Pensamento do dia 07 de janeiro de 2016.

Aprenda com o erro e com o acerto, e de imediato dê o passo seguinte.
Trigueirinho.

Pois bem, quando temos falado das nossas experiências fracassadas, que evidentemente são as condicionantes cármicas, fica claro que carma não é pecado ou punição mas a simples retomada sobre tudo o que falta aprender.
Infelizmente, neste aspecto, ou seja o aspecto principal que rege a vida sobre o corpo que habitamos, somos extremamente desleixados.
Dedicamos intensamente nossas atividades para o ser, o ter e o poder da vida material, mas isto não basta e na maioria das vezes nos conduz rigorosamente para o “buraco”, para os fracassos do aprendizado da escola da Vida, consequentemente repete-se, repete-se e repete-se inúmeras vezes, inúmeras vidas as mesmas situações sobre as quais deveríamos nos manifestar de acordo com as Leis que regem esta Vida.
Não temos tempo.
Somos por demais ocupados em ser, em ter e em poder para nos dedicarmos para a única coisa que realmente interessa – evoluir espiritualmente – evoluir eternamente.
Isto ato de ignorância fecundo, promiscuo e incessante tem nos derrotado nos milênios da vida material.
Para cada coisa conquistado, como a alma, como o corpo mental, como o corpo emocional, como o domínio sobre os demais reinos, radicalmente temos fracassado, pois o egoísmo e a ganancia dominam os corações e as intenções.
Hoje vivemos nesta pobreza espiritual tão acentuada e tão nefasta para o resto deste universo, que temos de ficar em quarentena, isolados, separados de todos os nossos irmãos, para não atrapalharmos a sequência natural da ascenção espiritual que os conduz.
Podemos dizer que vivemos num mundo umbralizado (digamos que seja um único umbral que abriga toda a população terrestre, subdivido em escalas de ignorância espiritual).
Mas, não temos tempo.
Nossos afazeres para mantermos esta ignorância e esta estrutura social corrompida que construímos ao longo das eras, toma todo nosso tempo de forma inteligente e muito bem organizada pelas forças involutivas.
Caímos na maior “pegadinha” do nosso sistema solar.
Não estamos isolados neste processo, pois outros sistemas planetários ( naõ são muitos) possuem situações semelhantes ao planeta Terra. A tendência da Terra deveria ser a mesma de Marte, onde pequena parte da sua população, a que sobrou depois da sua auto destruição, vive isoladamente no subsolo do planeta na expectativa da sua retomada, quem sabe.

Mas, por interferência direta do ser Jesus, teremos um destino diferente sob o aspecto planetário, pois a Terra será um solo sagrado.
Quanto a sua população, os autoconvocados que evidentemente cumprirem as metas estabelecidas pela alma de cada um, retornarão para a continuidade da vida planetária, superficial, sob novas Leis e condições.
Portanto, não ter tempo é uma utopia sob este aspecto, pois não sei de algo que possa ser mais importante do que o nosso continuísmo no plano de ascenção divino criado por Deus.

Erramos tanto que já está na hora de acertar.
Dar o passo seguinte é fundamental, pois estamos estáticos e paralisados a tantas eras, que criamos raízes num estado de ignorância que nós mesmos teremos de romper.
Definir alguma coisa mais importante do que isto, sinceramente, creio que não faz nenhum sentido.

Vamos achar um “tempinho” na turbulência da nossa vida e refletir a respeito.
O tempo voa e ultimamente está ultrapassando a velocidade do som. Brevemente estaremos na última curva sem possibilidade de retorno.  


Obs.: creio que não exista a palavra “umbralizado”, mas como somos criativos adicionem ao dicionário particular.

Transformação, a chave do aprendizado.

Pensamento do dia, quarta-feira, 6 de janeiro de 2016

"Dispomo-nos a aprender quando nos dispomos à transformação. "
Trigueirinho.

Pois bem, vivemos para aprender.
No livre arbítrio, para que algo aconteça ou desabroche, temos de permitir, inclusive o ato de aprender.
Não entra nesta situação as condicionantes cármicas, pois estas são experiências fracassadas em vidas anteriores, exatamente pela nossa falta de preparação no seu devido tempo, repetindo-se continuamente, vida após vida, até as superarmos.
No geral as pessoas se prendem ao aprendizado da vida material, dedicando-se e empenhando-se arduamente somente para esta metade da qual somos compostos.
A espiritualidade da vida só tem nos chamado a atenção quando percebemos que a vida material não consegue resolver todos os nossos problemas. Desta forma, quase que compulsoriamente, apelamos para este lado considerado “oculto”, “sinistro”, “esquisito”.
Nestas condições fica difícil assimilar o que já vem nos pressionando a tempos, para aprendermos.
Fica a confusão, a insatisfação e os medos.
Concomitantemente acontece as angustias e várias doenças se manifestam. Uma forma do corpo humano manifestar-se, no plano material, das necessidades que possui além das materiais.
Estamos numa fase adiantada da transição planetária. Mais do que nunca, informações ocultas, sinistras, esquisitas, como são rotuladas as informações consideradas espirituais, precisam ser conhecidas.
Estamos vivendo o imponderável, o incontrolável que na medida do passar do tempo se tornaram muito fortes.
Se por um lado isto irá nos mostrar nossas incapacidades e nossa mediocridade, por outro lado, para o indivíduo preparado será o Portal se abrindo para a nova era, da nova Terra.
Por um simples ponto de vista, entre o indivíduo incrédulo e o individuo informado, teremos duas visões sobre os grandes movimentos telúricos: o fim do mundo ou o início da nova era.
Qual grupo você se posiciona?

Transformar-se, portanto, é a diferença entre aprender ou desconhecer.
O indivíduo informado transforma-se e informa.
O indivíduo desinformado encolhe-se e desinforma.

Claro que a exigência de provas das revelações espirituais, nem sempre será possível, pois certas sensibilidades precisam ser desenvolvidas para que, na fé, o indivíduo possa sentir seu coração e sua alma informando e orientando sua mente (a intuição).
Persistência, convicção e fé, são elementos essenciais para aprender.

Enfim, se auto avalie e estude o panorama mundial. Creio que as informações atuais serão suficientes para comprovar o momento que nos encontramos.
Hilton