Pensamento
do dia, quarta-feira, 20 de abril de 2016
"Não
há serviço verdadeiro sem sacrifício."
White
Eagle.
Pois
bem, este pensamento de ontem reflete porque tantos tem tanta dificuldade em
cumprir certas Tarefas ou realizar certos Serviços.
Quando
falamos em Serviços ou Tarefas, falamos de movimentos espontâneos que são
gerados por vontade própria, para cumprir algo que nos foi solicitado por vias
intuitivas.Tais atividades, por não serem compulsórias, como são as atividades carmáticas, nos dá a liberdade de realizar ou não.
A
maioria abdica destas ações.
A
maioria não aceita e entende que o que já faz é o suficiente. Novos esforços, a
princípio, não valem a pena, pois poucos conseguem assimilar que a evolução é
uma extensão que vai além das obrigações cármicas.
Evoluir
é um esforço a mais, é algo além do que se faz, são movimentos que vão além dos
aspectos da sobrevivência, da manutenção e da diversão.
A
maioria para e limita-se às obrigações, entendendo que cumprirá assim os
requisitos para qual reencarnou.De certa forma, não está errado, sob o ponto de vista do nível evolutivo médio da humanidade – cumprir com as obrigações, mas desta forma abandonamos o processo evolutivo.
Por isso que tantos vivem uma encarnação, começam outra e absolutamente nada mudou. Será um repeteco da anterior, que deve ter sido outro repeteco, e assim sucessivamente, giramos a “roda gigante” das reencarnações sem mudanças significativas na forma como temos vivido no planeta.
Este processo é destruidor, pois “cansa” a alma que não vê progressos evolutivos, contrariando a sua própria existência.
Sem
dúvida, neste final de ciclo, teremos “almas que irão morrer”, para renascerem
e recomeçarem com as mesmas oportunidades que muitos perderam no livre
arbítrio.
Sob
a ótica da ampla espiritualidade, a alma ainda se encontra no rol do plano
físico, na matéria, claro que sob circunstâncias extremamente sutis, em relação
ao corpo físico, mas ainda é matéria.A “morte da alma” significará um recomeço bem lá atrás, para que o todo o caminho percorrido possa ser refeito sob outros aspectos em outros mundos. Sob a visão da eternidade, isto pode ser irrelevante, mas sob a nossa visão espiritual é um descaminho.
Explosões atômicas chegam a destruir almas.
Tais explosões podem acontecer com objetos manufaturados pelo homem, como pelo sol, como pelos vulcões, portanto, nos movimentos derradeiros que iremos passar, almas irão morrer.
É
gravíssima nossa situação aqui na Terra, pois extrapolamos todos os limites do
bom senso e da mínima sensibilidade que muitos deveriam ter ao longo do
processo reencarnatório pelo que já viveram.
Todo
este combustível espiritual que nos foi dado por tantas presenças iluminadas,
ao longo das eras, alcançaram pouquíssimas pessoas e mesmo as que tiveram
acesso, muitas não se sensibilizaram para dar a devida vazão ao que precisava.
É
preciso repensar sobre a vida, sua importância, seus objetivos, seu
desenvolvimento, pois é horrível saírmos de um corpo físico sem ter cumprido
metas mínimas do processo evolutivo definido em cada destino.
Enfim,
não há serviço sem sacrifícios.
No
entanto, temos diversas maneiras de encarar estes sacrifícios. Uma delas é a aceitação plena e incondicional do que fomos “convidados” a realizar e a outra é usar o nosso lado bem humorado, solícito, contemplativo, amoroso, oferecendo-se voluntariamente para o que for necessário.
Este posicionamento nos coloca numa posição onde o sacrifício vira algo prazeroso, quase agradável, pois atribuímos a doação nesta oferta.
Enfim
nossa forma de encarar e de priorizar nossa vida é um aspecto fundamental para
que possamos cumprir nossas obrigações e evoluir.
Vamos
refletir.
Hilton