Pensamento do
dia 22.12.2016
A lição mais
necessária para o momento presente é trazida neste mesmo instante.
Trigueirinho.
Pois
bem, é comum nos depararmos , de repente, com algumas situações não previstas,
com adiamentos, com antecipações, com surpresas, onde decisões devem ser
tomadas sem que estivéssemos pensando nelas.
Vira
e mexe algo diferente pode acontecer e quebrar nossa previa rotina.
Na
maioria das vezes reclamamos, pois situações novas desorganizam nossas rotinas
e nosso planejamento.
É
muito comum, também, não observarmos detalhes, sutilezas, periferias daquilo
que estamos teoricamente “concentrados”.
Estas
situações e esta falta de observação de pequenos detalhes, podem fazer toda a
diferença na decisão do caminho a ser percorrido. Na modernidade, no tempo das
merrequinhas, passamos a ser muito superficiais, excessivamente rápidos e
iludidos que isto irá gerar produtividade.
Esta
fantasia chamada “agilidade”, não passa de uma excessiva falta de concentração
no que se está fazendo e no que se fará no momento seguinte.
Nosso
tempo foi de certa forma roubado.
Nos
distraímos demais com tudo e as merrequinhas surgiram como um instrumento muito
hábil e extremamente ardiloso neste processo.
Comemos
distraídos, dirigimos distraídos, queremos executar duas ou três coisas ao
mesmo tempo, não observamos o meio que nos encontramos, os detalhes, as
pessoas, os animais, os vegetais, viramos uma síntese de coisa nenhuma, pois
tudo que fazemos de forma incompleta fica incompleto e perde parte da sua
identificação.
Com
isto, vivemos mal, sobressaltados, assustados, escusos, pois quase tudo passa a
ser uma surpresa. Temos vivido das nossas ilusórias distrações.
O
ser humano está vivendo de forma parcial, pois quase tudo tem sido feito de
forma incompleta, inclusive o uso inadequado do seu valioso tempo.
A
criação divina é riquíssima em detalhes, sutilezas, em pequenos gestos,
movimentos, que no todo se completa na perfeição.
Somos
perfeitos e completos por origem, mas imperfeitos e incompletos por opção.
A
intuição é um impulso que prima pelos detalhes, pelas sutilezas, pelos pequenos
movimentos, mas que podem mudar caminhos, definições, decisões, enfim prima por
uma elevada performance que somente será conquistada no seu todo e não pelas
analises parciais que temos feito deste todo.
Entramos
na era da intuição e não mais do modelo da racionalidade, com a personalidade.
A percepção precisa ser muito mais abrangente do que tem sido.
Ser
racional é ser retrogrado, omisso, parcial, é ser um pedaço de um todo, pois os
movimentos que sempre ocorrem em dois planos o físico e o espiritual, agora,
mais do nunca, precisam ser perceptíveis nestes dois planos, o físico e o
espiritual.
Ou
seja, as duas metades devem se unir para sentirmos o todo, a perfeição, o círculo.
A
demanda pelo caminho a ser percorrido em épocas de emergência não podem e não
devem ser os caminhos que temos percorrido sem esta conotação do vislumbre
completo, usando os 5 sentidos e o 6º sentido, o intuitivo, pois o meio
ambiente poderá estar numa situação caótica, devastada.
No
pensamento de ontem, foi colocado a data com um grafismo menor e dois símbolos
ao lado. Somente uma pessoa me questionou estes “detalhes” que ao meu ver são
bem visíveis.
Vejam
como passamos batido nos detalhes, pois provavelmente ao lermos tais instruções
nas merrequinhas, fazendo outras coisas ao mesmo tempo, estes “detalhes” passam
desapercebidos.
Assim
tem ocorrido com a maioria dos
“chamados” que temos recebido. Passam batidos, não são considerados, não
damos bola porque perdemos a sensibilidade para estes “pormenores”.
Isto
precisa mudar. Estamos em tempos de emergência, de urgência e serão os detalhes
que farão a diferença, que identificará nossa coligação com os Planos Elevados,
na real e verdadeira sintonia.
Alguns
podem ter dito: percebi estes detalhes!
Mas
não teve a ousadia de questionar ou se aprofundar no que lhe chamou a atenção. É
o mesmo que não ter percebido, pois se determinados movimento dependessem de
tais detalhes, estes não seriam feitos.
Não
seremos intuídos pela Rede Globo, no Jornal Nacional, com o “tam.. tam.. tam..”
tudo será sutil, próprio, com ênfase nas indicações individuais e não coletivas.
É
preciso uma mudança de postura, de procedimentos, valorizar todos os aspectos e
para isto temos de deixar de lado esta sistemática maluca que estamos vivendo, deixando
de trocar nosso precioso tempo pelas ilusões da vida cotidiana.
Estamos
“programados” para sermos distraídos, para não prestarmos atenção nas reais
necessidades, para sermos essencialmente consumistas e nos tornarmos
consumidores contumaz, para levar a vida atrás dos desejos que mudam de tempos
em tempos segundo uma mídia forte, profunda e aterrorizante, que define o que e
quando deveremos desejar ter, isto ou aquilo.
Enfim,
fiquem atentos. Os sinais que chegam diariamente, a todo instante, são sutis,
são periféricos, pois isto incentiva nossas coligações.
Seja
ligado, coligado, intua, mas não será pelo WhatsApp, Faceboook e outras mídias sociais
que você receberá o que de útil possa lhe servir.
Fique
atento, seja atencioso, saiba priorizar, não tenha medo de ser e de fazer
diferente, olhe ao redor, gire 360º.........lentamente....., pare, pare, pare(STOP),
escute, aflore todos os sentidos. Lembre-se que os sinais virão da forma mais
inusitada, nada será previamente anunciado, contenha-se na ansiedade,
realize os movimentos com absoluta atenção.
E
por fim, ponha de vez em quando, sem tremer ou enlouquecer, a merrequinha de lado.
Atenção:
aprenda a desliga-lo primeiro.
Hilton