segunda-feira, 23 de janeiro de 2017

Não seja sempre, o mesmo voce. Mude.



Pensamento do dia 23 de janeiro de 2017

Mude sua perspectiva e, com isso, “o reino do céu lhe será dado por acréscimo”.
Paul Brunton.

Pois bem, quando concluímos alguma coisa e tomamos nossa decisão, será sempre em cima de uma perspectiva sobre determinada situação.
Sim, sobre determinada perspectiva pois como vivemos iludidos, a realidade sempre será outra.
Para exemplificar, uma pessoa num estado de ignorância mais profunda poderá usar da violência para resolver seus conflitos, enquanto outra poderá dialogar, ceder, superar, etc.

Assim temos conduzido nossas “vidas” ao longo das eras, em cima de perspectivas e pontos de vista.

A evolução, ou evoluir é a meta, em que as perspectivas vão mudando a cada passo evolutivo.

Assim,  na medida que o horizonte for se ampliando, na aquisição de novos conhecimentos, a consciência se expande, tornamo-nos mais sábios, mais completos, mais seguros, menos agressivos, pois passaremos a compreender com mais amplitude, as novas perspectivas, aproximando-me cada vez mais da realidade.
Este é o caminho.

A sabedoria é um caminho eterno, sem volta, pois sempre haverá algo para aprendermos.
Percorre-lo é inevitável e inexorável, mas podemos parar em determinado ponto e ficar “apreciando a paisagem”.
Na dinâmica universal, onde nada para, tudo continua, ficar “apreciando a paisagem” será um tempo perdido, manter-se desatualizado.
É assim que a raça humana se encontra, parada, “apreciando a paisagem”, fora da dinâmica universal, alheia aos ciclos, à evolução.

Poucos são os cidadãos que tem lutado para superar suas ilusões, pois exige esforços, muito trabalho, grande dedicação, movimentos contínuos, abandono das coisas antigas, ultrapassadas, enfim exige a pratica do DESAPEGO mas, segundo alguns, manter o status significa manter-se “confortável” e “seguro” (não sabemos porque desta conclusão!!).

Deveríamos estar mudando continuamente nossas perspectivas, seguindo a dinâmica do planeta, da Mãe natureza, dos tempos, dos movimentos, como o pulsar de um coração, na sístole e diástole, onde cada batimento cardíaco corresponderá a um novo momento, um novo tempo, um novo movimento.
Mas, como não percebermos esta dinâmica, achamos que é sempre tudo igual.

Este erro tem sido fatal para a humanidade, pois não aprimoramos as conquistas anteriores e não nos abrimos para as novas conquistas.
Estamos no tipo “agua parada”. Só que água parada estraga, fica fétida, poluída, insalubre, faz mal e tem sido desta água que temos matado nossa sede.
Isto tornou-se um ciclo vicioso.
Esquecemos que a renovação é eterna, sistemática e acontece independente do ser humano ou de qualquer criatura.

No entanto, a vida é sábia e compreendendo nossa preguiça, definiu uma espécie de gatilho que nos alerta para este processo da renovação.
Tudo aquilo que nos incomoda é um sintoma de que tem de ser renovado, tem de ser mudado, tem de ser ajustado, tem de ser reciclado, enfim mudanças precisam acontecer.
Enfim, se vencermos a preguiça e tivermos disposição e isto significa DESAPEGAR-SE, mudaremos o que precisa mudar.

O Grupo vem mantendo esta dinâmica a duras penas. Se houvesse mais gente motivada poderíamos ser mais atuantes e mais participativos em inúmeras Tarefas.
De certa forma uma Tarefa nos é dada quanto entramos na sintonia dos seus impulsos.
Podemos dizer, em palavras bem simples, que escolhemos o que queremos fazer.
Isto para ficar bem claro, é o mesmo que dizer que a Tarefa nos escolhe.
Portanto, quando pessoas não se sentem motivadas, elas próprias são culpadas, pois não entraram na dinâmica que a Vida Universal exige.
É bem mais fácil culpar os outros ou as circunstancias pelo nossos problemas, mas precisamos entender que estes “outros” e estas “circunstancias”, nós mesmos às atraímos pela ociosidade e falta de motivação em assumir riscos.

Evoluir e arriscar-se pois sempre entraremos num “campo desconhecido”.

A fé é a única ferramenta disponível para entrarmos neste “campo desconhecido” .
Quem resolve se preservar, fica, estagna, vira “agua parada” com todas suas consequências negativas.    

Não seja sempre, o mesmo voce. Mude.
Hilton

domingo, 22 de janeiro de 2017

Um DNA das antigas.



Pensamento do dia 22 de janeiro de 2017

Somente alguém que transcenda o ego pode compreendê-lo.
Paul Brunton.

Porque às vezes ficamos furiosos? Queremos explodir? Socar alguém até virar pó?

Este desequilíbrio provem do ego.
No ego adotamos inúmeros parâmetros e referências que consideramos corretos. No entanto, no eterno vir a ser, estes parâmetros e referencias desatualizam e tornam-se obsoletos, inaplicáveis em curtíssimo espaço de tempo, tendo em vista a grande dinâmica da Vida Universal.
No ego não aplicamos, com facilidade, as continuas e infindáveis atualizações dos inúmeros “softwares mentais” (numa analogia) existentes.
Não nos atualizamos como seres humanos na mesma dinâmica que a Vida se movimenta, pois nossa meta principal é o conforto, o ostracismo, o “dolce fare nienti”.
O ego, um dos elementos que compõem o corpo emocional, torna-se DOMINANTE e impõe à mente, corpo pensante, suas tendências desatualizadas, mas a princípio confortáveis e nos indica decisões que geram ações completamente erradas em relação aos impulsos que estamos recebendo.
Isto em certos momentos vira raiva, vira vingança, ativa a revolta, enfim, ressalta nossos instintos da fase animal, super antigos, da época dos dinossauros, pois ainda “os” carregamos em nosso DNA.
Com isto estamos quase sempre fadados a errar quando usamos o ego em nossas decisões.
É muito importante saber que quando nos sentimos DESEQUILIBRADOS, com alguns sentimentos negativos, estaremos decidindo com o ego e não com a alma.

O ego, na conjuntura atual continua predominante, dominante em muitos de nós e as decisões ainda continuam naquele deus dos antigos, que uma frase simplifica tudo: “Olho Por Olho, Dente Por Dente”.
O indivíduo egocêntrico, acumula, pensa em si, vive em torno do seu eixo, sempre quer mais, tem dificuldades em dividir, não compartilha, não transcende, não absorve, não filtra, explode, compara-se, compete continuamente, reserva-se, guarda, quase não perdoa, critica, enfim vive em seu mundo e o considera perfeito.
Estas definições aplicam-se no mundo material como no mundo espiritual, pois muitos indivíduos considerados expoentes da espiritualidade, em certos momentos tornam-se os donos da verdade e dos dogmas perfeitos. 
Tanto um como o outro, podem alcançar quedas vertiginosas.

Pois bem, estamos experimentando a vida egóica a tempos. Estamos sob o domínio intenso do ego, a eras, a infindáveis vidas e ainda não o transcendemos.
Nos acostumamos tanto com seu domínio, que a personalidade com suas infinitas variações, vem dominando a mente dos homens e estes tem tomado decisões altamente negativas, muitas vezes inimagináveis, separando, selecionando, priorizando, definindo atitudes absurdamente desastrosas para os conceitos da vida única, da irmandade, do amor.
Após milhares de reencarnações temos mantidos as mesmas posturas dos “tempos das cavernas”, do “olho por olho”, onde o maleficio substitui o benefício.

A maioria não superou a fase do ego, do egocentrismo, dos mandos da personalidade, ou seja, não alcançou o estágio preponderante em que a alma deveria estar predominando sobre as decisões da mente.
Por isso somos tão separatistas, individualistas, competitivos, gananciosos, sem sequer pensar que compartilhamos o mesmo planeta, o mesmo ar, a mesma água, as mesmas ofertas da Mãe Natureza, onde o crescimento de um alavanca o crescimento de todos.

Enfim vamos rever nossa postura em relação às nossas decisões.
Vamos evitar contrapor nosso bom senso, nas fases equilibradas que costumamos ter.
Vamos envidar esforços para manter um tom e um som único em nossas manifestações, para manter uma certa harmonia e coerência com nosso lado mais elevado.
Vamos olhar o próximo, os reinos como algo que compõem o Único, o Todo, e que Tudo também faz parte de  mim.
Desta forma, poderemos compreender o ego e supera-lo, pois ele sempre fará parte do meu todo, do meu arquétipo e do meu aprendizado.
Enfim, vamos transcende-lo.
Hilton

quinta-feira, 19 de janeiro de 2017

Uma virtude moral.



Pensamento do dia 19 de janeiro de 2017

A reflexão correta não é apenas uma qualidade intelectual; é quase uma virtude moral.
Paul Brunton.

Pois bem, a reflexão é um instrumento maravilhoso onde pensamos, ponderamos, vislumbramos certas mensagens que podem nos tornar melhor e nos ajudar a compreendermos inúmeras situações porque estamos passando.
Nos tempos atuais, o preenchimento do tempo com atividades que não levam a nada, mas somente com a intenção de nos expor, tem sido o foco das nossas intenções e da nossa “falta de tempo”.
Soma-se a isto os modelos de distrações, onde os movimentos do corpo tem sido acentuados, recheados pelas intensas propagandas elaboradas e direcionadas para um modelo de conduta que interessa a nossos dominadores, viramos reféns de ondas de procedimentos que direcionam para formação de opiniões coletivas que interessa às forças negativas. São as que tem comandado as nações, as grandes corporações, o mercado financeiro, a política, enfim a demanda pelo consumo na exploração da ganancia e da vaidade humana.
Nos tornamos formadores de opiniões sem a devida base real e verdadeira, sobre os fatos da vida.
O mundo tem sido conduzido desta forma, onde a mentira atropela a verdade e esta direciona o caminhar da humanidade.

Vejam que tudo vira moda. Moda disto, moda daquilo, enfim de repente somos envolvidos por certas tendências coletivas, sem saber porque, quais as vantagens, desvantagens e na maioria das vezes obedecemos padrões involutivos, ou seja, tendemos a retroceder nossas conquistas no campo espiritual.
Uma das causas destas adesões a estes movimentos coletivos é a falta de REFLEXÃO somado à impulsividade.

De certa forma pensar dá trabalho, mas pior do que isto, DESACELERA.
Quando refletimos sobre algo temos de parar, temos de pensar no que estamos refletindo e isto só é possível na medida em que formos nos aquietando, acalmando, para finalmente se concentrar.

A reflexão é uma avaliação detalhada dos prós e dos contras de uma ideia, que deveremos ou não adotar em nossos procedimentos. É a maneira correta de usarmos algo que foi sugerido.

Para que isto ocorra você precisa estar em equilíbrio.
A reflexão, antes de mais nada, é um estudo sobre um ensinamento que poderá vir a ser uma nova postura que poderemos adotar.
Este estudo precisa ser preciso, detalhado, pois em decorrência dele, poderemos mudar nosso comportamento e tais mudanças envolvem muitas responsabilidades.

A reflexão é uma atitude que deveria ser continuamente utilizada para todas as nossas decisões. Com ela deve ser  levado em conta nossos anseios mais elevados, aqueles provenientes dos níveis internos.
Obviamente que se colocarmos a competitividade nestes anseios, o processo regride e o egoísmo comandará nossas decisões.

Grupo H&F.

Os integrantes deste Grupo, deveriam ser pessoas cujo processo da reflexão deveria ser automático, ou seja, as atitudes, as manifestações, as informações, os ensinamentos, deveriam ser alvo de reflexões continuas.
Isto por si só, além de facilitar a compreensão sobre tão farta matéria que tem sido fornecida semanalmente, ou quem sabe diariamente, complementaria o que nos foi doado com tanto amor, carinho e dedicação.
De certa forma podemos nos comparar a uma classe infantil do aprendizado, onde as crianças em fase de adaptação, precisam aprender certas disciplinas para poderem usufruir das instrutivas brincadeiras dos seus “professores”.
Na escala evolutiva do planeta, ainda não passamos desta fase infantil, primária do conhecimento, onde estamos no tom das brincadeiras, errando muito para aprender pouco.
Bom, pelo menos alguns estão “matriculados” na escola da vida para seu processo de aprendizado. Triste e doloroso é saber que muitos, nem esta oportunidade tem.

Podemos ser considerados os representantes da raça humana no processo do seu continuísmo e não mais no seu encerramento como uma raça fracassada.(possibilidade que já foi cogitada algumas vezes em eras passadas, face a sucessão dos fracassos das várias civilizações anteriores que ocuparam a superfície da Terra)
Poucos, pelo mundo afora, optaram por estas responsabilidades com Quem nos criou e nos conduz.

Para Grupos desta natureza, forças incríveis, energias poderosas, consciências elevadas, esforçam-se numa continua assistência, sob o comando de Samana (Jesus Cristo aqui na Terra – nosso tutor) a  fim de que possamos criar motivos suficientes de que todos os esforços na criação desta raça humana terrena foram a contento.

Muitas vezes ao iniciarmos as reuniões vemos que poucos, ou ninguém, fez as poucas coisas que são solicitadas nas reuniões anteriores.
Não há colaboração pois não esforços além do tempo dedicado a um horário pré determinado, o das terças feiras.
Não acontecem as necessárias reflexões, pois com certeza uma reflexão sobre determinado assunto se desdobraria em outras informações adicionais, ou questionamentos, ou dúvidas e quem sabe nos  aprofundaríamos e traríamos complementos que seriam úteis a todos.
A pré leitura dos capítulos dos livros que estamos estudando, poderia antecipar assuntos, duvidas, esclarecimentos que nas reuniões normalmente passam desapercebidas, além do fato de que o envolvimento com os impulsos daquela leitura já estariam acontecendo.
A busca por informações complementares sobre um determinado assunto que foi colocado em pauta, com certeza se somaria ao que nos foi indicado para conhecermos, estudarmos, ou nos aprimorarmos.
Recentemente iniciamos estudos sobre as profecias dos antigos, mediante um impulso extraordinário em uma das reuniões.
Este impulso exige uma busca intensa e quanto maior a colaboração maior será o aprendizado.
A colaboração, além de ser uma doação, é um impulso importante para um tema em questão, pois assim que você inicia sua busca, teu lado interno entra em “contato” e tua pré disposição te aproxima de Seres que irão atender tua necessidade na medida do teu potencial.

Quando se pertence a um Grupo, não adianta ser somente um elemento deste Grupo, é preciso interagir continuamente, pois soma-se para todos seus elementos os impulsos originados por cada um.
Um Grupo com este conceito de atividade, não há competitividade de colaborar mais ou colaborar menos, o que se leva para o Grupo é o que importa.
Ninguém deve se preocupar com o que leva, desde que seja de coração, pois todos nós estamos aprendendo e continuaremos no processo de tentativa e erro, pois ainda não temos uma mente adequada para assimilar impulsos mais elaborados que provem dos núcleos superiores.

Quem mais recebe mais terá de doar.
A Terra passará por momentos incríveis, onde uma sucessão de “fatos inexplicáveis” serão desencadeados ao mesmo tempo.
É preciso que existam pessoas preparadas para dar certas explicações, para proceder amparos, para acolher, para manter um mínimo de equilíbrio e para conduzir, portanto inúmeras informações tem sido canalizadas para grupos de pessoas que já demonstraram que são afins a estas Tarefas, que tem potencial interno, que já tiveram vivencias consolidadas em vidas anteriores com este objetivo, se disponibilizem.
Espera-se que despertem, assimilem, preparem-se, empenhem-se.
Faça uma triagem do que lhe serve, do que não lhe serve, a que precisam se dedicar, o que devem descartar, o que devem manter, como devem proceder, o que lhe falta, como buscar, aonde buscar, pois não há investimento sem retorno no Plano Maior.

Enfim cabe aqui uma reflexão de aprofundamento.
Hilton