Pensamento
do dia 28 de janeiro de 2017
A
prática de expandir o amor a todas as criaturas vivas produz estados elevados
de alegria cósmica.
Paul
Brunton.
Pois
bem, um conselho simples, mas sábio.
No
geral, as pessoas levam em conta as diferenças entre elas e entre as demais
criaturas, para se posicionar.
Por
julgarmos um animal como um ser inferior nos damos no direito de mata-lo e
come-lo.
As
formas de mata-los, também não são considerados, e a dor que estes sentem não
nos afeta.
Vê-se
na televisão a caça esportiva, a pesca esportiva, ou seja transformamos a morte
de uma criatura em diversão.
Entre
nós, o que efetivamente levamos em conta são as DIFERENÇAS. Sejam estas
físicas, morais, intelectuais, raças, culturas, poder, posses, posição, são
estas as diferenças consideradas em nossos relacionamentos.
Como
há uma infinidade de “diferenças consideradas” no plano físico (mental,
emocional e físico), nos desigualamos, ou seja, aparentemente somos todos
diferentes.
Aos
olhos de Deus, ao Cosmos, não há diferenças entre as criaturas, mas somente
estágios distintos de níveis evolutivos e esta distinção deveria servir para
aprendermos a Trabalhar, Doar, Ajudar, Acolher, Amar e ser ajudado, ser
acolhido, ser amado.
Conforme
Paul nos diz, expandir o amor a todas criaturas vivas produz estados elevados
de alegria cósmica.
Alegria
não tem nada a ver com diversão. Diversão é um sentimento das fases iniciais
do indivíduo na 3ª dimensão, ou seja, já deveríamos ter transcendido a
diversão, trocando-a pela alegria.
A
diversão é pontual, a alegria é abrangente.
A
diversão normalmente é ofensiva e direta, a alegria é amorosa e envolvente.
Mas,
com uma simples mudança de postura e intenções saíremos da diversão para a
alegria. Obviamente o que estará por trás será o alcance do indivíduo a estados
de evolução mais amplos e elevados.
Sentimos
que a maioria das pessoas queixa-se da vida, dos afazeres, das obrigações. Isto
mudará radicalmente após a transformação planetária, mas de antemão, um simples
reposicionamento sobre a forma de encarar as coisas na prática do amor,
aliviaria sensivelmente todos estes “encargos”
Supondo
que incluíssemos a alegria em tudo que fizermos, já seria o suficiente para que
energias positivas fluíssem das nossas atitudes e isto mudaria substancialmente
o que hoje avaliamos como “encargos”.
Notoriamente,
as pessoas alegres passam pelas mesmas dificuldades que todos passam, mas com
índices bem baixos de sofrimento. Portanto o sofrimento é um estado de
consciência que leva em consideração nosso estado emocional positivo ou
negativo, ou em outras palavras, de acordo com o que tem sido preponderante em
nosso coração: a alegria ou a tristeza.
Hilton