quarta-feira, 8 de fevereiro de 2017

RES: O esforço pessoal é inevitável.



Pensamento do dia 8 de fevereiro de 2017

O caminho há de ser buscado sem ter em conta o que os teus pés devem percorrer.
Mabel Collins.

Pois bem, Mabel nos indica que o caminho da sabedoria, da espiritualidade, da evolução, exige esforços.
Ninguém chega a lugar nenhum sem esforços pessoais, dedicação, sacrifícios, PERDAS, muito estudo, muita reflexão.
O esforço pessoal é inevitável.

Muitas vezes nos enganamos com a sensação de que estamos assimilando algo, quando nos dedicamos somente a escutar.
Escutar uma informação e não coloca-la em pratica, não desenvolve-la, não refletir sobre ela, não se aprofundar, esta se esvai em pouco tempo.
Nosso cérebro possui uma capacidade impressionante de assimilar, mas pouco retém se não realizarmos os devidos movimentos para com a informação recebida.

Na escola, na faculdade, recebemos milhares de informações gerais, mas a vida pratica irá definir e determinar quais destas informações será, verdadeiramente, conhecimento. E será este conhecimento que nos dará a competência para nos tornarmos bons profissionais no que escolhemos.
A vida espiritual não é diferente, exige muita atenção, discernimento e pratica.

Poucos praticam, de fato, uma vida espiritualizada, pois a maioria não passa do “ouvi falar”, do me “lembro vagamente”, esta informação não é “estranha”, ou seja, captamos a informação mas esta se fragmenta em nossa memória e dificilmente conseguiremos usá-la.
Vidas e vidas tem sido conduzidas desta forma, onde informações e situações passam sem a nossa menor atenção, pois resolvemos nos focar no que é finito e passageiro.
Temos deixado de lado conceitos fundamentais para compreendermos a própria vida, suas nuances e quem sabe viver melhor.
No momento de uma situação em que a informação deveria ser aplicada, esquecemos como se faz, nos perdemos em detalhes para o plano físico, nos preocupamos com as aparências, com nossas emoções e erramos.
Errando a informação se esvai e seu conhecimento se perde. Mais uma energia divina foi desperdiçada e mais uma vez os fatos irão se repetir.
Assim tem sido vivermos na roda gigante, gira, gira e não sai do lugar.

Acima foi citada a palavra PERDA.
Se perde para GANHAR.




“A perda, antes de tudo é um ato de renovação e com isto ganha-se o novo, o inusitado, o desconhecido.

Mas, temos relegado pois somos uma raça ultra conservadora, extremamente rotineira, medrosa para enfrentar novos desafios, novos conceitos, mudanças.


Qualquer que seja a novidade, colocamos alguém na frente (que não seja eu) , o famoso “bode expiatório”. Alguém tem de testar, checar, submeter-se pois meus medos me retiveram e me detiveram para não sair do lugar, não mudar o conhecido.


De forma geral temos nos comportado como sendo sempre a 2ª pessoa, o depois de.


Andamos quando a fila andar, pois a liderança, segundo nossos conceitos e padrões, assume riscos e temos “ARREPIOS” a risco.


O Universo e consequentemente nosso mundo, está em constante renovação, num continuo vir a ser, mas ilusoriamente achamos que não, simplesmente porque adotamos certas rotinas, nos iludimos com elas, as consideramos eternamente corretas e por isso não devem ser mudadas. Consequentemente nos tornamos uma raça obsoleta em relação a outros mundos e dimensões.


Nada será como antes (conforme uma música do Tim Maia, se não em engano), pois o que aconteceu ontem jamais acontecerá outra vez. Por sua vez o que está acontecendo hoje, não se repetirá amanhã.


Quando igualamos, erramos.


Um texto tem inúmeros padrões de energias, impulsos, vibrações, informações que vão se completando na medida que formos nos envolvendo com o texto.


Cada vez que você o lê, um novo impulso, um novo padrão, uma nova energia emanará desta nova (novíssima) leitura e você poderá mudar ou acrescentar novas hipóteses, informações, conceitos ao que você leu ontem. Terá novas influencias, fará novo sentido, tomará nova forma, acionará novos impulsos, completará certos raciocínios.


Mas porque isto não acontece de forma clara?


Porque nunca queremos mudar o que foi e o que está acontecendo, face ao medo que temos das mudanças.


Por isso que para tanta gente, é inconcebível que o planeta irá para uma nova era.


A Terra será uma nova Terra, a raça humana será uma nova raça humana, o código genético será outro, os conceitos e rotinas serão outras, as energias serão mais atuantes pois serão percebidas, a intuição substituirá o velho e rançoso passado, as descargas emocionais serão trocadas pelos impulsos da alma, as diferenças deixaram de existir, nos olharemos com outros olhos, a igualdade será interna e não externa e o comando será Superior e não inferior como tem sido.


Cairá por terra, grupos, classes, comunidades, associações, etc., que no fundo são altamente racistas e separatistas.


Portanto, quem chegou a ler novamente o “mesmo texto”, pela segunda vez e agora pela terceira vez, percebeu mudanças e assim é em tudo que fazemos. Só ainda não percebemos.


O indivíduo espiritualizado precisa ser observador, ligado, descompromissado com as rotinas, conceitos e preconceitos da vida atual, pois está tem sido infame e ridiculamente pobre.


O indivíduo espiritualizado busca “sinais”, formas de comunicar-se com o que está além do campo da visão, dos 5 sentidos, pois sabe que será acima disto que sairemos das armadilhas das ilusões.


Não se prenda ao resumo, ao primeiro impulso do seu consciente esquerdo que radicalmente irá anunciar que tudo é igual, pois nada, em hipótese alguma será igual ao que foi ontem.


Viver o presente é o correto, pois ao vivermos bem e adequadamente nas regras da Leis Divinas, hoje, estaremos plantando o amanhã nos critérios do caminho evolutivo definido e traçado pela alma.”


Sinais. Esta é a meta.



Hoje nos encontramos lotados, entupidos de conceitos, preconceitos, definições passadas, ultrapassadas, ou resumindo, estamos literalmente VIVENDO FORA DE ÉPOCA.
Nos movemos pela  fornalha emocional, onde ondas de acúmulos emocionais ditam nosso comportamento e nossas ações.
Assim tem sido com todos, digamos que raríssimas exceções acontecem e quando acontecem são Seres especiais que manifestam-se.
Nos manifestamos através de bolhas emocionais, onde nossas ações são fadadas ao arrependimento. Se não for nesta, será nas vidas futuras.

Portanto, resumindo, vivemos fora de época, pois não acompanhamos os ciclos e estamos no final de um deles, usamos a personalidade para decidirmos e nos manifestamos através das explosões emocionais, ou seja, comparando: se uma linha reta liga dois pontos, usamos inúmeras curvas, rumos e direções, onde muitas vezes nem chegamos ao ponto pretendido.

O ser humano está atordoado com a confusão em que vive.
Decide em cima de cargas emocionais, define ações em cima de preconceitos, tem sido absolutamente parcial, julga-se conhecedor (das suas fantasias) e pretende conduzir o rumo do planeta, dominar a Mãe natureza, enfim ditar, inclusive, as regras de quem vive e de quem morre.
Graças a Deus estamos sob uma ampla Estrutura Espiritual que no momento preciso assumirá o comando. Mas até lá usaremos nosso livre arbítrio, pois entramos na fase da irreversibilidade das nossas ações.
Digamos que poderemos ser “rebeldes” por mais um tempo para avaliarmos melhor as consequências da própria rebeldia.

Devemos percorrer o caminho e este foi definido pelas nossas ações do passado.
Mesmo sendo um caminho tortuoso, difícil, terá de ser percorrido.
Ora, podemos enfrenta-lo com mais ou com menos sofrimento, pois as dificuldades já as definimos por nossas decisões passadas.
Considerando a busca pela realidade da vida plena, onde a alma e o espirito, nos auxiliarão nas decisões, dar ênfase ao aprofundamento do conhecimento é a única realidade que sobrou para nos concentrarmos.
Desta forma, podemos perceber que as decisões concentram-se numa só. 

Enfim, cada um deve atentar para o que mais tem sido chamado.

No “mesmo” texto foi acrescido novas informações com o intuito de ficar mais claro os novos impulsos que ali já tinham sido inseridos no “mesmo” texto dito “original”.

terça-feira, 7 de fevereiro de 2017

O esforço pessoal é inevitável.



Pensamento do dia 7 de fevereiro de 2017

O caminho há de ser buscado sem ter em conta o que os teus pés devem percorrer.
Mabel Collins.

Pois bem, Mabel nos indica que o caminho da sabedoria, da espiritualidade, da evolução, exige esforços.
Ninguém chega a lugar nenhum sem esforços pessoais, dedicação, sacrifícios, PERDAS, muito estudo, muita reflexão.
O esforço pessoal é inevitável.

Muitas vezes nos enganamos com a sensação de que estamos assimilando algo, quando nos dedicamos somente a escutar.
Escutar uma informação e não coloca-la em pratica, não desenvolve-la, não refletir sobre ela, não se aprofundar, esta se esvai em pouco tempo.
Nosso cérebro possui uma capacidade impressionante de assimilar, mas pouco retém se não realizarmos os devidos movimentos para com a informação recebida.

Na escola, na faculdade, recebemos milhares de informações gerais, mas a vida pratica irá definir e determinar quais destas informações será, verdadeiramente, conhecimento. E será este conhecimento que nos dará a competência para nos tornarmos bons profissionais no que escolhemos.
A vida espiritual não é diferente, exige muita atenção, discernimento e pratica.

Poucos praticam, de fato, uma vida espiritualizada, pois a maioria não passa do “ouvi falar”, do me “lembro vagamente”, esta informação não é “estranha”, ou seja, captamos a informação mas esta se fragmenta em nossa memória e dificilmente conseguiremos usá-la.
Vidas e vidas tem sido conduzidas desta forma, onde informações e situações passam sem a nossa menor atenção, pois resolvemos nos focar no que é finito e passageiro.
Temos deixado de lado conceitos fundamentais para compreendermos a própria vida, suas nuances e quem sabe viver melhor.
No momento de uma situação em que a informação deveria ser aplicada, esquecemos como se faz, nos perdemos em detalhes para o plano físico, nos preocupamos com as aparências, com nossas emoções e erramos.
Errando a informação se esvai e seu conhecimento se perde. Mais uma energia divina foi desperdiçada e mais uma vez os fatos irão se repetir.
Assim tem sido vivermos na roda gigante, gira, gira e não sai do lugar.

Acima foi citada a palavra PERDA.
Se perde para GANHAR.
Hoje nos encontramos lotados, entupidos de conceitos, preconceitos, definições passadas, ultrapassadas, ou resumindo, estamos literalmente VIVENDO FORA DE ÉPOCA.
Nos movemos pela  fornalha emocional, onde ondas de acúmulos emocionais ditam nosso comportamento e nossas ações.
Assim tem sido com todos, digamos que raríssimas exceções acontecem e quando acontecem são Seres especiais que manifestam-se.
Nos manifestamos através de bolhas emocionais, onde nossas ações são fadadas ao arrependimento. Se não for nesta, será nas vidas futuras.

Portanto, resumindo, vivemos fora de época, pois não acompanhamos os ciclos e estamos no final de um deles, usamos a personalidade para decidirmos e nos manifestamos através das explosões emocionais, ou seja, comparando: se uma linha reta liga dois pontos, usamos inúmeras curvas, rumos e direções, onde muitas vezes nem chegamos ao ponto pretendido.

O ser humano está atordoado com a confusão em que vive.
Decide em cima de cargas emocionais, define ações em cima de preconceitos, tem sido absolutamente parcial, julga-se conhecedor (das suas fantasias) e pretende conduzir o rumo do planeta, dominar a Mãe natureza, enfim ditar, inclusive, as regras de quem vive e de quem morre.
Graças a Deus estamos sob uma ampla Estrutura Espiritual que no momento preciso assumirá o comando. Mas até lá usaremos nosso livre arbítrio, pois entramos na fase da irreversibilidade das nossas ações.
Digamos que poderemos ser “rebeldes” por mais um tempo para avaliarmos melhor as consequências da própria rebeldia.

Devemos percorrer o caminho e este foi definido pelas nossas ações do passado.
Mesmo sendo um caminho tortuoso, difícil, terá de ser percorrido.
Ora, podemos enfrenta-lo com mais ou com menos sofrimento, pois as dificuldades já as definimos por nossas decisões passadas.
Considerando a busca pela realidade da vida plena, onde a alma e o espirito, nos auxiliarão nas decisões, dar ênfase ao aprofundamento do conhecimento é a única realidade que sobrou para nos concentrarmos.
Desta forma, podemos perceber que as decisões concentram-se numa só. 

Enfim, cada um deve atentar para o que mais tem sido chamado.
Hilton

segunda-feira, 6 de fevereiro de 2017

Vivendo fora de época.



Pensamento do dia 6 de fevereiro de 2017

O caminho há de ser buscado sem ter em conta o que os teus pés devem percorrer.
Mabel Collins.

Pois bem, Mabel nos indica que o caminho da sabedoria, da espiritualidade, da evolução, exige esforços.
Ninguém chega a lugar nenhum sem esforços pessoais, dedicação, sacrifícios, PERDAS, muito estudo, muita reflexão.
O esforço pessoal é inevitável.

Muitas vezes nos enganamos com a sensação de que estamos assimilando algo, quando nos dedicamos somente a escutar.
Escutar uma informação e não coloca-la em pratica, não desenvolve-la, não refletir sobre ela, não se aprofundar, esta se esvai em pouco tempo.
Nosso cérebro possui uma capacidade impressionante de assimilar, mas pouco retém se não realizarmos os devidos movimentos para com a informação recebida.

Na escola, na faculdade, recebemos milhares de informações gerais, mas a vida pratica irá definir e determinar quais destas informações será, verdadeiramente, conhecimento. E será este conhecimento que nos dará a competência para nos tornarmos bons profissionais no que escolhemos.
A vida espiritual não é diferente, exige muita atenção, discernimento e pratica.

Poucos praticam, de fato, uma vida espiritualizada, pois a maioria não passa do “ouvi falar”, do me “lembro vagamente”, esta informação não é “estranha”, ou seja, captamos a informação mas esta se fragmenta em nossa memória e dificilmente conseguiremos usá-la.
Vidas e vidas tem sido conduzidas desta forma, onde informações e situações passam sem a nossa menor atenção, pois resolvemos nos focar no que é finito e passageiro.
Temos deixado de lado conceitos fundamentais para compreendermos a própria vida, suas nuances e quem sabe viver melhor.
No momento de uma situação em que a informação deveria ser aplicada, esquecemos como se faz, nos perdemos em detalhes para o plano físico, nos preocupamos com as aparências, com nossas emoções e erramos.
Errando a informação se esvai e seu conhecimento se perde. Mais uma energia divina foi desperdiçada e mais uma vez os fatos irão se repetir.
Assim tem sido vivermos na roda gigante, gira, gira e não sai do lugar.

Acima foi citada a palavra PERDA.
Se perde para GANHAR.
Hoje nos encontramos lotados, entupidos de conceitos, preconceitos, definições passadas, ultrapassadas, ou resumindo, estamos literalmente VIVENDO FORA DE ÉPOCA.
Nos movemos pela  fornalha emocional, onde ondas de acúmulos emocionais ditam nosso comportamento e nossas ações.
Assim tem sido com todos, digamos que raríssimas exceções acontecem e quando acontecem são Seres especiais que manifestam-se.
Nos manifestamos através de bolhas emocionais, onde nossas ações são fadadas ao arrependimento. Se não for nesta, será nas vidas futuras.

Portanto, resumindo, vivemos fora de época, pois não acompanhamos os ciclos e estamos no final de um deles, usamos a personalidade para decidirmos e nos manifestamos através das explosões de bolhas emocionais, ou seja, comparando: se uma linha reta liga dois pontos, usamos inúmeros curvas, rumos e direções, onde muitas vezes nem chegamos ao ponto pretendido.

O ser humano está atordoado com a confusão em que vive.
Decide em cima de cargas emocionais, define ações em cima de preconceitos, tem sido absolutamente parcial, julga-se conhecedor (das suas fantasias, somente) e pretende conduzir o rumo do planeta, dominar a Mãe natureza, enfim ditar, inclusive, as regras de quem vive e de quem morre.
Graças a Deus estamos sob uma ampla Estrutura Espiritual que no momento preciso, assumirá o comando. Mas até lá usaremos nosso livre arbítrio, pois entramos na fase da irreversibilidade das nossas ações.
Digamos que poderemos ser “rebeldes” por mais um tempo para avaliarmos melhor as consequências da própria rebeldia.

Devemos percorrer o caminho e este foi definido pelas nossas ações do passado.
Mesmo sendo um caminho tortuoso, difícil, terá de ser percorrido.
Ora, podemos enfrenta-lo com mais ou com menos sofrimento, pois as dificuldades já as definimos por nossas decisões passadas.
Considerando a busca pela realidade da vida plena, onde a alma e o espirito, nos auxiliarão nas decisões, dar ênfase ao aprofundamento do conhecimento é a única realidade que sobrou para nos concentrarmos.
Desta forma, podemos perceber que as decisões concentram-se numa só.  

Enfim, cada um deve atentar para o que mais tem sido chamado.
Hilton