Observe
o fluxo correto das palavras e guarde nos lábios o necessário para falar.
Cale-se
antes de pensar; não permita que as “torres mentais” que se constroem o faça
cair.
Consagrados
e Servidores
Pois
bem, falamos da inexistência ou da ilusão da ESTABILIDADE.
Este
parâmetro foi criado por forças involutivas, com o firme propósito de
estacionarmos em algum momento qualquer.
O
fluxo das palavras foi habilmente controlado ao ser introduzida a mentira, a
falsidade, dando força para que nossas ilusões fossem reforçadas e as
esperanças submetidas para o que não existia. Recheou-se com a vaidade,
criando a receita perfeita para nos desviarmos do caminho da alma.
O
livre arbítrio permitia e através de impulsos internos o homem deveria perceber
o certo do errado.
Este
por sua vez bloqueio estes impulsos e adotou os parâmetros errados.
Construímos
as torres mentais e nos aprisionamos no seu topo, gerando as falsas esperanças,
elevando o nível da ignorância, distanciando-se da realidade da Vida Universal.
Nos isolamos e nos separamos dos ciclos coordenados pelas estrelas.
Precisamos
descontruir estas torres mentais, descer do andar das fantasias e começar a
perceber a vida intrínseca aos movimentos universais.
Precisamos
sair das quatro paredes, sentir o calor do sol interno, perceber os ventos
solares, conviver com os movimentos de Seres e Energias e aprender a se deixar
conduzir. Veremos, assim, que a estabilidade não faz o menor sentido pois
ancora o fluxo para os novos padrões.
As
palavras precisam fluir do coração, do corpo espiritual e não do corpo
emocional e mental, pois só assim irá carregar as energias elevadas que
qualquer um pode emitir, quando se manifesta.
Na
realidade é um reaprendizado de como viver e manifestar-se livremente, pois
hoje somos copias escurecidas do domínio das forças negativas que dominaram boa
parte dos nossos sentimentos. Por maiores que sejam os esforços que fazemos
ainda assim carregam muita energia do egoísmo.
Portanto,
o uso consciente e adequado da palavra torna-se parte da nossa reintegração com
as verdadeiras manifestações da Vida.
Sair
das “torres mentais” significa descer de um lugar onde nossos conceitos
ilusórios nos aprisionou por muitas eras.
Confiança
e confiar. Duas palavrinhas chave das quais precisamos nos identificar
novamente com elas, pois os apoios no plano material estão se dissolvendo como
papelão em água.
Os
primeiros degraus da nossa torre imaginária serão difíceis e nos trará muita
insegurança, mas na medida que formos descendo ganharemos confiança.
Vejam,
estamos descendo de um pedestal imaginário para ascendermos ao mundo real,
verdadeiro, correto, mas imaterial.
Não seja uma Rapunzel, desça da
torre e liberte-se.
Hilton