segunda-feira, 3 de abril de 2017

Minhas posses! Será que são minhas?



Pensamento do dia 03 de abril de 2017.

Compartilhe o que mais lhe apetece e, se necessário, sacrifique suas posses para o bem de todos.
Consagrados e Servidores.

Pois bem, assunto altamente polêmico e desafiador, vem à tona num momento oportuno para pensarmos a respeito.
A maioria tem procedido de forma compulsória, ou seja quando somos obrigados a fazê-lo em face das circunstâncias e consequências.

Quando pensamos em desprendimento, este assunto está incluído e será um dos itens mais importantes a ponderarmos.
Há de se convir que quando cedemos algo, o fazemos em circuito fechado, ou seja, segundo nossos critérios de julgamentos, opiniões, ilusões, além de travarmos para que certos interesses sejam atendidos.
Outro aspecto é que o que está sendo cedido fique atrelado ao nosso meio ambiente, nossos familiares, enfim àqueles que determinamos.
Esta cessão de direitos e propriedades não são considerados como “compartilhados” e de certa forma mais atrapalha do que ajuda, pois acaba interferindo no carma e nas experiencias dos que foram envolvidos indevidamente.

O desapego será praticado no mundo todo. Será compulsório pois não há outra forma de fazê-lo, segundo o nível evolutivo médio da humanidade em geral.
Obvio que o ambiente e as consequências de seus movimentos nos forçara a esta situação.
Pratica-lo nos dias de hoje pode ser um treinamento para o que será compulsório em seguida.
Não importa que comecemos com as coisas que consideramos inúteis, pois para muitos poderá ser essencial.
O escambo é algo importante a ser praticado nos dias atuais, desde que não coloquemos valores ao que está sendo trocado, mas necessidades. Se preciso de uma folha de papel em troca de uma das canetas que possuo, que assim seja, pois de nada adianta ter várias canetas e não ter papel para escrever.

Nosso planeta entrará nesta fase, indubitavelmente e, ao nos prepararmos, poderemos conviver com estas novas situações de forma menos traumática.
Nada do que foi sacrificado corretamente ficará sem resposta do Plano Maior, pois a abundância reina e domina o Universo.
O que, efetivamente nos falta é aprender a doar corretamente, sem apegos, sem mensurar valores monetários, sentimentais e coisas do gênero.

Enfim, vamos avaliar e praticar.
Estamos nos últimos momentos em que as oportunidades podem ainda contar com nosso discernimento, desprendimento e ousadia.
Hilton

domingo, 2 de abril de 2017

Alzheimer.



Pensamento do dia 02 de abril de 2017.

Transforme cada área em um núcleo sagrado e encontre em cada espaço  um lugar de possível oração.
Consagrados e Servidores.

Pois bem, vivemos num mundo bastante conturbado, onde as projeções mentais concentram-se nos locais que frequentamos.
São chamadas de formas pensamento.
Apesar de termos abordado este assunto em outros momentos, é notório o incomodo que todos estão passando em seus lares, locais de trabalhos, locais de aglomerações, enfim percebe-se que as vibrações de cada lugar vem e impactam contra nós.
Podemos dizer que é um impacto e este impacto traz consequências.
Para pessoas mais sensíveis, este impacto pode ser até doloroso sob os aspectos físicos, pois o incomodo se desdobra em pressões sobre os nossos órgãos.
Para outros o impacto se manifesta posteriormente, onde a pressão vai exercendo de forma mais lenta, face a certas camadas mais endurecidas que podemos ter criado ao redor do nosso corpo físico e sutil.
Os animais tem uma clara percepção a este respeito, mas como não se comunicam da forma que estamos acostumados a nos comunicar, absorvem com estados mais letárgicos, ou adoecem, ou morrem.

Creio que hoje não encontraremos um local sem estas pressões e formas pensamento interagindo nos ambientes e tornando-os “pesados”.
Podemos, eventualmente, estar distraídos ou entretidos com certos movimentos, ações, barulhos, entretenimentos, mas nossa contraparte sutil sente e normalmente absorve. Em condições normais, temos capacidade para absorver e transmutar, mas no momento atual como a pressão, a presença e a quantidade tem sido imensa, nosso corpo sutil vem se enfraquecendo pois tem atuado em seu limite a muito tempo.
Não estamos transmutando na velocidade da pressão exercida. Isto está minando nossa energia vital (a energia que nos dá o status da vida material), com perdas consideráveis.
Esta energia vital perdida não retorna, pois ao nascer adquirimos o necessário para a vida toda, a fim de cumprimos o destino, as experiencias e a evolução prevista.
A perda desta energia  vital tem colocado muitas pessoas, depois de ultrapassarem seu ponto de equilíbrio, em estados letárgicos, alheios, omissos, acamados, chegando para alguns ao ponto de terem uma vida vegetativa e alheia ao mundo.
Isto tem ocorrido com pessoas mais velhas, que perderam grande parte da energia vital por anos de desequilíbrios e descompassos minando a parte material e a contraparte espiritual. Normalmente dedicaram-se ao plano material com tanta intensidade que minaram a contraparte sutil, enfraquecendo as defesas naturais que dosavam a energia vital ao longo da vida material prevista.
Isto se travestiu em doenças como o Parkinson, Alzheimer e outras correlatas a estados alheios e estranhos ao equilíbrio de forma geral.
Nos preocupamos demais com os aspectos preventivos do corpo material para não contrair estas doenças, mas esquecemos que sua origem, assim como de todas as outras doenças, provem do desequilíbrio espiritual do indivíduo.
Não se cuida somente de uma parte do que somos, cuida-se das duas partes que unidas formam um indivíduo na sua concepção maior.

Uma parte significativa da população mundial transformou sua velhice numa vida inócua, sem sentido, sem capacidade produtiva pelo simples fato de terem vivido de forma errada na administração da vida material com a vida espiritual.
Este “esquecimento” do nosso lado sutil tem nos transformado em pessoas autômatos, seguidoras de ideias e concepções pré concebidas,  muitas das quais com objetivos escusos,  perdendo criatividade, originalidade, universalidade, desconhecendo a finalidade da vida universal, portanto original. Acabamos por viver uma vida fútil, finita, sem sentido, limitado a conquistas de status, poder, dinheiro, objetos, não sabendo cuidar das nossa futuras gerações, pois as deseducamos quando as tornamos incompletas, ou seja, materialistas somente.  

Voltando ao teor do pensamento, uma postura conveniente para convivermos de forma um pouco mais amena com estas formas pensamento, que hoje tem tomado conta de todos os ambientes do mundo, é manter-se em estado de oração.
Não necessariamente temos de ficar rezando o Pai Nosso e a Ave Maria em todos os ambientes, mas adotar uma postura orante em que nossos pensamentos sejam elevados, neutros, positivos, não julgadores, colaborando para que a harmonia possa se restabelecer.
Muitas vezes o simples ato de exaltarmos alguma forma de amor para o ambiente, esta energia se espalha e ameniza o que vem contrariando a todos. Isto por si só é um desdobramento forte, poderoso, positivo e eficiente, pois alavancamos “ajudas” e estas “ajudas” são saneadoras, transmutam, ou seja, fazem o Trabalho pesado de harmonizar o ambiente que nos encontramos. Num ambiente harmonizado todos se beneficiam.
Há casos em que perfumes são exalados e nosso olfato absorve e irradia pelo corpo todo, propiciando uma mudança do mal estar para o bem estar.
Tem se usado flores no caso de ambientes pesados, pois estes seres do reino vegetal são colaboradores essenciais para nossa conforto, alimento e equilíbrio. O perfume exalado por estas flores ajudam nossa parte sensitiva a ser a  mais preponderante e realizar sua parte nesta transmutação.
Cada ambiente, cada local pode ser harmonizado e podemos contar com estas “ajudas”.

Assim como o amor, o ódio e a raiva, contagiam e contaminam um ambiente. 
Sempre teremos uma contaminação e um contagio maior ou menor em função da predisposição dos envolvidos.
Por exemplo, num estádio de futebol, onde rivalidade virou guerra, o contagio da raiva e do ódio será a predisposição da maioria para que os ânimos se exaltem e as barbaridades sejam cometidas.
Pessoas fracas são facilmente conduzidas pelos sentimentos negativos de uma multidão, despertando nelas uma agressividade imensa, fazendo-as com que pratiquem atos que em sã consciência não fariam, por isso que, carmicamente, todos ali serão envolvidos mesmo que um ato de agressividade seja considerado isolado.

O momento atual é de sermos muito prudentes.
Evitarmos a todo custo ambientes em que a probabilidade de se tornarem agressivos aconteçam, pois nossas vidas pregressas foram horripilantes e todos já praticaram atos que hoje talvez não suportariam só de saber, portanto, em um ambiente poderoso e dominado por  forças e energias negativas, este nosso lado obscuro pode aflorar. O arrependimento será cruel.

O momento é de revoltas, contrariedades, muito medo, portanto a prudência tem de ser extrema. Podemos perder as “estribeiras” num estalar de dedos.
Estamos envolvidos numa guerra gigantesca entre as forças do mal e do bem, num encontro de contas previsto para este final de ciclo planetário.
A Terra será um solo sagrado e joio será separado do trigo, assim foi dito e assim será.

Revejam suas posturas, suas ambições, seus objetivos. Não se perde mais tempo com o que é perecível e mutável.
O conceito de viver bem é viver completo, considerando nossa meia parte material unida com nossa meia parte espiritual. Isto é equilíbrio no caminho evolutivo.
Haverá um momento da nossa eternidade em que a parte material será completamente absorvida pela parte espiritual.
Assim seja.
Hilton

sexta-feira, 31 de março de 2017

Parece impossível afastar-se das coisas externas.



Pensamento do dia 31 de março de 2017.

Não se detenha em dúvidas e menos ainda em julgamentos de seus irmãos; perderia tempo para orar pelas criaturas que vivem na obscuridade.
Consagrados e Servidores.

Pois bem, estamos envoltos num mar de dúvidas, oscilando para um lado e para outro ao sabor, não mais dos ventos, mas das grandes tempestades.
As dúvidas são imensas. Aliada aos medos e a insegurança, podemos dizer que vivemos aqui na Terra um verdadeiro inferno.
Isto por si só já nos deixa confusos e temerosos, mas ainda fazemos questão de julgar, o que acrescenta bastante “pimenta” nesta mistura horrível de se digerir.

Os tempos são tempos de muita introspecção, de voltar-se para si próprio como nunca fizemos.
Realmente estamos num mar em fúria, com prenúncios de fortíssimas tempestades. Digamos que tudo que podemos ou pensamos em fazer não será suficiente para superarmos o que se aguarda.
Quando as coisas se tornam impossíveis, não há o que fazer.
Mas porque se tornam impossíveis?
Deus tá com muita bronca. Quer se vingar das afrontas que fizemos?
Claro que não. Na realidade não demos a Ele outra alternativa de prosseguirmos na linha evolutiva que foi traçada na nossa origem terrena.
Chegamos a um ponto, no livre arbítrio, em que a dinâmica da vida, a Mãe natureza, não viu outra possibilidade a não ser mudar a direção que seguimos.
Como enfrentar estes momentos?
Voltar-se para si próprio, para seu lado interno, para sua alma.
Voltar-se para si próprio exige, antes de tudo muita calma. Na sequência deverá vir o controle dos medos, da ansiedade, a necessidade de focar-se, a auto estima e o distanciamento das coisas externas.

Poxa, mas parece impossível afastar-se das coisas externas.
Pensando assim jamais nos afastaremos, mas com certo esforço e desprendimento veremos que é possível fazer isto sem nos alienarmos das nossas obrigações no plano material da vida.
Regras e disciplinas precisam ser implantadas e, principalmente, não devem ser quebradas pois todo esforço anterior se perde e teremos de recomeçar.
Aos poucos veremos que nossas percepções aumentam, nossa sensibilidade se acentua e começaremos a ter insights. Exigirá de nossa parte muita disciplina e ausências da tentativa de racionalizar e deduzir o que um impulso interno enviou. Neste momento, o ato da fé se torna premente, ou seja, temos de confiar, seguir e fazer, mesmo que não tenha certa lógica, segundo nossas limitadíssimas deduções mentais.
No início seremos testados em coisas pequenas, através de pequenas ações que mexerá com nosso conforto e desafiará nossa preguiça. Neste primeiro ponto muitos fracassam.
Os que vencerem a 1ª fase, passam por outras etapas onde cada vez mais os insights serão mais precisos e mais contundentes.
Temos de lembrar que todo insight, que leva em conta vantagens pessoais, satisfações do ego, são absolutamente falsos e podem fazer parte dos testes para avaliar até que ponto o ato de Servir faz algum sentido.

No momento em que estes insights foram atendidos, segundo as regras das Leis Regentes aqui na Terra, poderemos ser mais úteis do que o peso que tornamos.
Vejam que tudo é muito subjetivo, pois para cada indivíduo, para cada nível de consciência haverá insights distintos.
Terminada esta etapa, o indivíduo passa a ser intuído e instruído para inúmeras Tarefas ao alcance das suas possibilidades espirituais. Estas entram em processos contínuos de expansão e a fé adquire processos de entrega e abnegação bem amplos.
Para certos indivíduos intuitivos, o recolhimento e a religiosidade se acentuam, enquanto para outros a participação nas atividades da vida material e cotidiana, com foco na espiritualidade, passam a ser amplas.

Podemos dizer que tais indivíduos intuitivos encontram-se em “estado de oração”, pois como sabemos existem inúmeras formas de se orar.
Cada um sentirá a sua tendência, seja para a vida religiosa como para a vida “pratica”. Ambas tem o mesmo grau de importância perante Deus, pois ambas são necessárias.

Apegar-se, julgar, preocupar-se, ter medo, aceitar impossibilidades, duvidar, agarrar preconceitos, nesta condição tornam-se inexistentes.
Nos sentiremos tão seguros que não importa o quanto estas imensas tempestades estejam próximas, o quanto já nos envolvemos neste mar em fúria, pois a concepção da vida e da morte adquiriu novo significado. A confiança retorna, mas em outro nível, o equilíbrio permanece mais tempo e o desequilíbrio menos tempo, tudo começa a fazer sentido e o “além da Terra” torna-se algo real, vivo e dinâmico.

Não existe nada mais importante do que adquirirmos esta postura nesta etapa da transição planetária.
Nada poderá substituir esta prioridade, mas desde que nos convençamos que isto é real e imprescindível.
A cada um lhe será dado o que necessita, portanto, torne esta postura tua necessidade.
Hilton