Pensamento do dia 25
de maio de 2...
Boas intenções sem ação
explicita limitam uma pessoa e impedem o contato com as correntes energéticas
que já podem estar sendo emanadas pelos
mundos distantes e mundos internos. Sabe-se que só num próximo futuro a energia
dos mundos distantes alcançara nossos corpos materiais, mas é preciso que nos
preparemos para começar a recebe-la. E isso é indispensável para que possamos
ter uma ação verdadeiramente nova e adequada.
HPB.
Pois bem, ilusoriamente sempre nos sentimos sozinhos quando
da pratica de uma ação real e verdadeira, em que intenções foram deixadas de
lado.
Será nesta pseudo solidão, que com certeza faremos o nosso
melhor.
Quando HPB fala das energias de mundos distantes e internos,
estas só podem fluir para nós, quando há uma intenção explicita e elevada da
nossa parte a fim de realizarmos algum Serviço
necessário.
Quando ajudamos alguém de forma desinteressada e este
desinteresse deve ser pleno, energias internas convergem para nós, pois
dificilmente temos possibilidade de atuar sozinhos. Não temos equilíbrio, não
temos o devido bom senso e o desprendimento para atuarmos de forma isolada.
Assim ocorre também, com as más intenções, ou segundas intenções,
onde certos interesses mascaram oportunidades. Da mesma forma, forças negativas
emanam poderosas energias que alimentam estas intenções e a vaidade, nos transformando
em instrumentos autômatos de tais forças.
Digamos que esta situação tem sido predominante nos meios políticos,
econômicos, sociais, familiares
inclusive, não generalizando, mas predominando no convívio social e das nações.
Por isso que a solidão é oportuna, pois fecha portas que
podem complicar nossa vida, face às más influencias que predominam em nosso
mundo.
Uma Tarefa em Grupo pode ser excepcional, pois agrupa boas
intenções e vários padrões de energias destes mundos internos, potencializando
ações que individualmente talvez não teriam a força necessária. No entanto, o Grupo
precisa ser coeso, denso nas suas intenções e bem conduzido, sabendo discernir
entre o real e o ilusório.
O líder de um Grupo precisa desiludir seus componentes e
estes precisam ficar desiludidos, pois só assim a realidade poderá penetrar no
conhecimento de todos. Facilmente esta desilusão pode se transformar em
decepção, pois este sentimento quase sempre vem depois da desilusão.
A decepção é um sentimento egocêntrico, desapartado dos sentimentos
nobres e elevados, pois instiga a contenda, a revolta, a raiva, a rejeição.
Superá-la é algo que precisa ocorrer no campo individual ( a
cada um do Grupo) e isto ocorrerá quando certa maturidade for alcançada.
Isto reafirmará a verdadeira intenção de seus participantes,
pois é uma prova de maturidade, consciência e de entrega, importantíssima para
o Serviço Grupal.
Havendo esta confirmação, o Grupo entra num processo de
coesão, união e foco, para ser direcionado de acordo com as necessidades que o Plano
definir.
Portanto, boas intenções no plano individual ou grupal exige
a conscientização de todo o conhecimento adquirido, ampla abertura, incrível tolerância
e muita flexibilidade para suprir as demandas negativas que a maioria exerce no
seu ato de viver.
No futuro, como diz HPB, isto será completo, pois nossa
sinergia envolverá mundos internos e mundos distantes. Desta forma estaremos,
realmente, identificados como cidadãos cósmicos e não mais planetário.
Hilton