terça-feira, 11 de julho de 2017

Liberte-se para este novo contexto.



Pensamento do dia 11 de julho de 2...

Liberdade é antes de tudo a capacidade de preferir o bem acima do mal, sem jamais se deixar iludir por aparências.
Thomas Merton.

Pois bem, este conceito de liberdade deve estar arraigado em nosso ser para que nossas manifestações possam se dar expontaneamente nestes parâmetros.
Temos vivido e praticado uma liberdade ocasional, uma vida cheia de regras, leis, costumes, pois não exercemos o que somos por dentro.
As aparências ficaram mais fortes do que as verdadeiras aspirações, as elevadas, pois não é costume pratica-las abertamente.
Desta forma, por medo e omissão, temos deixado de lado as oportunidades de exercer o que nosso coração indica.
O medo de quebrar certas regras, ou de se expor de forma verdadeira, limitou nosso comportamento em cima de padrões e rotinas que a sociedade encara como correto.
Nas caças às bruxas, da idade média, expor certas ideias e movimentos que hoje já são aceitos, tinha um caminho certo, a fogueira.
Mas continuamos a viver com profundos preconceitos, dogmas, doutrinas e parâmetros que para os tempos atuais, tempos das grandes mudanças, acabam sendo impeditivos para nos atualizarmos com a velocidade requerida.
Informações “fora do normal”, “acima do comum” encontram inúmeras barreiras por muitos, que no achômetro as rejeitam impedindo que impulsos possam desdobrar a informação recebida. Esta é uma pratica antiga, sempre foi exercida, onde somente certos parâmetros foram mudados.
Ainda se sacrifica o indivíduo que ousa sair da rotina, de outras formas. Ele pode ser classificado e isolado como forma de penitencia para sua ousadia.

É preciso levar tudo ao coração, ao ponto em que seu universo interno condensa a origem da Criação e lá aceitar ou rejeitar. A mente não tem capacidade, não tem parâmetros, não tem elementos que a levem a concluir qualquer nova informação, ou fato novo, pois por ser novo ainda não viveu e experimentou.

Estamos na fase em que a mente sai do palco e vira espectadora. A mente tem de apreciar e saber absorver, sem rejeitar. Esta função passa agora a ser do coração, pois no ciclo de experiencias que estamos entrando tudo será novo.  
Se não comandarmos esta inversão de valores, rejeitaremos a maioria das informações, pois estas não tem parâmetros de comparação.
Este é um estado de liberdade onde as ilusões e as aparências passam a ser contidas pelo coração.

Jamais exercemos este estado de liberdade e poucas foram as vezes que exercemos esta inversão de papeis (mente-coração para coração-mente).
Liberte-se para este novo contexto.
Hilton

segunda-feira, 10 de julho de 2017

Encontrar o bem que aspira.



Pensamento do dia 10 de julho de 2...

Para começar a viver no plano de consciência que permite uma resposta mental superior, o homem tem de crer que isso é possível. Muitos acreditam em uma Presença Divina plena de sabedoria e poder que os rege, mas não estão ainda preparados para aceitar o fato de que essa Presença Divina se encontra em seu interior e pode ser alcançada se a buscarem profundamente nos níveis internos de seu ser para, então, encontrarem o bem que aspiram.
X

Pois bem, é fato que o mundo vive uma crise.
Muitos falam de uma crise financeira, outros de crise política, outros de alimentos, outros de indiferença, mas na realidade vivemos uma crise de consciência.
Jamais a Terra passou por uma crise tão intensa, tão perigosa e tão desproporcional como esta crise de consciência que estamos vivendo.
Uma crise de consciência engloba tudo, valores, posturas, conceitos, procedimentos, sentimentos, enfim envolve o ser humano como um todo.
É uma crise, sem fim, sem solução, sem esperanças, pois detona os princípios básicos das Leis Divinas e Universais.
Não estamos só numa crise, mas numa redundância caótica de valores e princípios que contrariam o básico da sobrevivência e da convivência.

Algo que transcende o que conhecemos e o que vivemos é a única saída possível, pois conseguimos experimentar quase tudo e infelizmente não conseguimos nos adaptar a nada.
Quando se fala em uma Presença Divina, fala-se em valores divinos, universais, alinhados com a arte da Criação. É disto que estamos precisando, pois o que tentamos não deu certo.
Nos planos da matéria, pela falta de conhecimento e alinhamento com a arte da Criação, as tentativas foram frustrantes, mas na medida que o homem persistir e começar a se auto descobrir, perceberá que ele tem tudo dentro de si mesmo.
Sempre procuramos expandir, quando na realidade concentrar pode ser a saída que precisamos.
A ciência vem se aprofundando na mecânica quântica, na física quântica, onde o macro passa a ser micro, mas conhecer a forma de sua expansão e contração talvez seja muito mais adequado do que tentar conhecer ou observar seus limites, até porque não existem limites ou partícula primordial, pois na arte da Criação o infinito é real.

Enfim voltar-se para si mesmo, para seu coração, para seu eu interno poderá ser o novo recomeço para compreender a existência.
Tudo e todos estão interligados, nada se distancia como imaginamos, portanto, aquietar-se voltar-se para si, usar do atributo da fé deve ser o novo processo.
Hilton

sexta-feira, 7 de julho de 2017

Chata!



Pensamento do dia 07 de julho de 2...

O Universo é pleno de harmonia, e Harmonia é um padrão supremo. Quando o homem se afasta desse princípio começam suas dificuldades. E, quando se aparta do princípio da Hierarquia, desorganiza-se. Sem harmonia nos tornamos instáveis, impossibilitados de comunicação com os Planos Maiores.
HPB.

Pois bem,  vejam que certas condições são essenciais para vivermos bem e estas não dependem de fatores ou providencias externas.
A harmonia é um estado de ser e de viver que não depende do que acontece ao nosso redor e em nosso meio ambiente.
Como sempre, externalizamos este estado de ser, misturando o que é externo com o interno.
Podemos estar no meio da maior confusão, mas harmônicos, concentrados, equilibrados. Neste estado de ser iremos ser conduzidos, e com certeza se manifestará o que efetivamente necessitamos.
Nem sempre ou melhor dizendo na maioria das vezes, não serão atendidos os nossos desejos. Estes ainda se prendem de forma muito intensa às ilusões.

Como geralmente estamos desequilibrados, portanto, sem harmonia, não iremos perceber o que realmente importa e o que  é estritamente necessário numa determinada situação. Por isso que o uso adequado da fé, com a palavrinha mágica CONFIA torna-se essencial no enfrentamento de situações que fogem ao nosso controle, ou dependem de fatores externos.
No curso dos ensinamentos de uma criança, percebe-se que quando esta se foca em algo não considera certos perigos ao seu redor, sendo assim, seus pais estarão ali para conduzi-la adequadamente. Esta situação é semelhante para os adultos, que afoitos em certas conquistas ou ilusões, desviam-se sem perceber os perigos que os aguarda. Por isso que temos sempre “alguém” nos acompanhando e nos orientando, por intuição.
Quando bloqueamos estes insights, movimentos externos são necessários para nos impedir de certos riscos. Poucos compreendem isto e se julgam azarados, revoltando-se (outro esforço inútil).
Nossa rebeldia é um aspecto da incompreensão, pois demonstra nossos limites e ressalta a necessária atualização das nossas capacidades.

Certos coisas que estamos tentando fazer não irão dar certo, mesmo. Ou por carma, ou por despreparo ou porque nos desviará do destino programado. Por isso quanto mais o estudante se prepara com as coisas do espirito mais fácil e menos serão os esforços para compreender o que o leva ao alinhamento ou o conduz ao desalinhamento.
Esta percepção se origina no equilíbrio, na harmonia e na busca contínua do aprendizado.

Poucos veem esta preparação como necessária, pois não compreenderam que sem elas a vida não é evolutiva, mas somente cármica, repetitiva e incrivelmente chata.
Chata!
Hilton