Continuação
( 9)
Pensamento
do dia 27 de julho de 2...
Como
o tempo está acelerado e vem se encurtando, passo o novo tema dos próximos
pensamentos.
(1)
O que é um vislumbre?
Muitas
pessoas se lembram de experiências incomuns quando de repente e sem advertência
foram elevadas afora a existência comum de seus egos para dentro de uma
consciência nova e elevada, plena de terno amor e harmonia.
A
experiência de um vislumbre é inesquecível. Numa descrição pode dar-lhe justiça
plena. Mas o vislumbre confirma a existência de uma consciência mais elevada,
que está em nós – e que somos essa consciência!
PB.
(2)
Podemos convencer o intelecto de que a alma existe – mas a única prova realmente
adequada é uma experiência pessoal intuitiva dela.
PB.
Pois
bem, na fé acreditamos que a alma existe, mas no plano material ela não se
manifesta porque não é palpável, visível e não expressa forma, cor, som, etc.,
ou seja para os 5 sentidos a alma não existe.
Portanto,
sendo algo imaginário temos de crer na sua existência pela fé.
Esta
sensação de inexistência acontece por não estarmos preparados, ou à altura de
senti-la como ela realmente é, ou seja, estamos num estágio aquém da alma.
Sendo
assim alma, espirito, Deus, impulsos, insight, fé, entre tantas outras
manifestações, de fato no mundo material não existe.
Pois
bem, até apouco tempo atrás voar de avião, dirigir a 100km/h, mergulhar a 20
mts de profundidade, usar um celular, jogar videogames, construir pontes,
viadutos, pisar na Lua era simplesmente inimaginável, mas na medida que fomos
progredindo cientificamente, intelectualmente e utilizando um potencial maior
de inteligência, estas possibilidades tornaram-se reais e as usufruímos.
Da
mesma forma é com a alma, com o espirito, com Deus, impulsos, insights, etc.,
na medida que nos aprofundamos nos planos imateriais ou sutis da vida, tais
possibilidades tornam-se reais e factíveis de as usarmos.
Vejam
que o primeiro passo é a fé, ou seja, acreditar sem provas. A partir deste
estagio, aceitamos uma ideia e nos passos seguintes, realiza-la.
Necessitamos
de uma experiencia intuitiva proveniente da alma, pois nas esferas superiores e
ela que nos coliga com consciências maiores.
Passamos
a vida inteira, ou vidas inteiras na busca e no aperfeiçoamento do intelecto,
da inteligência, do conforto mas com foco exclusivo nas ambições da matéria,
deixando de lado a única coisa essencial que podemos levar ao concluirmos uma
vida. Todo o resto fica, apodrece, se perda, desgasta, fica ultrapassado. Mesmo
assim tem sido somente a isto que temos nos dedicado. É muita incoerência.
A
intuição é um vislumbre através da alma. Não se refere ao que estamos pensando,
raciocinando, intelectualizando, não provem de ideias compradas, pois é um
insight fragmentado de algo maior e caberá a cada um desenvolver e
desfragmentar este insight.
Pode
ter até uma certa associação de algo relacionado com a experiencia da vida
material em questão, desde que a alma tenha definido que naquele momento é o
que precisamos.
Ora,
precisamos tirar o foco exclusivo das ambições materiais, pois o que vem da
alma se relaciona com aspectos da eternidade, portanto não são consideradas
coisas efêmeras, perecíveis, gananciosas, etc..
Com
foco exclusivo nos aspectos materiais da vida, como temos feito, a alma analisa
que insights intuitivos não teriam reflexos na nossa vida e portanto, usando da
Lei da Economia, energias desta natureza não são desperdiçadas.
Estamos
na fase de muitas e grande mudanças.
Não
basta termos vontade de aderir, temos de ter fé nesta adesão, pois o que está
mudando, nosso ego e nosso intelecto nunca tiveram acesso e não sabem
identificar o que é.
Não
basta uma mudança de postura, pois exige-se mudanças internas profundas,
superação de preconceitos, de ideias preconcebidas, exige-se extrema ousadia,
coragem e muita abnegação, recheada de fé.
O
tempo voa, se acelera, se encurta e a humanidade ainda se preocupa com questões
das quais não tem nenhuma chance em resolve-las. As questões mundiais, no plano
que nos encontramos, são insolúveis, portanto serão das “esferas superiores”
que as soluções virão.
A
introspeção, ou voltar-se para dentro, para o Eu Interno, poderá fazer com que
administremos melhor o pouco tempo que nos resta e possamos ter os insights
necessários para nos alinharmos com o que é necessário.
Realinhe-se.
(3)
Vislumbre: "É um estado de refinada ternura, de um amor que jorra de um
centro interno e se irradia para todas as direções. Se outros seres humanos ou
animais se põem em contato com você nesse momento, tornam-se receptáculo desse
amor sem exceções, pois então nenhum inimigo é reconhecido, não há desafetos e
é impossível considerar quem quer que seja repulsivo".
PB.
Pois
bem, eis uma descrição do vislumbre. Só quem sentiu saberá identificar
esta magnifica sensação.
Todos
tem acesso ao vislumbre mas a maioria está tão ocupada com suas preocupações
que não percebe quando este ocorre.
Não
há preparo para um vislumbre, mas simples disciplina com relação às nossas
preocupações.
Pior
é que pensamos nelas como se pudéssemos modifica-las. Tudo que fazemos e
demandamos no intuito de corrigir algo errado, provem do nosso Ser Interno e
não das ações recheadas de raciocínio e intelecto.
No
entanto, todas as mazelas e confusões provem da personalidade e do ego que
busca em primeiro lugar, julgar e agir no julgamento, portanto, errar.
Quando
começarmos a disciplinar nossas emoções, nossas preocupações e nossas ações,
começaremos a conquistar um equilíbrio mínimo necessário para o vislumbre.
Um
vislumbre não ocorre em alguém tenso, preocupado, com medo, aflito, desalinhado
ou expressando sentimentos que não condizem com a neutralidade.
O
indivíduo neutro, equilibrado e distante das situações ao seu redor começa a
ficar apto a ter vislumbres, portanto é uma mera questão de disciplina.
A
vida promove situações que precisam de alinhamentos. Nada ocorre por acaso, por
azar, por desleixo, mas simplesmente porque forças cármicas estão envolvidas e
precisam ser equilibradas ou anuladas.
Tudo
que julgamos estar errado, está absolutamente certo porque provem da
Inteligência Divina.
Simplesmente
não compreendemos ou não temos ainda a inteligência necessária para
compreender.
Quando
não compreendemos como e porque algo ocorre é porque estamos defasados do
mínimo necessário no campo da abertura espiritual. Quando compreendemos e temos
de resolver, permitir que o Ser Interno se manifeste é essencial para que novos
erros não aconteçam.
Portanto,
dada a situação atual da humanidade dá para compreender porque erramos tanto.
Realinhe-se.
(4)
A experiência lhe diz vívida, luminosa e memoravelmente que há uma existência
além da existência física e uma consciência além da consciência pessoal.
Pois
bem, eis uma verdade que não se vê, mas se sente. Digamos que esta verdade é um
impulso permanente da alma para todos os indivíduos.
Poucos
dão vazão para que este impulso se desdobre, a maioria nãos se atenta e se
desvia facilmente em troca de barganhas externas, sejam estas para
corpo físico ou para o mundo material. Outros não ligam e procuram desconhecer,
apesar de que durante a vida são ”cutucados” para atentar sobre este impulso.
A
minoria que deu vazão, alimenta e vê surgir em si o vislumbre da alma.
A
consciência pessoal é racional, intelectualizada, do passado e geralmente adota
ideias preconcebidas.
A
consciência espiritual não se apoia em parâmetros, em ideais preconcebidas,
pois surge do amago do Eu Superior. Vem como um fato e não necessita de provas,
contraprovas e demais “documentos” que possibilitem uma “analise” do impulso.
Simplesmente vem.
Vem
na hora certa, no momento adequado e pode nos remeter a um tempo passado ou
futuro, fazendo com que o presente seja redirecionado para o caminho certo,
evolutivo, definido no destino de cada um.
A
6ª Raça viverá por impulsos e não por analises, deduções, comparações e
raciocínios, pois terá acesso à Sabedoria Universal, na medida da sua evolução.
Obvio que terá a responsabilidade e o devido equilíbrio para este acesso, coisa
que atualmente nem perto podemos passar.
Digamos
que abriremos mão da consciência pessoal e externa, para uma consciência
coletiva e interna. Assim todos se beneficiarão da atitude de um.
Hoje,
no geral, tem acontecido o inverso, a atitude de um prejudica a maioria.
Se
limitarmos este conceito para uma familia, podemos dizer que se um mantem certo
equilíbrio físico-espiritual, as chances dos demais melhoram, mas se todos
voltam-se para, somente, os benefícios da matéria todos podem se perder neste
mundo hostil.
Se
aumentarmos este conceito para a “familia humana” (toda a raça), percebe-se que
esta se sustenta porque alguns voltaram-se para a manutenção do equilíbrio
físico-espiritual.
O
tempo urge, o espaço aperta e a necessidade atual é de realinhar-se, portanto
faça.
(5)
Com um vislumbre vem a revelação. Ele sente que pertence a uma raça imortal,
que há uma Realidade interna por trás de todas as coisas, e que a causa
fundamental é benévola.
PB.
Pois
bem, com um vislumbre vem a revelação, volta a integrar-nos para a Realidade
cósmica. Iremos sentir que tudo tem sinergia, está próximo, faz sentido.
Entraremos na singularidade do Cosmos.
Singularidade:
Qualidade do que é único, distinto, singular: a singularidade do amor; ou;
espaço-tempo na qual as conhecidas leis da física cessam de viger e a curvatura
do espaço se torna infinita.
Vivemos
no mundo da separatividade, onde o que importa são as pequenas e simples
diferenças. Popularmente, podemos dizer que “selecionamos as formiguinhas e
deixamos passar os elefantes".
Obviamente
estas pequenas diferenças são cármicas e vem para nos ajustar e preparar para a
Realidade cósmica, portanto tem sua razão de ser, mas internamente somos todos
iguais
O
mundo ainda não se convenceu do conceito da irmandade, onde todos são iguais
perante o Criador, pois vive separando as pessoas por raça, credo, cor,
linguagem escrita, falada, etc..
O
mundo antigo viveu e se comunicou por símbolos e assim será no futuro, pois as
palavras escrita e falada são pobres e mal conseguem expressar nossos
sentimentos, ao passo que os símbolos, muito usados na antiguidade, expressam
tons, padrões, sons, vibrações, sensações voltados para as características da
comunicação universal.
Ao
contrário do que muitos pensam, a comunicação escrita e falada foi um
retrocesso devido a decadência da raça humana em compreender e aplicar o que
simbolicamente era expresso pelos Seres do Cosmos. Além do que os símbolos
usados sem o devido equilíbrio, produziria efeitos altamente nocivos à vida
humana, aos demais reinos e a todo o sistema solar.
Vencida
esta etapa atual e na abstenção do livre arbítrio, retornaremos para um
determinado status, voltado para a simbologia, que nos enquadrará nesta forma
de comunicação universal.
Com
isto a realidade será outra, pois será interna, infinita, não perecível
extremamente ampla.
Isto
é um vislumbre e nos tocará de uma forma permanente, onde o que sentimos hoje
irá parecer que nunca existiu.
Realinhe-se,
prepare-se, oferte-se para este milagre.
(6)
A experiência explica a pessoa para si mesma pela primeira vez, clareia o fato
de que ela vive em dois planos ao mesmo tempo. Revela seu ego como a ilusão que
encobre sua consciência e revela seu Eu Superior como a realidade por trás de
sua consciência.
Pois
bem, temos de encarar a grande barreira, a incompreensão de viver em dois
planos ao mesmo tempo: o plano da matéria e o plano do espirito.
Mesmo
morrendo sempre que encarnamos, ainda se mantem incompreensível que estes dois
planos fazem parte da nossa integralidade.
A
dificuldade de compreender estes dois aspectos vem sendo muito bem administrada
por certas religiões, certas filosofias, certas formas de governo, enfim tem
feito parte do nosso dia a dia desconhecer este assunto. Por isso tememos tanto
a morte.
Com
um vislumbre vem a revelação, como diz PB, mas para isto devemos tomar a
inciativa e admitir viver em dois planos, aceitar esta condição no exercício da
fé.
A
busca pelo Eu Superior precisa ter o mesmo empenho que damos para as conquistas
materiais, posições e vaidades.
Portanto,
realinhe-se, empenhe-se para compreender e vivenciar o que já faz parte do seu
todo.
(7)
Com o vislumbre vem um curioso sentimento de certeza absoluta, certeza feliz,
de total ausência de dúvidas. A verdade está ali claramente diante dele e
profundamente percebida dentro dele.
Pois
bem, no vislumbre não há questionamentos, porque, como, onde, se, simplesmente
a verdade no vislumbre se instala em você.
Como
diz PB, ausência total de dúvidas, pois simplesmente é.
É
um aspecto imprescindível para nosso "crescimento", pois fomos
criados para duvidar, nunca ter certeza, desacreditar e com esta postura
perdemos a fé.
Para
sermos comandados, direcionados, conduzidos, não podíamos ter fé. Na fé não há
questionamentos e na fé entramos na seara dos milagres.
Ora,
isto não condiz com aqueles que insistem em nos conduzir, ditar as políticas,
as regras, a forma de se viver, enfim nos fazer instrumentos das suas ganancias,
das suas vaidades e do seu egoísmo. A lei do quanto pior melhor é largamente
utilizada por nossos "comandantes terrenos".
No
vislumbre saímos deste mundo hipócrita, egoísta e entramos no mundo interno,
cósmico, verdadeiro.
Por
incrível que pareça, temos esta opção e nada e nem ninguém poderá nos impedir
de exerce-la, mas livrar-se das correntes que nos aprisionam exige grande força
de vontade, coragem e desprendimento.
A
maioria não se libertou e não se libertará.
O
tempo está curto, as opções estão se findando e vê-se que poucos
conseguem resistir a estas imensas pressões do mundo egoísta.
A
maioria mantem-se firmes e fortes, lutando desesperadamente por ser mais e ter
mais no mundo das formas, abrindo mão de algo tão excepcional.
Perdemos
ao longo dos séculos o conhecimento da nossa origem real e verdadeira e a
trocamos por mentiras que foram muito bem engendradas.
É
precioso retornar a este "status quo".
Muitos
dizem que tem um preço a pagar nesta mudança. Podemos dizer que sim, mas não é
um preço, é simplesmente abandonar as ilusões que vivemos.
Abandone-as,
realinhe-se e terás vislumbres do mundo real, da vida real, do caminho certo,
da divindade a que pertencemos.
(8)
Esses breves flashes trazem consigo grande alegria, grande beleza, e grande
elevação. São, para a maioria das pessoas, seu primeiro despertar claro e
vívido da existência e realidade de uma ordem espiritual do ser. O contraste
com seu estado normal é tão tremendo que a condena a uma monotonia lamentável….
PB.
Pois
bem, PB descreve com simplicidade e naturalidade algo que podemos considerar
como um milagre. Um vislumbre é um milagre alcançado e podemos ter acesso a
estes milagres com pequenos ajustes de disciplina, discernimento, postura,
vontades e retidão na vida material.
A
atenção é importantíssima, pois desfocado da desejada atenção espiritual, o
milagre (vislumbre) vem, passa e não percebemos.
Como
diz PB, o contraste com o estado que consideramos "normal" é tão
tremendo que a vida material torna-se monótona. Dificilmente algo tiraria nossa
atenção destes novos anseios.
Realinhe-se,
pois os próximos momentos serão intensos e teremos de estar, no plano de
consciência, acima do plano da matéria, para manter o equilíbrio necessário e
prestar um serviço digno de ser chamado Serviço.
(9)
A grande experiência logo acaba, o insight liberado não dura mais que poucos
minutos ou horas, mas sua lembrança perdura por um longo tempo. É uma deleitosa
prelibação e cálida antecipação daquilo que seu contínuo desenvolvimento
espiritual pode lhe trazer. Ela o eleva muito acima de si mesmo e além do seu
estado de consciência normal, possibilitando compreensões mais aguçadas e
criando solidariedades mais profundas.
PB.
Pois
bem, são poucos minutos que mudam nossa vida.
A
vida física continuará de forma semelhante mas não igual, bem como as
experiencias necessárias, pois estas fazem parte do aprendizado, mas a
interpretação dos fatos será bem diferente do até então.
Toda
a sequência exaltará um brilho, coisa que até então não havíamos percebido. Os
fatos se tornarão incomuns, diferentemente do que sempre imaginamos ao ver
situações semelhantes. Como tudo faz parte da engenharia divina, na natureza
(divina) nada se repete.
Veremos
coisas que não víamos, como saberemos de coisas que não sabíamos e sentiremos
sensações que não tínhamos.
Um
novo ser se desperta e este ser é o Eu Superior.
Na
medida que formos alimentando este êxtase inicial, novas demandas podem
acontecer, mas tudo será olhado de um ângulo diferente. O desastre não se
confirmará como um desastre mas uma mudança natural no ritmo dos
acontecimentos, tendo em vista os padrões vibratórios em ação.
O
que importará serão os padrões vibratórios, não mais os acontecimentos, o tempo
ou as necessidades que hoje temos demandado.
Isto
exigirá períodos de adaptação, pois teremos de reencaixar o emocional, o mental
e as vibrações espirituais que passam a atuar com mais harmonia, para ressaltar
as novas percepções.
O
país passa a ser mundo. O mundo passa a ser sistema solar e este por sua vez
universo.
Nossa
nova posição será universal e não se restringirá ás responsabilidades
familiares, como geralmente tem se adotado.
Enfim
serão mudanças profundas pois o Eu Superior não se restringe a uma época, mas a
todas as épocas.
Hilton