Não viemos ao
mundo para fazer o que os outros fazem. Não viemos ao mundo para fazer um pouco
melhor o que os outros fazem. Viemos para fazer o que só nós podemos fazer.
Figueira.
Pois bem, o pensamento nos leva a
reflexões profundas.
Se somos um Corpo humanidade, comparativamente
ao nosso corpo humano, cada parte (ou cada um) deste corpo tem uma função específica.
Por menor que seja, cada parte (ou cada um) tem
uma atividade que complementa o todo, que harmoniza o todo, que faz com que o
corpo funcione com exatidão.
Um corpo sadio é um corpo em que
todas as partes funcionam com exatidão, cumpram as necessidades para qual foi concebido naquele conjunto.
O Corpo humanidade está doente.
Podemos dizer que agonizante, com várias de suas partes em fase de colapso.
Muitas partes (muitos de nós) deste Corpo deixaram de cumprir as finalidades para a qual foram constituídos
e isto está dilacerando este grande Corpo.
Os reflexos são nítidos. A sociedade
não condiz com os anseios das pessoas, a política não condiz com as
necessidades dos povos. A religião se atropela pela busca desenfreada de poder
e fidelização de fiéis em torno de argumentos mesquinhos e egoístas. A relação
entre as pessoas tem como um dos seus alicerces principais o egoísmo. Enfim
estamos vivendo uma situação de desarmonia e desordem a muito tempo, que vem se
repetindo fase após fase da evolução material da humanidade.
Por consequência, o planeta sofre
com esta desordem e desorganização, já não tendo mais a capacidade de repor a
destruição que o vem delapidando.
Mas, vamos refletir.
O que tenho feito para melhorar
esta situação?
Pensar numa solução ampla e global
é algo inalcançável, até porque isto requer um ajuste em todo o
Corpo humanidade. Mas posso dar a minha contribuição no momento que foco na
minha cura, ou seja, na minha harmonização, no meu equilíbrio, no conhecimento
adquirido, na minha fé, na minha busca, na minha vida baseada nos padrões mais
elevados que consigo conceber, na compreensão das Leis que regem a vida do
Corpo humanidade, enfim a muito que eu posso fazer sem, necessariamente,
depender de ninguém para isto.
Agora, eu faço?
Esta resposta cada um tem de dar
para si próprio e isto deverá proporcionar uma auto avaliação do seu empenho e
da sua real intenção neste contexto.
A resposta nunca poderá ser de que
faço o suficiente, faço o que posso, me esforço ao máximo, estou no meu limite,
não tenho mais forças, pois quando admitimos que estamos no limite, ou
exauridos, poderemos colocar uma barreira que poderá ser difícil de superar.
A resposta precisa gerar uma certa
insatisfação, pois tudo que fazemos pode melhorar e pode ser mais completo.
O ser humano considerando corpo e
alma, não tem limites na sua capacidade de superação. É preciso estar convicto
desta condição. Talvez num determinado momento, não consigamos atingir certas
metas estabelecidas, quando na realidade é uma falta de preparo para que a meta estabelecida
pudesse ser atingida, portanto, novos esforços devem se empreendidos para a
superação.
O que cada um tem, ninguém tem.
Cada individuo está num nível de consciência,
numa etapa da evolução universal, numa condição cármica especifica, possui um
nível de vivencia único (em mundos, sistemas, planos, dimensões), veio com
capacidades especificas para o meio em questão, traz “ferramentas” especificas
para seu destino pessoal, que irá colaborar para o cumprimento do destino
coletivo, enfim cada um é um ser único e especifico em todo o universo.
Portanto a colaboração de cada um, no todo, colocará o Corpo humanidade na reta
evolutiva.
Não se compare, faça sua parte,
cumpra com suas metas elevadas, aspire a ascenção espiritual, faça sempre o
certo, independente do meio errado em que vive, colabore sem reciprocidade, não
se intimide por medo ou preguiça, aceite o que tem de ser aceito, mantenha o equilíbrio,
reflita sempre antes de se manifestar e ame.
Assim tem sido e assim tem
funcionado em mundos evolutivos.
Assim será a nova humanidade na Terra, no próximo ciclo. Que está muito mais próximo do que imaginamos.








