Culpa: É um atrito entre os
impulsos da consciência com os impulsos do ego. (Trigueirinho)
A consciência quer seguir o ego
não, ou vice-versa. Estabelece-se assim a culpa. O ego, disparadamente, está
ganhando.
Podemos afirmar que não existem
culpados. A culpa é sempre sua.
A culpa leva ao arrependimento e
este virá como estímulo para a evolução.
A falta do uso do conhecimento
adquirido, da sabedoria conquistada, normalmente substituídos pela ganância e a
prepotência, nos leva, acirradamente, às ilusões.
Com isso mentimos, culpamos e
somos levados para uma lógica irracional de consequências violentas.
Normalmente contrariamos nossas
próprias decisões. Agimos contrariamente ao que decidimos pela consciência e
utilizamos o que não deveríamos fazer pelo ego. A culpa se manifesta e a
carregaremos até que o arrependimento se manifeste e a vida crie oportunidades
para reverter.
Cada cidadão carrega suas culpas
e estas fazem parte do caminho evolutivo, mas a estagnação das culpas nos
transformam em “monstros”. Isto vem ocorrendo desde os primórdios da
civilização e creio que não há chances de parar, mas acentuar-se.
A pergunta é abrangente e não se
refere especificamente à guerra atual, mas a todas as guerras que travamos na
vida diária.
A guerra interna,
disparadamente, é muito mais intensa e destrutiva que a externa. Nos compromete
por várias encarnações.






