Pensamento do
dia 6 de fevereiro de 2017
O caminho há de
ser buscado sem ter em conta o que os teus pés devem percorrer.
Mabel Collins.
Pois
bem, Mabel nos indica que o caminho da sabedoria, da espiritualidade, da
evolução, exige esforços.
Ninguém
chega a lugar nenhum sem esforços pessoais, dedicação, sacrifícios, PERDAS,
muito estudo, muita reflexão.
O
esforço pessoal é inevitável.
Muitas
vezes nos enganamos com a sensação de que estamos assimilando algo, quando nos
dedicamos somente a escutar.
Escutar
uma informação e não coloca-la em pratica, não desenvolve-la, não refletir
sobre ela, não se aprofundar, esta se esvai em pouco tempo.
Nosso
cérebro possui uma capacidade impressionante de assimilar, mas pouco retém se
não realizarmos os devidos movimentos para com a informação recebida.
Na
escola, na faculdade, recebemos milhares de informações gerais, mas a vida
pratica irá definir e determinar quais destas informações será,
verdadeiramente, conhecimento. E será este conhecimento que nos dará a
competência para nos tornarmos bons profissionais no que escolhemos.
A
vida espiritual não é diferente, exige muita atenção, discernimento e pratica.
Poucos
praticam, de fato, uma vida espiritualizada, pois a maioria não passa do “ouvi
falar”, do me “lembro vagamente”, esta informação não é “estranha”, ou seja,
captamos a informação mas esta se fragmenta em nossa memória e dificilmente
conseguiremos usá-la.
Vidas
e vidas tem sido conduzidas desta forma, onde informações e situações passam
sem a nossa menor atenção, pois resolvemos nos focar no que é finito e
passageiro.
Temos
deixado de lado conceitos fundamentais para compreendermos a própria vida, suas
nuances e quem sabe viver melhor.
No
momento de uma situação em que a informação deveria ser aplicada, esquecemos
como se faz, nos perdemos em detalhes para o plano físico, nos preocupamos com
as aparências, com nossas emoções e erramos.
Errando
a informação se esvai e seu conhecimento se perde. Mais uma energia divina foi
desperdiçada e mais uma vez os fatos irão se repetir.
Assim
tem sido vivermos na roda gigante, gira, gira e não sai do lugar.
Acima
foi citada a palavra PERDA.
Se
perde para GANHAR.
Hoje
nos encontramos lotados, entupidos de conceitos, preconceitos, definições
passadas, ultrapassadas, ou resumindo, estamos literalmente VIVENDO FORA DE
ÉPOCA.
Nos
movemos pela fornalha emocional,
onde ondas de acúmulos emocionais ditam nosso comportamento e nossas ações.
Assim
tem sido com todos, digamos que raríssimas exceções acontecem e quando
acontecem são Seres especiais que manifestam-se.
Nos
manifestamos através de bolhas emocionais, onde nossas ações são fadadas ao
arrependimento. Se não for nesta, será nas vidas futuras.
Portanto,
resumindo, vivemos fora de época, pois não acompanhamos os ciclos e estamos no
final de um deles, usamos a personalidade para decidirmos e nos manifestamos
através das explosões de bolhas emocionais, ou seja, comparando: se uma linha
reta liga dois pontos, usamos inúmeros curvas, rumos e direções, onde muitas
vezes nem chegamos ao ponto pretendido.
O
ser humano está atordoado com a confusão em que vive.
Decide
em cima de cargas emocionais, define ações em cima de preconceitos, tem sido
absolutamente parcial, julga-se conhecedor (das suas fantasias, somente) e pretende
conduzir o rumo do planeta, dominar a Mãe natureza, enfim ditar, inclusive, as
regras de quem vive e de quem morre.
Graças
a Deus estamos sob uma ampla Estrutura Espiritual que no momento preciso,
assumirá o comando. Mas até lá usaremos nosso livre arbítrio, pois entramos na
fase da irreversibilidade das nossas ações.
Digamos
que poderemos ser “rebeldes” por mais um tempo para avaliarmos melhor as
consequências da própria rebeldia.
Devemos
percorrer o caminho e este foi definido pelas nossas ações do passado.
Mesmo
sendo um caminho tortuoso, difícil, terá de ser percorrido.
Ora,
podemos enfrenta-lo com mais ou com menos sofrimento, pois as dificuldades já as
definimos por nossas decisões passadas.
Considerando
a busca pela realidade da vida plena, onde a alma e o espirito, nos auxiliarão
nas decisões, dar ênfase ao aprofundamento do conhecimento é a única realidade
que sobrou para nos concentrarmos.
Desta
forma, podemos perceber que as decisões concentram-se numa só.
Enfim,
cada um deve atentar para o que mais tem sido chamado.
Hilton