O texto a seguir foi extraído do *Glossário Esotérico – 9ª edição – página 174– Editora Irdin*. O texto original está grafado em itálico. Comentários serão feitos no texto, no campo Obs. Os grifos foram acrescidas ao texto original.
GOVERNO --- O
verdadeiro governo de um planeta é interno, formado por sua Hierarquia
espiritual; portanto, alinha-se com propósitos universais e cósmicos.
Considera a evolução em sua globalidade e não apenas o que ocorre
nos níveis materiais. Baseia-se na energia da vontade-poder, captada de fontes
cósmicas.
Esse governo interno da Terra trabalha sobretudo nos planos supramentais.
Não interfere diretamente no viver humano, porque o homem foi até agora regido
pela lei do livre-arbítrio. Todavia, poderá exteriorizar-se após a purificação
global, que já teve início, quando então a humanidade como um todo terá
transcendido essa lei, assumido o caminho ascensional e ingressado em um estado
de consciência equivalente ao que hoje é a Primeira Iniciação.
Do ponto de vista externo, o ato de governar significa aplicar
leis que serão tanto mais exatas e potentes quanto mais ampla for a consciência
de quem o faz. Há padrões arquetípicos a serem expressos pelos povos e pelas
nações, bem como pelo reino humano em si. Aos governos terrestres caberia
reconhecer esses padrões e reunir esforços no sentido de manifestá-los, o que
só é possível se há neles um vínculo de colaboração com o governo interno do
planeta.
Se uma civilização se afasta desses padrões, atrai acontecimentos
equilibradores, por vezes sob a forma de cataclismos e epidemias, para retomar
sua sintonia com as leis da evolução.
Um governo ciente do seu papel atua em conformidade com leis
evolutivas, integra-se nas energias cósmicas por intermédio dos centros
planetários, estabelece conexões com a vida extraplanetária e age de acordo com
a harmonia universal; esse tipo de governo não existe por enquanto no mundo da
superfície.
Houve tempo em que os governos eram entregues a seres evoluídos,
eventualmente de origem extraterrestre , como os faraós das primeiras
dinastias. No decorrer dos ciclos, todavia, essa energia genuína do governo
foi-se retirando para níveis interiores e cedendo lugar a forças terrestres
densas, devido ao uso que a humanidade fazia do livre-arbítrio. Pouco a pouco, governo
tomou-se sinónimo de corrupção.
Após a presente fase de transição planetária, o equilíbrio será
atingido e uma Nova Terra Irá refletir-se nos níveis externos e materiais da
vida. Os membros da humanidade serão permeáveis aos impulsos do mundo interior
e, portanto, as formas de governo futuras são inconcebíveis para a mentalidade
atual.
Obs. Bem, de forma clara e suscinta, expressa-se no texto o que é um
governo correto. A participação de seres bem mais evoluídos, libertos do livre
arbítrio, da lei do carma e que se mantem no plano anímico (plano da alma),
onde geralmente habitam mundos chamado evoluídos, farão a primeira transição
governante da Terra após a conclusão da transição planetária em curso.
As leis, completamente diferentes das leis autoritárias e injustas
das quais somos submetidos, seguirá as regras universais estabelecidas pelas
Hierarquias (geradoras e administradoras de mundos).
Como cita o texto: Se
uma civilização se afasta desses padrões, atrai acontecimentos equilibradores,
por vezes sob a forma de cataclismos e epidemias, para retomar sua sintonia com
as leis da evolução. Acrescenta-se ao texto, guerras, conflitos,
revoluções, ou seja, desarmonias externas e internas ocorrem quando as
verdadeiras leis universais deixam de ser seguidas, geralmente em troca de leis
arbitrárias, gananciosas, ambiciosas que maculam a vida e a forma de se viver nos
padrões evolutivos.
Quando se fala em caos equilibradores como epidemias, cataclismas,
manifestações da Mãe natureza, fala-se também em conflitos internos. A insatisfação,
a agonia, a falta de perspectivas, a injustiça, são artifícios do caos na fase
aguda da transição em curso, como o que estamos vivendo. Este processo neste
contexto, equilibra e compensa carmas mundiais.
Cabe lembrar que a raça humana continua mantendo um carma intenso
com os reinos mineral, vegetal e animal, com ênfase neste último, face sua
gastronomia ligada ao canibalismo do reino animal.
No futuro, como foi no passado nos primórdios da civilização, seres
de elevada sintonia divina, farão parte, novamente, da implantação da nova raça
humana na superfície planetária após sua grande purificação.
