terça-feira, 19 de novembro de 2013

Somos corpo e alma.

Pensamento do dia.

Jejuai em espírito: que vosso único alimento seja o amor ao Supremo.
Trigueirinho.

Aviso:
Caros frequentadores das reuniões de terça. Peço que cheguem mais cedo para começarmos às 20:30hs em ponto.
Há uma mensagem de Maria que devemos escutar e interpretar.
Casa da Roseli.
Grato.

Pensamento:

Este Trigueirinho tem cada uma, agora pede que a gente jejue em espírito. Como?
Pois bem, o nosso lado sutil é diariamente inundado de pedidos, de movimentos, de mudanças que são muito ligados ao nosso corpo emocional. Como este corpo não tem sossego e varia o tempo todo, inclusive quando dormimos e sonhamos, quase sempre atropelamos nosso corpo espiritual de pedidos constantes e todos completamente ligados aos aspectos da vida material.
Pedimos pra gente, pedimos para os outros e a maioria dos pedidos referem-se a atitudes e procedimentos externos, da vida material e cotidiana.
Agindo desta forma, nosso cérebro começa a ler que esta vida material é a única, a mais importante e acaba deletando a vida espiritual em vários momentos do dia. Temos de nos esforçar muito para retomar o raciocínio de que somos um ser composto de múltiplos corpos.

De certa forma é como empanturrássemos nossa mente de uma imensa “feijoada” de pedidos materiais do dia a dia. Ora, isto cobre todos os espaços e tira tua atenção da vida espiritual. Neste momento você sente um abandono, um vazio, algo incompleto e tem dificuldades em superar estes aspectos. Voce se sente sozinho, como se o mundo estivesse se revoltando contra você e tudo pode desmoronar.
Na realidade este momento é aquele em que estamos mais distante, mais afastado do corpo espiritual.
Afastado deste corpo espiritual somos vazios, somos frágeis, ficamos sozinhos, pois este corpo nos liga e coliga aos movimentos do universo. Sem o amor universal nossa vida é fútil, inútil e insuportável.
Portanto, quando estamos vivendo estes duros e difíceis momentos, onde pode originar-se depressões, pânicos, medos, solidão, ausência, significa que estamos afastados do nosso corpo espiritual e consequentemente da sustentação divina e universal que ele nos traz.

Isto acontece como um alerta, como um sinal vermelho, como uma sirene que apita para voltarmos ao nosso equilíbrio e à nossa constituição completa: corpo e alma.
Não há remédio, nem o tal de prozac, para recuperar este estado isolado que às vezes acontece.
Este sinal é importantíssimo, pois se assim não fosse, aumentaríamos cada vez mais este distanciamento do corpo espiritual, enfraquecendo nosso equilíbrio e nossa lucidez.

Quando isto está acontecendo precisamos procurar ajuda. Isto é um sinal claro de que a vida que constituímos e estamos vivendo já está sendo insuficiente para nos manter equilibrado. Falta algo, estamos incompletos, tem ausências dentro da gente e isto tende a aumentar.
Muitas pessoas lutam com isto durante muito tempo, onde algumas chegam a resistir a vida toda, desencarnando e deixando uma vida cheia de tormentas e frustrações. Somos resistentes e tremendamente teimosos, ainda mais quando nos iludimos com a possibilidade de recuperação somente nos aspectos materiais da vida, aí, ampliamos consideravelmente nossa escala de sofrimento, pois nossa alma só tem uma ferramenta para nos alertar de um caminho errado: a dor.

Enquanto não nos sentirmos como um conjunto : corpo físico – corpo espiritual, lutamos somente com uma metade, o que não adianta.

 
 Muito bem, voltando ao pensamento, temos de jejuar em espírito, ou seja, precisamos dedicar nossa atenção para o corpo físico e para o corpo espiritual. O jejum espiritual é o aquietamento da mente, do corpo emocional, dos movimentos físicos desnecessários, das ansiedades, das decepções (porque não há decepção desnecessária) e procurar refletir, silenciar, parar, meditar e principalmente, orar.

Quando entramos em equilíbrio, estamos fazendo com que estes dois corpos, o físico e o espiritual possam interagir, possam se auxiliar e possam nos dar a base de amor que precisamos para sermos coerentes e úteis na vida que levamos.
Quando conquistarmos este equilíbrio físico e espiritual, o amor universal passa a ser o único alimento necessário, pois dele extrairemos todas as energias para suprir a vida e as Tarefas que podemos abraçar e realizar.

O novo ser humano da nova Terra, terá muita aproximação desta sintonia e desta simbiose e isto fará da sua vida algo completamente diferente da vida que é hoje.
Mas numa escala menor, podemos viver esta sintonia, hoje, neste momento, se nos aquietarmos mais, se nos equilibramos melhor e se nos dedicarmos mais tempo ao alimento da alma, a oração.
Enfim, reflitam sobre isto, busquem a sintonia entre o físico e o espiritual, aprimorem seu equilíbrio, aprendam a viver neste mundo sem ser deste mundo, pois só assim poderemos cumprir Tarefas que com certeza irão atender a todos os seres humanos.

Hilton

 

 

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