Pensamento do dia, domingo, 23 de fevereiro de 2014
"Quando deixamos de trabalhar para nosso próprio
benefício, milagres começam a ocorrer."
Trigueirinho
Pois bem, tai um tema que exige muita convicção para que
realmente aconteça.
Nossa vida é definida pelo destino traçado, pelas
experiências a serem realizadas e pelas conquistas conseguidas ao longo da vida
material.
Tudo gira em torno das realizações espirituais, pois
estas são eternas e se desdobrarão nas vidas futuras.
No entanto, a maioria não acredita, a maioria entende e
só aceita quando se trata de realizações materiais. Estamos tão arraigados a
estes conceitos que parece que nossa parte espiritual é um anexo que
oportunamente podemos ou não dar uma certa atenção.
Este erro é crasso, gigante e bloqueia as oportunidades
evolutivas.
Bem se dermos a devida atenção ao recado acima,
poderemos, ao ganharmos convicção nestes aspectos sutis, atingir esta condição
dos milagres.
Um milagre é um evento que compensa certas situações que podem
ser evitadas, com a compensação do carma positivo com o negativo. Isto não
altera as metas do destino e das conquistas a serem realizadas, mas podem mudar
situações de forma drástica, evitando desconfortos previstos.
Trabalhar em benefício dos outros é uma forma de
gerar carma positivo e disponibilizá-los para estas compensações, chegando-se
ao nível do milagre.
Ilusoriamente, achamos que conduzimos nossa vida. Alguns
tem absoluta convicção disto e se julgam donos de si próprio e de seu destino.
Na realidade nossa vida é comandada pela alma. Esta que
define antes de nascermos toda a sucessão de eventos e de situações que iremos
enfrentar. Claro que fica preservado o livre arbítrio, pois como responderemos
por tudo que fazemos, certas decisões podem ser tomadas neste quesito.
Evidentemente, a alma poderá interromper uma vida quanto
percebe que os compromissos cármicos estão extrapolando certas possibilidades
que ela considera limites.
Se tivermos isto perfeitamente claro em nossa vida ,
poderemos colaborar com isto, criando posições e manifestações intuídas pela
alma, colaborando de forma correta e adequada.
Se isto é relegado e ilusoriamente queremos conduzir
nossa vida, ficamos jogando dados para acertar e errar as nossas manifestações,
ou seja, assumimos a pior situação possível na condução da nossa vida.
É preciso perceber, é preciso ficar atento e mudar a
forma que nos posicionamos na vida. Se levarmos em contas estas informações,
teremos chances de aderir aos anseios da alma, ou seja da nossa condutora.
Pensem nisto.
Hilton
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