Pensamento do dia, terça-feira, 15 de abril de 2014
"Ao perguntarmos ao profundo do ser qual é a meta
da nossa vida, saberemos o primeiro passo a dar."
Trigueirinho.
Pois bem, creio que todos vocês devem estar se
questionando, porque as informações apontam tantos erros que temos cometido.
Para compreender isto, temos de nos remeter ao início da
civilização aqui na Terra.
Temos simbolicamente, uma representação que facilita o
raciocínio nos levando ao conceito do Adão e Eva.
Na realidade somos seres perfeitos e completos, mas em
fase de aprendizado. Temos as duas polaridades, masculina e feminina que numa
etapa da vida, que persiste até hoje, dividiu-se na polaridade masculina
representado pelo Adão e na feminina pela Eva.
Muito bem, após esta divisão pudermos ganhar o livre
arbítrio.
Na história temos Adão e Eva no paraíso, onde a única
coisa proibida era o fruto da sabedoria que não deveria ser tocado. A cobra
(coitada da cobra), representando as forças involutivas, induz o casal a provar
o fruto proibido para tornarem-se iguais a Deus.
Esta representação apresenta a cobra como sendo as forças
involutivas e o paraíso como sendo a harmonia com as forças evolutivas. No
livre arbítrio o casal decide o que deveria fazer, atender a Lei definida por
Deus ou quebrar esta Lei pelo desejo de ser igual a Ele, cometendo assim o
pecado original.
Para que o livre arbítrio pudesse ser exercido, foi
necessário a dualidade, ou seja, dois caminhos e duas opções para que a decisão
por uma delas pudesse ser tomada. Desta forma, as forças involutivas e o poder
(no fruto) foram apresentados ao casal como a opção errada da decisão a ser
tomada.
A partir daí, esta história simbólica, identifica a queda
do paraíso e o início de uma longa jornada para retornarmos ao mesmo lugar, ou
seja ao paraíso novamente.
No entanto, esta longa jornada vem nos ensinando
inúmeras coisas e inúmeras Leis que compõem as regras da vida, portanto, caímos
e cometemos o pecado original, mas ao mesmo tempo iniciamos uma incrível
jornada de aprendizado no livre arbítrio.
As forças involutivas, através de nossas fraquezas, vem
imperando até hoje nas decisões que tomamos, nos induzindo sistematicamente aos
mesmos erros, pois souberam explorar de forma muito eficaz, um sentimento que
tem sido dominante nos seres humanos, o egoísmo.
Com o advento da divisão das polaridades, ora
reencarnamos como homem, ora como mulher, exercendo experiências nos dois sexos
e nas características distintas que cada um apresenta. Na mulher, por exemplo,
pudermos experimentar a energia da maternidade, a concepção, sentidos mais sensíveis,
enquanto no homem o domínio, a força física, a criatividade e o desenvolvimento
crescente no plano material da vida.
Claro que isto tudo deveria ser balizado pelos mesmos
critérios atribuído ao desenvolvimento do plano material, para o espiritual, onde
ambos iriam crescer simultaneamente, dando a base real, verdadeira e justa no
livre arbítrio.
Mas desparelhamos, nos apegamos excessivamente ao plano
material e nos desligamos do plano espiritual. Atendemos as forças involutivas
e desprezamos as forças evolutivas. Nos tornamos rudes e insensíveis perdendo
boa parte do bom senso sobre a vida e sua necessidade de preservação.
Viemos para este desenvolvimento com um código genético,
o DNA, que contem genes da época jurássica, ou seja nossos antecessores foram
animais cuja luta pela sobrevivência foi intensa.
No início da civilização da Terra, nossos ancestrais
cederam às forças negativas e na luta pela sobrevivência optaram pelo consumo
da carne. Ao ingerir a carne e a matança dos animais, o egoísmo e a defesa por
território aflorou e dominou o homem das cavernas, transferindo a agressividade
para sua prole.
Infelizmente isto persiste até hoje, ou seja, continuamos
com os mesmos procedimentos do homem das cavernas, mas de forma mais requintada
e com mais produtividade.
Conhecer os erros que temos cometido, bem como saber como
reverte-los é de suma importância, pois só assim nos tornaremos indivíduos
realmente civilizados e evolutivamente corretos.
Isto sempre foi ensinado e está contido em todos os
livros sagrados, como a Bíblia, a Torá, o Alcorão e tantos outros que acabaram
derivando em inúmeras doutrinas religiosas, claro que cada um na simbologia
própria que os formou.
A fase atual exige que ampliemos nosso conhecimento, bem
como identifiquemos os erros cometidos para que possamos reverte-los e nunca
mais comete-los. Mas só isto, não basta, é necessário que tenhamos um ambiente
propício, um novo código genético e a ausência das influências negativas que
nos acompanham desde os tempos da divisão das polaridades masculina e feminina.
Isto já está acontecendo. Todos estas condições serão
atendidas, ou seja, a Terra terá uma nova geografia com a ausência de todos os
resquícios da civilização atual, um novo código genético, o GNA, livre da
hereditariedade e das influencias instintivas do reino animal jurássico e a
ausência de forças involutivas, terminando este reinado de amplo assedio que
sofremos. Ora, para isto o livre arbítrio torna-se desnecessário e hibernará no
arquivo akashico (arquivo eterno que contém todas as experiências e conquistas)
dos indivíduos.
O novo homem será realmente novo e se voltará para uma
nova etapa da vida.
O pensamento nos remete ao aprofundamento sobre o nosso
caminho atual e o caminho que realmente desejamos.
É importante que cada um pondere sobre sua situação
atual, seus desejos e seus anseios elevados para que uma importante decisão
possa ser tomada. Manter-se no livre arbítrio ou livrar-se dele,
definitivamente.
Hilton
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