Pensamento do dia, terça-feira, 24 de junho de 2014
"Em cada plano de consciência há um aspecto
divino a ser irradiado."
Trigueirinho
Pois bem, a vastidão de informações é imensa e cada vez
mais podemos concluir que sabemos menos.
A prepotência do ser humano em interpretar os segredos do
universo, materializando-os, é algo de tão mau gosto e de tanta ignorância, que
nos coloca no mais baixo nível de consciência do plano material.
Para melhor exemplificar, imagine uma pessoa que
desconhece mecânica, querendo consertar seu automóvel. Milhares de peças, de
componentes, de ligações, de detalhes, se juntam num emaranhado organizado, que
compõem a estrutura física daquele motor. Digamos que ela
"ache" algo solto e recomponha, mas ainda falta a parte
elétrica, digamos mais sutil, mais detalhada, com componentes mais específicos,
onde a interrupção da corrente elétrica coloca em colapso toda aquela estrutura
mecânica, pesada, densa e complexa.
De certa forma, assim que temos agido. Na maioria, onde
na das vezes, como curioso, procuro "consertar" algo do meu corpo físico,
com medicamentos, com cirurgias, com bandagens, esquecendo da minha contraparte
sutil, invisível, desconhecida, onde energias elétricas, magnéticas e
desconhecidas atuam, para que o conjunto da qual sou composto viva e realize.
Precisamos nos conhecer. Conhecer o que nos move, porque
e para que. Sem um mínimo de informações, como o que tem acontecido, vivemos no
"escuro", nas sombras da curiosidade, das imperfeições dos
quebra-galho, onde não consigo chegar a lugar nenhum e muitas vezes não sair do
lugar. Nossa medicina é estatística, genérica e aplicável indiscriminadamente
em todos. Isto é uma aberração e para certos problemas, mata mais do que
resolve.
Somos seres perfeitos e absolutos no modelo da nossa
criação, do nosso arquétipo, mas esta perfeição para se manifestar, precisa ser
conhecida, vivida e completamente absorvida. Para isto Deus criou a raça humana
e a decompôs em vários estágios. Estamos no 5o estagio, na 5a raça neste
planeta e iremos até a 7a raça, portanto há um longo caminho a ser percorrido.
É preciso absorver tais conhecimentos, tais informações,
pois sem elas, somos cegos, surdos e mudos, andando numa ponte de cordas,
balançando ao sabor dos ventos e das tempestades, sem saber aonde foi o começo,
a aonde será o fim e em que direção estou.
Muitos de nós vem caminhando na direção contrária, ou
seja está retornando para o começo, para o recomeço e fatalmente reiniciará sua
caminhada, quem sabe na 4a, na 3a, na 2a ou na 1a raça, novamente.
Outros, estacionaram na 5a raça, onde deverão refaze-la
novamente, só que em outro mundo, mas com as mesmas condições que ocorreram
aqui na Terra e finalmente alguns continuarão seu processo evolutivo caminhando
para o final da 5a, depois a 6a e finalmente a 7a raça, mas agora com mais
discernimento, com os olhos abertos, com a certeza da direção tomada e ciente
das dificuldades do caminho. Este saberá que o auxílio estará presente em todas
as etapas do seu caminho, onde poderá recorrer quantas vezes forem necessárias.
Isto é a irradiação do plano divino no plano da
consciência que nos encontramos. Quando isto faz sentido, tem fundamento,
significa que estamos absorvendo as energias, as informações, os aspectos das
quais temos sido orientados. No entanto, é preciso se aprofundar, estudar,
questionar, pois neste aprofundamento entraremos nos detalhes do funcionamento
da vida e da Vida que estamos vivendo.
A curiosidade, como um lance inicial, assim como virar a
chave e dar a partida no motor, deve acontecer por breves momentos, a partir
daí temos de ter ciência, consciência do que nos move, nos alimenta e nos
mantem perante o universo, desta forma falamos de vidas, de experiências, de
sensações, de entregas, de descobertas, de contatos, de intuição e finalmente
de fé.
O homem precisa compreender as funções físicas do seu
organismo, as forças etéricas do seu corpo e saber administra-las. Este
conhecimento estará completo na 7a raça, onde viveremos o nosso modelo, o nosso
arquétipo com absoluta precisão. Estaremos bem próximos do limite da nossa
capacidade cerebral e a vida será absolutamente harmônica.
Após a 7a raça, abandonaremos tudo novamente, para
começar em outros estágios da vida eterna.
Viver é assim, a cada conquista, a cada realização plena
e absoluta, você abandona e parte para um novo começo.
No entanto, tem gente que não consegue abandonar suas
manias, seus apetrechos, suas merrequinhas, seus sentimentos, suas emoções e se
prende inexoravelmente ao passado, perdendo os momentos presentes e os momentos
futuros que estão por acontecer.
Perceber que não se sabe nada é o primeiro passo para
aprender mais.
Com esta postura, anulamos a prepotência, a soberba e
acolhemos a humildade, a sensibilidade, o saber que será dosado e continuamente
enviado pela nossa alma em consonância com os Planos Maiores.
Enfim meus amigos, os tempos são outros, já são novos e
caberá a cada um de nós aproveitar esta oportunidade ou deixa-la passar.
Hilton
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