Pensamento
do dia 17 de julho de 2014.
"O
mundo novo difere do velho pela consciência e não por aparências."
Pois
bem, como somos meio toupeiras, ou seja, enxergamos o que bate no nariz, as
aparências são as nossas referências.
Desta
forma nos tornamos imperceptíveis para as mudanças do nível de consciência
médio que hoje reina aqui na Terra.
Este
nível de consciência médio, vem aumentando gradualmente na mesma escala
de tempo que utilizamos para medir o nosso processo evolutivo material. No
entanto, coligar - se com esta ascenção gradual do nível de consciência
médio do planeta não acontece ao acaso, são conquistas e mais conquistas que o
homem precisa realizar ao longo da sua vida e das suas vidas.
A
maioria parou no tempo há muito tempo.
Perdeu
o rumo, desarticulou-se dos aprendizados esotericos e espirituais e focou-se
essencialmente nas conquistas materiais.
Portanto,
voltar-se para isto novamente será uma reconquista e tem de haver muita
disposição para retomar um rumo a muito esquecido.
Nossas
crianças, por outro lado, estão nascendo com este estigma desarmado, face
a este final de ciclo, mas são massacradas por seus pais a seguirem e adotarem
a mesma postura, os mesmos preconceitos e medos que os impedem de prosseguir.
Isto
é péssimo, horrível e arrepiante, impedirmos está oportunidade tão
especial e tão maravilhosa, mas no geral é o que vem acontecendo
com nossas crianças.
Estava
agora respondendo a um correio com a Marisa sobre uma experiência que ela e o
marido tiveram após seu retorno do Monte Shasta, quando levaram seu filho
o Nathan, para brincar num parque aberto e começaram a atrair crianças que os
rodearam e faziam questão de toca-los. As crianças se acercavam do casal,
riam, chamavam a atenção e os convidavam para brincar, alguns fazendo questão
de toca-la.
Expliquei
que se tratava da forte energia de amor que traziam do Shasta, aonde as
crianças, mais serenas e menos cristalizadas que os adultos, tem a
sensibilidade para perceber e se aproximar de algo tão incomum. Sim, incomum
pois o que mais falta aqui entre nós é o amor.
Vejam
como quando nos damos a oportunidade de colher tão belos frutos, este se
frutificam e se espalham em abundância.
A
vida é assim.
Nós
a modificamos, a transformamos em algo irreal para os padrões elevados em que
ela foi constituída, transformando-a em dor e sofrimento.
No
entanto, ela permanece íntegra e coesa no que é, voltando a ser o
que sempre foi após as devidas transformações que o planeta e a humanidade
passará, para vivermos a vida que sempre sonhamos.
Hoje
ela é um sonho, mas amanhã será uma realidade.
Que
assim seja.
Hilton.
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