segunda-feira, 21 de julho de 2014

Libertem seus filhos.

Pensamento do dia 17 de julho de 2014.

"O mundo novo difere do velho pela consciência e não por aparências."

Pois bem, como somos meio toupeiras, ou seja, enxergamos o que bate no nariz, as aparências são as nossas referências. 
Desta forma nos tornamos imperceptíveis para as mudanças do nível de consciência médio que hoje reina aqui na Terra.
Este nível de consciência médio,  vem aumentando gradualmente na mesma escala de tempo que utilizamos para medir o nosso processo evolutivo material. No entanto,  coligar - se com esta ascenção gradual do nível de consciência médio do planeta não acontece ao acaso, são conquistas e mais conquistas que o homem precisa realizar ao longo da sua vida e das suas vidas. 
A maioria parou no tempo há muito tempo.
Perdeu o rumo, desarticulou-se dos aprendizados esotericos e espirituais e focou-se essencialmente nas conquistas materiais. 
Portanto, voltar-se para isto novamente será uma reconquista e tem de haver muita disposição para retomar um rumo a muito esquecido.
Nossas crianças,  por outro lado, estão nascendo com este estigma desarmado, face a este final de ciclo, mas são massacradas por seus pais a seguirem e adotarem a mesma postura, os mesmos preconceitos e medos que os impedem de prosseguir.
Isto é péssimo,  horrível e arrepiante, impedirmos está oportunidade tão especial e tão maravilhosa, mas no geral é o que vem acontecendo com nossas crianças. 
Estava agora respondendo a um correio com a Marisa sobre uma experiência que ela e o marido tiveram após seu retorno do Monte Shasta,  quando levaram seu filho o Nathan, para brincar num parque aberto e começaram a atrair crianças que os rodearam e faziam questão de toca-los.  As crianças se acercavam do casal, riam, chamavam a atenção e os convidavam para brincar, alguns fazendo questão de toca-la. 
Expliquei que se tratava da forte energia de amor que traziam do Shasta,  aonde as crianças,  mais serenas e menos cristalizadas que os adultos, tem a sensibilidade para perceber e se aproximar de algo tão incomum. Sim, incomum pois o que mais falta aqui entre nós é o amor.
Vejam como quando nos damos a oportunidade de colher tão belos frutos, este se frutificam e se espalham em abundância. 
A vida é assim.
Nós a modificamos, a transformamos em algo irreal para os padrões elevados em que ela foi constituída,  transformando-a em dor e sofrimento. 
No entanto,  ela permanece íntegra e coesa no que é,  voltando a ser o que sempre foi após as devidas transformações que o planeta e a humanidade passará,  para vivermos a vida que sempre sonhamos.
Hoje ela é um sonho, mas amanhã será uma realidade.
Que assim seja.
Hilton.






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