Pensamento dos dias, 9 e 10 de julho de 2014
"A iluminação tem de vir de dentro."
Trigueirinho
"A receptividade tem de ser igual ao desejo de
instrução."
Trigueirinho.
Pois bem, na reunião de terça, abordamos o marasmo que
ocorreu no Brasil após a derrota do time brasileiro. Esta analise pondera as
informações até então recebidas e interpretadas segundo o limite do alcance que
temos.
Sendo assim, deve ser considerada como uma opinião
sobre o ocorrido, sem entrarmos no mérito da sua extensão, que com certeza
houve e deve ser muito abrangente não só para o povo brasileiro mas para todos,
face a repercussão mundial desta competição.
Muito bem, COMPETIÇÃO.
Qual o time que esteve desequilibrado neste jogo, objeto
da nossa análise?
Provavelmente a maioria irá falar do time brasileiro,
quando na realidade, ambos são desequilibrados.
Este desequilíbrio é proveniente da competição, que por
sua vez origina-se de onde viemos, na nossa constituição fora da Terra.
Sabemos que ao pertencemos a este planeta, somos
desequilibrados por natureza, pois tivemos insucesso na nossa origem e no mundo
que surgimos.
Muito bem, voltando ao jogo e analisando cada time
separadamente, podemos ver que de um lado o time brasileiro enaltecia as
qualidades dos brasileiros, muito focado nos aspectos emocionais, na união,
destacando uma fraqueza sobre um posicionamento muito emotivo, onde por outro o
lado o time alemão enaltecia as qualidades do povo alemão, focado nos aspectos
práticos, calculistas, como grandes estrategistas que sempre foram.
O povo alemão é considerado o povo mais inteligente do
planeta e se nos reportarmos para a 2a Guerra Mundial, só não ganharam porque a
vaidade pessoal do seu líder foi de tal forma enaltecida pelas forças que
controlam o caos, para não transformarem a Terra toda num planeta mais
ensanguentado do que foi.
O povo brasileiro, dentro das suas características
pacíficas e de acolhimento, não é e nunca será um grande guerreio, pois não é
este o tipo de sangue que corre em nossas veias. Nossas revoluções foram
"mixas" e jamais estivemos envolvidos numa guerra de fato. Ganhou
várias competições em vários momentos do passado, mas com certeza os momentos
eram outros e seus objetivos também. Hoje vivemos uma situação atípica,
imponderável e completamente diferente de tudo que conhecemos.
A competição por si só gera o desequilíbrio, com isto vem
as frustrações, os desânimos e carrega o mal estar. Na vitória, a adrenalina
gerada é consumida quase que instantaneamente vindo em seguida o vazio, a
ausência, a torpes de algo que fez subir e cair numa sequência muito rápida. Assim
como as drogas, o vazio se manifesta e acaba consumindo o grande momento do
auge da vitória.
A competição perdida e o fracasso talvez humilhante, como
muitos estão encarando, teve motivo para ter surgido.
Se vínhamos acompanhando as ¨informações¨ com as
reflexões necessárias sobre os temas escolhidos, poderemos identificar que o
recado veio para que nossa característica pacífica, neutra e protegida como
sempre foi, seja acentuada para as missões das quais estaremos envolvidos num
futuro bem próximo, onde a humanidade deverá se voltar para uma união que a
princípio será compulsória face aos grandes eventos telúricos (da natureza),
mas aos poucos será consolidada como algo correto a ser feito.
Não adianta tentarmos mudar certas características, pois
estas não possuem fundamento e jamais irão se consolidar. Cada povo da Terra
teve seu momento, sua forma de atuar, suas características diversas, para todos
aprenderem o certo, o errado, o doloroso, o sadio, o bem, o mal, a ganancia, o
altruísmo, o egoísmo, o amor, enfim diversas situações tiveram que ocorrer e
ainda ocorrem para que a Luz se manifeste na cabeça de cada um. Ser um cabeça
dura, ultrapassado, retrógrado e atrelado com conquistas insanas do passado só
irá fazer sofrer, como muitos insistem em continuar sofrendo mediante a lição
que tivemos com este insucesso do futebol brasileiro, que não iria atender as
características de acolhimento do momento atípico presente.
Ou você se posiciona contra isto e mantem-se arrogante e
crítico com esta situação, desorganizando ainda mais os cabeças duras, ou se
neutraliza, se aquieta, se equilibra e procura colaborar para que a lição dada
seja muito bem compreendida e assimilada, pois sabemos que nada acontece por
acaso.
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Pois bem, o primeiro pensamento fala da receptividade em
relação ao desejo de instruir-se.
Se me torno revoltado, se não aceito uma situação, se não
me neutralizo para compreender o "recado" que foi dado, me mantenho
no mesmo ponto do desequilíbrio que a competição procurou enaltecer.
Se cesso as críticas, aceito a derrota e procuro
compreende-la não sob o enfoque da competição, mas com absoluta neutralidade e
muito humildade, tenho grandes chances de instruir-me corretamente, usando
corretamente as energias do caos.
Ser receptivo precisa ser para tudo, compreensível de
imediato ou incompreensível num primeiro momento.
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Pois bem, o segundo pensamento alerta para o fato de que
a Luz vem de dentro, ou seja, preciso ir buscar internamente o que preciso
compreender. Agora não será com raiva, com desequilíbrio, com bronca de uma
lição que nos foi imputada, que teremos esta Luz se manifestando.
É preciso calma, quietude, equilíbrio, neutralidade,
abertura, aliás muita abertura e aceitar que tudo que se manifesta tem a
"mão" de Deus.
Vejam que apesar de estarmos sendo instruídos quase que diariamente
(e este quase é culpa minha pois as vezes não consigo escrever), num
determinado momento somos colocados à prova numa situação aparentemente
inusitada, improvável, para repensarmos se o que tínhamos conquistado, foi
realmente uma conquista ou não passou de uma informação como outra qualquer.
Enfim espero que possam extrair nestes momentos de grande
estarrecimento e do que foi considerado inexplicável por muitos “cabeças
duras”, seja conduzido para momentos de pura reflexão de forma neutra e serena,
levando em consideração todo o aprendizado que temos recebido.
Hilton
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