Pensamento
do dia 28 de agosto de 2014.
Tendes
e sempre tivestes a Luz a voz conduzir.
Trigueirinho.
Pois
bem, independente da situação de cada um de nós a Luz está sempre
presente.
Ou a
enxergamos ou não.
A
Luz sempre esta presente, sempre se manifesta e sempre nos acompanha. Somos nós
que a vemos ou não.
De
forma impressionante a Luz supera as condições carmicas que temos, portanto não
são os compromissos que temos de saldar que atrapalham sua irradiação, somos
nós que a encobrimos com nossos preconceitos, com nossos medos, com
nossas manias e com a forma errada que estamos vivendo.
Cada
um de nós precisa trabalhar a necessidade da superação, do desafio, do
animo, da remoção destas grossas capas que cortam a Luz irradiada.
No
universo tudo está completamente disponível, seja em que plano for, em
que dimensão for, temos, a princípio, acesso a tudo.
As
restrições somos nós mesmos que impomos, quando vibramos abaixo do nível de
vibração que desejamos alcançar.
Podemos
dizer de forma resumida, que tudo é uma simples questão de vibração.
Maria,
em suas aparições, nos trata como mãe, como a Mãe divina que nos
abraça e nos acolhe em seu amor universal.
Se
não a sentimos é porque estamos vibrando muito aquém deste imenso amor de
mãe.
Por
isso que o ensinamento de hoje afirma uma realidade, tendes e sempre tivestes a
Luz a vós conduzir.
Temos
falado em certos momentos dos mundos adiantados, das coisas do espírito e como
funcionam. Esta é a verdadeira realidade da Vida. O que estamos vivendo é pura
ilusão.
Esta
ilusão em breve será ultrapassada e atropelada pela realidade.
Como
toda ilusão, estamos nos decepcionando com a forma que estamos
vivendo.
Vivendo
na ilusão estamos percebendo a forma irreal e absolutamente desarmonizada que
esta vida ilusória vem nos conduzindo.
Estamos
decepcionados e nos decepcionamos sempre.
Não
poderia ser de outra forma, pois se esta vida ilusória fosse boa e agradável
não iríamos ter a oportunidade de perceber a realidade que nos espera.
As
decepções que estamos tendo, as desilusões que nos cercam, estão nos ajudando a
perceber que ainda vibramos fora da sintonia universal e fora da Vida Real que
nos aguarda.
Escolhemos
um caminho difícil.
Nos
separamos das metas espirituais, nos prendemos exclusivamente na vida material
e agora estamos lidando com aquilo que termina, que é perecível, se
desatualiza e alimenta este estado ilusório que nos encontramos.
Enfim
sempre colhemos o que plantamos, mas a vida é incrivelmente dinâmica e sempre
nos dá novas oportunidades.
É
preciso perceber estas oportunidades e agarra-las assim que as sentirmos pois
assim como elas vem, elas também vão.
Hilton
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