Pensamento do dia, domingo, 5 de outubro de 2014
"É a pureza da vossa intenção que revelará o
campo de serviço que vos cabe."
Trigueirinho
"È la purezza della nostra intenzione che rivela
il campo di servizio che ci appartiene."
Trigueirinho
Pois bem, ontem na televisão, numa reportagem da BBC que
relatava o desenvolvimento da produtividade de alimentos no mundo, pude
apreciar um feito espanhol, onde numa área deserta, mas próxima ao mar, cultiva
em amplas estufas vegetais hidropônicos, onde a água é carregada de nutrientes
e desenvolve todos os tipos de vegetais com 90% de aproveitamento. Por ser um
ambiente confinado, não fica sujeito às intempéries e a uma série de insetos
que acabam por dizimar plantações normais. A água, que não é muita, mas
contínua, é canalizada de fontes disponíveis ou dessalinizada. Os vegetais não
se desenvolvem como na terra, mas segundo os consumidores são saborosos.
Daí a reportagem vem ao Brasil: tínhamos, na época da
reportagem, final de 2013, 210 milhões de cabeças de gado, ou seja um número
maior que a dos brasileiros. A raça desenvolvida é um híbrido da original
brasileira com a original indiana. Sua vantagem é a tolerância maior ao calor e
a umidade das regiões onde ele se desenvolve. Totalmente branco, come a maior
parte de certos grãos plantados no país, milho, soja, etc., com muito hormônio
e antibiótico, se desenvolve em tempo recorde para o "abate".
Com isto, destruímos várias selvas, como a amazônica, as
do centro oeste, além das do sul do país, mata atlântica, para abrigar e
abastecer esta quantidade imensa de bois.
Após mata-los, sua carne dilacerada é distribuída e
consumida no mundo inteiro.
Isto acontece com a galinha, o porco e tem acontecido com
inúmeros animais silvestres, para que pessoas de "paladares
requintados", possam saborear seus cadáveres à mesa, recheados da
"alta culinária" produzida por várias escolas no país e no mundo,
onde se ensina a melhor forma, da mais barata a mais cara, de se fazer estes
cadáveres se tornarem atrativos ao nosso grosseiro e rudimentar estomago.
Criaram a fantasia publicitaria com marketing
poderosíssimo de que a carne oferece a proteína que "necessitamos".
Pura mentira e enganação, pois o ser humano foi
constituído para ser um indivíduo superior aos outros reinos, cujo processo de
aperfeiçoamento e evolução exige disciplinas alimentares que não envolvem a
matança de animais.
As proteínas necessárias são fartas em muitos outros
alimentos e na escala evolutiva, quando mais evoluímos menos densos e
materializados deveríamos ficar, servindo-se assim de energias abundantes e
inesgotáveis no universo.
Mas, tem algo com o que nos alimentamos quando ingerimos
estes cadáveres, que tem um efeito ainda mais negativo: O MEDO.
O medo é algo que o reino animal tem profundo conhecimento
e exerce toda vez que é acuado ou morto. Em nossa hereditariedade, o medo
provem deste reino animal, quando a ele pertencemos numa fase evolutiva. Esta
identificado no código genético atual, o DNA. Por isso que neste processo de
transição, além de abdicarmos do livre arbítrio, teremos de mudar o código
genético atual para não carregarmos as suas imperfeiçoes, entre elas o medo.
Voltando, um boi que vai para o matadouro, expressa de
forma exponencial o medo de morrer. Isto fica impregnado em sua carne e daí
ingerimos no alto requinte dos encontros sociais ou domésticos.
Isto vai se acumulando, vai tomando conta da nossa
personalidade e do nosso psiquismo, originando os medos que temos, inclusive de
morrer, mesmo que a morte face parte da vida.
Portanto, nossos errados hábitos alimentares tem
consequências extremamente negativas em todo o nosso ser (material e
espiritual).
Mas tudo que aqui se faz, sempre tem um motivo
importante.
O motivo é simples, no momento que cedemos nossa vida
para a forças involutivas, aderindo à Lei do Egoísmo, no livre arbítrio,
cedemos a forma e a postura que deveríamos ter para continuar densos e com
baixíssima vibração espiritual. Com isto perdemos quase "todos os
contatos ou formas de sermos contatados" pelo Plano Maior.
Ora, o alimento de cadáveres em decomposição, pois assim
que o animal morre sua carne inicia imediatamente sua decomposição, uma vez que
cessa a energia que a mantem viva, nos mantem refém desta forças involutivas,
originado a perda de um grau enorme de sutilezas e baixa vibração que nos
aprisiona, decaindo nosso campo elétrico e magnético ao ponto de perdermos esta
IDENTIFICAÇÃO ESPIRITUAL que nos coliga aos planos superiores da vida. Isto
instituiu as guerras, as desarmonias e a estas formas de sacrifício, sejam
humanos ou não, que até hoje se mantem.
Com isto somos facilmente manipuláveis e conduzidos como
fazemos com as manadas de bois quando são conduzidas para o matadouro.
Perante o universo a raça humana é considerada
incivilizada, ou seja, não conseguiu atingir padrões de vibração e de elevação
que nos conectaria com os mundos civilizados. Como nossa alimentação é ainda
substancialmente em cima de cadáveres em decomposição, nos mantemos
prisioneiros de um campo vibracional que nos distancia destes mundos evoluídos.
Por outro lado este estado de ignorância fecunda, passa
de pai para filho e com isto obrigamos nossas crianças a SABOREAREM os
cadáveres em decomposição, sejam em festas (churrascadas) como em casa na troca
por “proteínas”.
Ora, que troca, densificamos uma criança pura e ainda
contatada pelo Plano Maior, pelo seu anjo da guarda, para se tornarem reféns
das forças que hoje nos tornaram eficazes marionetes da ignorância que atua num
mundo incivilizado.
Trocar esta pureza pela mentira ridícula da proteína e
algo que nos equipara a um energúmeno.
Pois bem, o pensamento nos alerta para a pureza de
intenções.
Com o corpo material denso, com baixíssima vibração, o
corpo mental preguiçoso e limitado às energias densas do psiquismo terrestre e
o corpo espiritual praticamente desprezado ou desconhecido, como podemos ter
pureza de intenções?
Não podemos, é obvio, e com isto as pessoas desconhecem o
Serviço que a ela lhes foi designada, que alavancaria sua elevação e seu
processo evolutivo, além de tirá-las das algemas da ignorância e do ostracismo
espiritual.
Caímos assim na roda das reencarnações, no estilo roda
gigante, gira, gira e não sai do lugar.
Isto, numa fase de transição é o pior dos mundos, pois
nossos medos são acentuados e nossa ignorância nos limita aos preconceitos da
vida limitada que levamos.
Enfim meus amigos, precisamos ACORDAR pois somos nos
mesmo que devemos nos impulsionar para cima e não mais para os lados.
Hilton
Nenhum comentário:
Postar um comentário