quinta-feira, 16 de outubro de 2014

A Luz é um objetivo comum e para todos.

Pensamento do dia 16 de outubro de 2014.

A devoção e a gratidão devem estar presentes independentemente do que ocorra.
Trigueirinho.

"Estreita é a trilha dos que caminham em direção à Luz."
Trigueirinho

Comunicado:
Aos que tiverem oportunidade de ir, comunico que a missa de 7º dia na passagem da minha mãe, será realizada na Igreja São José do Ipiranga, amanhã 17/10 às 19 hs.
Rua Brigadeiro Jordão 560 – Ipiranga.
Agradeço a intenção de todos.

Pois bem, temos nestes dois pensamentos, de hoje e de ontem, uma ampla sintonia.
O primeiro - "Estreita é a trilha dos que caminham em direção à Luz." – indica que o caminho evolutivo exige muita determinação, muita convicção e fé. De certa forma podemos imaginar uma longa trilha, iluminada por uma Luz forte, vibrante, sempre presente, em que sua atenção deve estar constante e continuamente voltada para ela.
A trilha é estreita. Não para sermos pegos de surpresa, mas para sermos firmes e determinados no que queremos.
Na fase atual deste ciclo planetário, tivemos que mostrar por iniciativa própria, que temos capacidade de nos focarmos nas coisas elevadas da Vida, por isso da trilha estreita e de tantas distrações ao longo do seu percurso. Na vida prática, quando nos propormos a conquistar certos objetivos, ou nos focamos e nos concentramos ou não conquistaremos tais objetivos.
Veja que em cada vive que renascemos, temos de começar tudo de novo. Crescer, estudar, “ralar”, suprir, acomodar, tolerar, tolerar, tolerar, enfim repetimos continuamente muitas situações semelhantes para que  possamos aprimorar o que foi feito nas anteriores.
Esta luta contínua tem importantes motivos para ser assim, pois no  livre arbítrio nos distraímos demais.
Somos meio mariposas, muitas vezes trocando um objetivo maior por um menor, a luz do sol, pela luz da lamparina. Quando isto acontece, a vida se repete para nos focarmos novamente na Luz Maior e assim sucessivamente, vamos aprendendo ou emburrecendo quando continuamente insistimos em nos desviarmos da trilha definida e traçada pela nossa alma.
A Luz é um objetivo comum e para todos, sem exceção, portanto o que varia é o tempo e o número de vidas que iremos cumprir para chegar até Ela.

Muitos se deram conta disto e se focam, se concentram, diminuindo as distrações ao longo da trilha e conseguem seguir com mais tranquilidade o que a própria Luz indica. Outros persistem em traçar a própria trilha, olhar as lamparinas, parar, descansar de algo que não cansa, se distrair com as quinquilharias do caminho e acabando levando eras e eras para percorrerem o que inevitavelmente terão de percorrer. Estes possivelmente farão ciclos e ciclos em mundos distintos, mas em algum momento terão a devida lucidez para se concentrarem no único objetivo que todos nós temos.
Portanto, quando você se convence desta meta única, deste único objetivo, concentrar suas forças nisto passará a ser a única coisa que importa, com isto as coisas materiais passam a ser somente um meio e não um fim, como muitos a consideram.
Nesta fase você se liberta dos pesos, das amarras que te limitam, que te prendem, onde grande parte dos seus esforços serão para conquistar e manter coisas supérfluas e perecíveis. Não falamos aqui de jogarmos fora as coisas materiais que conquistamos, até porque o que a vida nos forneceu precisa ser muito bem tratado e administrado, falamos somente de não nos focarmos somente nelas, mas utilizá-las como meio das conquistas maiores e consequentemente abstratas, porque são eternas.

O segundo – “A devoção e a gratidão devem estar presentes independentemente do que ocorra.”- estas energias, a devoção e a gratidão são o nosso GPS da trilha que iremos percorrer, pois quando perdemos o foco na Luz, a devoção e a gratidão desembaça a nossa visão intuitiva e voltaremos a distinguir esta Luz novamente.
Por termos um corpo emocional, uma personalidade confusa e muitas vezes inconsequente, nos desequilibramos constantemente e com isto perdemos boa parte do nosso bom senso espiritual e porque não dizer emocional, nos desviando da trilha a ser percorrida. Nestes momentos, entra o carma. Tudo aquilo que fazemos fora do nosso contexto evolutivo gera carma.
Ao contrário do que muitos pensam, o carma é um meio de nos reencontrarmos novamente com nosso equilíbrio e o nosso bom senso espiritual. Jamais deve ser considerado uma punição, um pecado ou a ira de Deus, numa ignorância mais acentuada, pois é a única maneira de corrigirmos o endereço digitado errado no GPS.
Sem o carma, nos perderíamos para a eternidade, involuindo e com remotíssimas possibilidades de alcançarmos esta meta única: a Luz.
Na devoção e na gratidão, aprenderemos a nos controlarmos, a trocarmos a ira e a fúria pela tranquilidade, o ódio pelo amor, as sombras pela Luz, a ganancia pelo altruísmo, a loucura pela lucidez, o desequilíbrio pelo equilíbrio, a agitação e os medos pela paz, a insegurança pela fé, enfim trocaremos o errado pelo certo no caminho evolutivo e tais conquistas jamais irão se perder ou se reverter.

Enfim, temos de refletir muito sobre estas informações e quem sabe mudar certas posturas que temos tido em nossa vida.

Hilton
  


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