quinta-feira, 30 de outubro de 2014

Madre Paulina

Pensamento do dia 29 de outubro de 2014.

O genuíno amor não se manifesta em meio à hipocrisia.
Trigueirinho.

Hipocrisia (dicionário): Manifestação de fingidas virtudes, sentimentos bons, devoção religiosa, compaixão etc.; fingimento, falsidade.

Comentários: 

Nesta última reunião do Grupo, fomos agraciados pela presença de São José e Santa Rita de Cássia, além da presença da Mãe.
Estavam acompanhando Madre Paulina, recém beatificada pelo Papa João Paulo II, quando da sua visita em Florianópolis – Brasil.

Por São José, fomos comunicados sobre uma nova etapa na vida espiritual de Madre Paulina, que deverá acolher muitos dos pedidos que a ela tem sido dirigida.
Esta nova etapa acontecerá a partir de uma importante cerimônia religiosa nos planos em que ela se encontra e aqui na superfície terrestre, através de uma missa que será realizada na Igreja do Educandário Sagrada Família.
A partir desta cerimônia será intensificado a participação da Madre Paulina no auxilio que vem praticando desde seu tempo como encarnada, acentuando milagres e outras possibilidades de soluções e acolhimento.
Fomos convidados, como Grupo, a participarmos desta importante cerimonia, na missa a ser realizada no dia 09/11 – domingo – às 17hs na Igreja do Educandário, pela própria Madre Paulina.
Todo dia 09 de cada mês é comemorado o dia de Madre Paulina.

Na cerimônia teremos a presença (provavelmente invisível) de Santa Rita e São José, padrinhos espirituais de Madre Paulina, além de inúmeros mentores espirituais que ajudarão a Madre no exercício das suas novas atribuições de caridade e de misericórdia.
Desta forma, estendo o convite a todos que sentirem a possibilidade de irem para se doar na cerimônia em questão.
Entendo que será um evento maravilhoso, onde nosso coração poderá acolher as elevadas energias e vibrações que por ali irão circular.
Estendam este convite para amigos e familiares que possam contribuir para esta nova etapa da nossa Irmã de caridade.

Local: Av. Nazaré, em frente ao Museu de História Natural no Ipiranga – imediações do Museu.
Data: 09/11 – 17 hs.

Pensamento.

Pois bem, a informação de hoje relata uma postura essencial que temos de ter em tudo aquilo que  fazemos na vida.
As pessoas, no geral, acabam por criar várias facetas na sua personalidade, onde cada uma delas é aplicado em função dos interesses comerciais e materiais ali envolvidos.

Dificilmente expressamos uma faceta autentica e que representa o nosso lado verdadeiro, o nosso coração.

Entendemos que devemos ficar sempre alertas e precavidos pois algo poderá ser tirado e alguém poderá se aproveitar.
Por isso de vivermos com tanto medo, com tanta ilusão e mentirmos o tempo todo.
Isto tem sérias consequências, pois gera muito desequilíbrio e com isto vivemos muito mal.
Infelizmente quando se trata de aspectos religiosos, isto também se aplica, onde muita gente pode ser enganada e iludida com falsas promessas, falsos milagres e muitos abusos são cometidos em nome de Deus.
Como diz o pensamento, o amor genuíno é claro, límpido transparente e se expressa de forma clara e  muito nítida.
Quando isto acontece, por estarmos desacostumados a ser genuínos, às vezes não acreditamos na expressão de um amor puro e verdadeiro.

Para começarmos a entender o amor verdadeiro, não podemos ser hipócritas (vide descrição).
Temos de ter uma postura autentica, transparente honesta e sincera, pois assim que será a vida na nova era e assim que iremos nos relacionar com o Universo.

Hilton

Segue uma descrição sucinta da vida de Madre Paulina.

Madre Paulina (1865-1942) foi uma religiosa ítalo-brasileira. Primeira santa brasileira, foi canonizada em 2002, recebendo o nome de Santa Paulina do Coração Agonizante de Jesus. Foi beatificada pelo papa João Paulo II, quando de sua visita à Florianópolis, Santa Catarina.

Madre Paulina (1865-1942) nasceu no dia 16 de dezembro em Vígolo Vattaro, Trento na Itália. Filha de Antonio Napoleone Visintainer e Anna Pianezer. Com apenas 10 anos emigrou com seus pais e irmãos para o Brasil, se estabelecendo em Santa Catarina. Vários padres italianos já estavam na região, integrantes da Companhia de Jesus. Várias vilas foram surgindo com nomes das cidades italianas, como Nova Trento, Vigolo, Bezenello, Valsugana, entre outras. Em 1887 ficou órfã de mãe e cuidou da família até seu pai casar novamente.

Madre Paulina participou da vida paroquial na Capela de Nova Trento e foi encarregada de dar aulas de catecismo para as crianças. Dedicava parte do seu tempo para cuidar de pessoas enfermas. Em 12 de julho 1890, já formava um grupo que lhe ajudava a cumprir essa missão. Com a aprovação do Bispo de Curitiba, D. José de Camargo Barros, a congregação recebeu o nome de Filhas da Imaculada Conceição. Essa data é considerada como o dia da fundação da obra de Madre paulina.

Em dezembro do mesmo ano fizeram os votos religiosos e Amabile Lucia Visintainer, recebeu o nome de Irmã Paulina do Coração Agonizante de Jesus. O Instituto começou na extrema pobreza, as primeiras Irmãs, além do cuidado dos doentes, dos órfãos e dos trabalhos da paróquia, para sobreviver deveriam trabalhar na roça e na pequena indústria de seda, muito conhecida, segundo a tradição trentinas.

Em 1903 foi eleita Superiora Geral. Depois da fundação das Casas de Nova Trento e Vígolo, vai trabalhar em São Paulo, seguindo o conselho do padre Luigi Maria Rossi, que era Pároco de Nova Trento desde 1895 e naquele ano nomeado Superior da Residência de São Paulo. Pouco tempo depois, na colina do Ipiranga junto a uma Capela ali existente, iniciou a obra da "Sagrada Família" para abrigar os filhos de ex-escravo, órfãos e velhos.

De 1909 deixa o cargo de Superiora Geral e passa a viver na casa por ela fundada em Bragança Paulista. Foram 9 anos difíceis. Em 1918, Madre Paulina foi chamada à Casa Geral em São Paulo, com pleno reconhecimento de suas virtudes, para servir de exemplo às jovens vocações da Congregação, que desde 1909 assumira o nome de "Irmãzinhas da Imaculada Conceição". Viveu 33 anos como simples religiosa.


Amábile Lucia Visintainer morreu no dia 9 de julho de 1942, na Casa Geral, em São Paulo. Em sua homenagem foi erguido o Santuário de Santa Paulina, em Vígolo, Nova Trento, Santa Catarina.

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