Pensamento do dia, domingo, 2 de novembro de 2014
""Morrendo" para o que é conhecido,
renascemos para a nova vida, a vida espiritual."
Trigueirinho
"“Muorendo” per ciò che conosciamo, rinasciamo a
una nuova vita, la vita spirituale."
Trigueirinho
Pois bem, o texto em questão prove uma continuidade no
texto de ontem.
Vimos, ontem, que quando nos livramos de algo conhecido,
damos espaço para que algo novo possa ser ocupado.
De certa forma, "morremos" para o conhecido.
Vejam, a morte do nosso corpo não significa a morte do
nosso conhecimento, mas simplesmente a real necessidade de trocarmos a
"vestimenta" do espírito para que novas oportundiades apareçam.
No renascimento para a nova vida, a vida espiritual, é o
que efetivamente interessa, portanto, o corpo material, as experiências, o
aprendizado, nada mais são do que veículos que utilizamos para compreender os
verdadeiros valores da Vida eterna.
Se o indivíduo tem isto em foco, acredita nestas
etapas de transições, tudo faz sentido. Tudo que acontece com ele e com o meio
em que vive, o torna observador para elevar seu grau de evolução.
De certa forma, nos envolvemos demais com a vida. Fazemos
da vida material o máximo para conquistar, levando em conta que só ela existe,
só ela que interessa, só a ela que devo me dedicar, quando na realidade
estaremos nos dedicando a uma parte ínfima, quase insignificante se mensurarmos
a vida espiritual neste conjunto.
Somente pelo simples motivo de que será na vida
espiritual que iremos continuar nossa eterna jornada, a vida material passa a
ser um átimo de tempo, ou seja, um tempo muito curto, muito rápido, para nos
preocuparmos como temos feito.
Deveríamos ser observadores da vida material e na medida
do possível, colaborar para que ela melhore e se aproxime cada vez mais dos
níveis da vida espiritual.
Neste contexto, tudo e todos seriam beneficiados, sem a
burra e ridícula competição que fazemos todos os dias.
Como alguém pode competir e perder tempo com algo que
termina, se reciclará e perderá a importância no momento seguinte?
Criamos tantas competições e tantas comparações, que hoje
somos reféns desta histeria competitiva em todos os aspectos da vida
"moderna".
Pessoas competem, famílias, competem, filhos competem,
países competem, ou seja, a ignorância no meio que vivemos encontra-se nos
mesmo níveis da ignorância do homem das cavernas. Trocamos a competição da
sobrevivência na conquista da caça, da carne, pelos troféus ou pelo dinheiro.
Quando você observa, você não participa, independente de
estar ou não envolvido. Assim deveríamos ser.
Hilton
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