segunda-feira, 8 de dezembro de 2014

Quem sabe ao ver a “agua já tenha ultrapassado a base do nariz”.

Pensamento do dia, segunda-feira, 8 de dezembro de 2014

"Um reto viver, com renúncia ao desejo, é o caminho direto para a libertação."
Trigueirinho.

Pois bem, um reto viver tem sido uma postura difícil de se manter.
Infelizmente a vida tem nos testado de inúmeras formas, tornando o “manter a calma”, algo que precisa ser feito com muito esforço.
O panorama das situações em geral tem se mostrado como grandes desastres e com soluções quase impossíveis.
Em alguns aspectos, realmente as soluções não tem como reverter um quadro definido.
Em especial nossa relação com meio ambiente já se tornou irreversível, pois já passamos a algum tempo da possibilidade de reverter certas posições.
Há uma data histórica da qual não poderíamos mais escapar das forças telúricas no processo cíclico da Terra, que foi a agosto de 1988.
Até aquela data, poderíamos ter interferências extraterrestres que amenizariam certos movimentos, tornando um final de ciclo menos contundente do que será, mas evidentemente, rechaçamos quaisquer meios de contato e de instruções que poderíamos receber dos nossos Irmãos mais evoluídos, pois mais uma vez, os preconceitos e o medo foram muito bem manipulados pelas forças involutivas e caímos novamente na pegadinha.
Independente disto, estes continuam, numa escala de interferência “permitida” por quem comanda a evolução planetária, a nos atender e assistir certos eventos e certos resgates já em andamento.
Alguns fatos recentes como os tsunamis na Indonésia e no Japão, bem como  a erupção de certos vulcões, foram contidos num equilíbrio de forças permitidas, para que tais eventos não atingissem proporções ainda piores, envolvendo outros países nestes grandes movimentos.

Pois bem, quando diminuímos nossos desejos pelo ser, pelo ter e pelo poder, naturalmente iremos nos concentrar em coisas mais subjetivas, mais elevadas e menos materializadas. Isto poderá ajudar muito nossa concentração em diminuir aquela euforia de ter as coisas imediatamente. Este aspecto estimula a entrega e com a pratica da oração nos aquietaremos um pouco mais e controlaremos com mais competência estas ilusórias necessidades, principalmente na fase atual onde o supérfluo pode se tornar uma carga poderosamente inútil para a prática do desapego deste final de ciclo.

O caminho da libertação para nós, neste momento, é o desapego e o aquietamento dos desejos.
Temos desejado demais e tais desejos tem se concentrado nas posses materiais. Isto é insano na medida em que estamos na eminencia de “perder” o que tem sido inútil e desnecessário, ou seja, quase tudo que possuímos e temos nos concentrado em obter.
Repete-se os mesmos erros da Atlântida, em que os “desejos” e as “posses” tornaram-se imensamente pesados, encharcados e o coração preso a eles, levou-os ao fundo. Este sentido figurado retrata os mesmos caminhos da maioria da população terrestre atual. Esta posição é absolutamente reversível, mas o tempo trabalha contra.

Portanto, temos de ter muita concentração e muita atenção nas informações que temos recebido pois os momentos atuais são cruciais para uma mudança de rumo e direção do caminho que temos insistido em percorrer, mas que não serve mais.
Infelizmente, muitos ainda precisam ver para crer. Quem sabe ao ver a “agua já tenha ultrapassado a base do nariz”.

Hilton




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