quinta-feira, 1 de janeiro de 2015

A decisão que tomamos.

Pensamento do dia 27 de dezembro de 2014.

"O novo homem buscará o contato com a essência interior que alarga limites e o faz transcender seu lado humano."
Trigueirinho.

Pois bem, o novo homem. Esta colocação é  bem reveladora e expõe os limites atuais a que estamos submetidos.
Estes limites refletem nosso desalinhamento com a posição evolutiva que deveríamos ter alcançado na etapa atual.
O processo evolutivo não depende dos seres que a este processo devem se submeter, pois segue o ritmo das energias universais. 
No nosso caso, nossa estrela, o Sol, é  o nosso regente e emite a cadência que as energias que produzem os impulsos evolutivos previstos pela grande engenharia sideral, manifestam.
Se  as seguimos ou não,  trata-se das opções que temos no livre arbítrio. 

O homem atual perdeu a perspicácia de perceber os ritmos evolutivos e os impulsos que o colocariam no mesmo ritmo que provém das emissões solares.
Desta forma, o universo segue o curso traçado pela engenharia divina e nós estacionamos num ritmo e num impulso que se desatualiza  e se destabiliza continuamente. 
O futuro de cada um pode ser definido como inúmeras linhas que traçam inúmeros cursos da vida, provenientes das inúmeras possibilidades que são aquelas que podem ocorrer provenientes da decisão que tomamos.
Desta forma, se tomamos uma decisão para um referido caminho, este irá corresponder a uma determinada linha que irá traçar um determinado curso,  anulando todas as outras possibilidades que foram traçadas como possibilidades possíveis. 
Isto está sendo explicado para compreendermos como é  importante uma decisão que tomamos.
Se tomarmos uma decisão desalinhada com os anseios elevados da alma, isto acaba se desdobrando em possibilidades que nos desviam do nosso caminho natural.
Se tomarmos uma decisão alinhada com os anseios elevados da alma, somos conduzidos para o caminho natural do nosso processo evolutivo seguindo os impulsos do nosso regente, o Sol. Nesta possibilidade entramos no ritmo do destino traçado para o desdobramento do nosso processo evolutivo que sempre será continuo e constante.
Por outro lado, desviando-se  do ritmo do destino traçado,  estacionamos no espaço e no tempo, entrando em conflitos com forças e energias que seguem o ritmo solar.
A maioria da população terrestre se desalinhou,  estacionou, desviou-se  e hoje vive em conflitos. Desta forma somos submetidos a todos os tipos de conflitos: sociais, políticos,  emocionais, pessoais, profissionais, incluindo o desalinhamento do  metabolismo do corpo físico, onde as doenças encontram campo fértil para manifestarem-se.

Deveríamos buscar assiduamente e constantemente informações que pudessem embalar melhor nossas decisões,  sem considerar os apelos emocionais que a maioria considera nas decisões tomadas.
A busca pelo aprimoramento da consciência com a espiritualidade  é  o caminho real, correto e o mais curto. Os demais serão longo, tortuosos e associados a sofrimentos.
No entanto, tudo é  uma escolha e todas as escolhas são respeitadas.

Quando o pensamento cita a essência interior, confirma que todos têm dentro de si, a bússola,  o GPS,  o Waze que nos leva ao alinhamento com nosso regente solar, com a alma, com o caminho mais curto, para cumprirmos as metas evolutivas traçadas,  mas nos distraímos demais, somos manipuláveis e temos nos rendido pela troca disto tudo por quinquilharias materiais pereceveis.

Precisamos retornar para nosso ritmo correto, pulsante,  presente, espiritual. Precisamos nos realinhar.
Sozinhos não temos mais como fazer isto.  Passamos da medida e do tempo que isto era possível,  mas jamais seremos abandonados ou desassistidos, no entanto sem a permissão esta imensa ajuda que hoje se encontra na Terra não pode se manifestar.

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