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"É a flor que se abre em
silêncio, doando-se em sua pureza, que representa o desabrochar da essência
interior do ser humano."
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Trigueirinho
Pois bem, vejam que o pensamento nos dá dicas importantes de como devemos nos comportar para sermos os veículos das forças evolutivas. A essência interna, preservada e protegida, contém nossa origem e a nossa divindade constituída no momento em que, como centelha divina, fomos constituídos à imagem e semelhança de Deus. Imagem e semelhança de Deus não tem nada a ver com aparências, mas em cada vida teremos uma determinada aparência e um determinado sexo, masculino ou feminino, que será uma atribuição do destino que escolhemos para aquela vida em questão. Nossa imagem e semelhança com Deus refere-se aos atributos divinos que possuímos, enquanto que a aparência é constituída para facilitar a aplicação de tais atributos divinos. Quando uma aparência agrada a maioria, o que chamamos de beleza, pode significar que esta pessoa poderá se conectar com muitos e colocar-se a Serviço do Plano Maior, de forma mais aberta, mais ampla e mais abrangente. Portanto, a sua beleza exterior pode tornar-se um veículo perfeito de contato, sintonia e acolhimento do seu Trabalho Maior, com muitos. Quando uma pessoa nasce com uma aparencia que pode desagradar, pode ser que seu Trabalho e sua Sintonia deva ser algo mais pessoal, interno, isolado, pois deixará de ser mais assediado e consultado. Portanto, nossos critérios de beleza ou feiura pode ser um critério de disposição e de referência para um Trabalho mais coletivo ou mais individual. A responsabilidade de pessoas bonitas, pode ser mais para o aspecto coletivo, ao passo que a responsabilidade de pessoas feias, pode ser mais para o aspecto individual. No geral, reencarnamos ora bonitos, ora feios, segundo nossos critérios de beleza, face aos Trabalhos que escolhemos antes de nascer. A beleza vem com grandes tentações, pois a vaidade é um dos seus problemas. A feiura vem com outras tentações, onde uma delas pode ser a revolta e odio com si próprio ou com os outros. No geral as duas situações também são situações de provas e de evolução, em aproveitar a aparência escolhida no ato da pré encarnação. Qualquer das duas situações, a beleza ou a feiura, em indivíduos pobres de espíritos ou ignorantes da suas responsabilidades, pode gerar intensos processo de queda e da necessidade de recomeçar. Quando conseguimos desabrochar a essência interna, os dons divinos a capacidade espiritual, nao seremos mais notados pelas aparências, a beleza ou a feiura, mas por estas outras capacidades que não precisam ser vistas, pois podem ser sentidas. No famoso quadro de Leonardo da Vinci, que retrata a Gioconda ou Monalisa, praticamente sentimos a beleza interna e não a externa, pois ali está retratado Maria - Mainhdra, ou seja a divindade crística na polaridade feminina. É uma beleza incomparável, pois é interna, divina e espiritual. Digamos que Leonardo conseguiu retratar a exuberância espiritual de um Ser perfeito para nossa atual capacidade de ser. Não foi só Leonardo, mas Michelangelo e tantos outros artistas excepcionais que colocaram em suas obras o seu coração, a sua fé e a contraparte sutil mais elevada que poderiam alcançar. Tais obras provém de modelos do arquétipo do ser humano no seu estado mais elevado e mais puro que poderia ser retratado. Nos mundos sagrados as obras de arte transmitem não só a beleza, mas energizam aqueles que as admiram, pois tornam-se fontes de energias elevadas, puras e sagradas. Em nosso mundo alguns conseguem alcançar relances destas energias contidas nestas obras exuberantes, mas no futuro iremos nos envolver nas obras constituídas por indivíduos especiais, como sendo uma das fontes de acesso a dimensões muito elevadas. Enfim de uma forma ou de outra, todos nós temos grande capacidade de Trabalho, de Serviço, independente da nossa aparencia, que precisa ser colocado à disposição. Fechar-se a isto é fechar-se a Deus. Reflitam sobre isto é olhem - se como devemos ser olhados: seres completos. Hilton |
Informações que se desdobram para conhecimento mais amplo sobre a existencia.
segunda-feira, 9 de março de 2015
A aparência.
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