Pensamento do dia,
quarta-feira, 29 de abril de 2015
"Quanto mais o ser
procura trazer a perfeição ao que realiza, maior é a paz que emerge em seu
interior."
Trigueirinho.
Pois bem, a perfeição é um
critério muito pessoal e distinto.
No entanto, como diz o
pensamento, quanto mais perfeito fazemos, maior será a paz que emerge em nosso
interior.
Esta perfeição é algo que
deve atender aos critérios de cada um, obviamente dentro dos padrões mais
elevados que cada um de nós poderá conceber.
Será assim que Deus verá o
que fizemos e o grau de perfeição que atingimos.
Por exemplo, quando
oramos, devemos estar realmente muito alinhados com aquela oração, mentalizando
cada palavra, cada frase, pois neste conceito de perfeição, daremos um impulso
para que a energia da oração alcance as intenções que desejamos.
Normalmente fazemos as
orações de forma mecânica, explicita, com os pensamentos longe das intenções.
Esta forma mecânica,
incipiente, com certeza é uma perda de tempo, pois jamais terá a força
necessária para ascender e se dirigir para as intenções que desejamos.
Em certas ocasiões muito
especiais, por exemplo numa “ave maria”, o orante completamente envolvido com a
oração, bastaria pronunciar, talvez, “ave maria cheia de graças”, que teria
dado o impulso necessário para se comunicar com Maria.
Portanto, a perfeição, a
atenção, a concentração, o equilíbrio e a aspiração, são requisitos básicos
para se orar.
Podemos considerar que se
fizermos tudo com esta devida atenção, estaremos muito próximo dos níveis de
perfeição que temos condições de alcançar.
Quando isto se torna uma
condicionante essencial em tudo o que você faz, você estará dando o melhor de
você sempre e com certeza você será sempre escutado.
A paz, digamos que seja o
presente pelo estado de perfeição que atingimos.
Hilton
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